DUNA tem a honra de anunciar o BR COO DAN MEYER, que assume, a partir de 19 de julho de 2017, a DIRETORIA OPERACIONAL DO GRANDE ABC de DUNA ONG CORP.DAN MEYER - DUNA

Alinhadíssimo ao CEO de BAP DUNA GRUPPEN (Norway), Paulo Fernando de Barros, Dan Meyer já trazia consigo carga máxima e estratégias de gestão para os programas Movimento Cultural Brasileiro intercâmbio e cooperação internacional para o desenvolvimento Brasil-Noruega.

Banhado no mesmo sonho e propósitos de DUNA GRUPPEN, Dan Meyer reverbera incansavelmente a célebre frase de Martin Luther King Jr., embora ele não teve um sonho, mas o sonho o teve: I still have a dream! (Eu ainda tenho um sonho!). Então, na corporação, qual seria o sonho do novo Diretor de Operacional? Elevar expressivamente e manter o IDH do povo do Grande ABC, através da qualidade educacional, do poder aquisitivo da família e da livre iniciativa privada.

DAN MEYER - INDIVÍDUOS QUE VESTEM A CAMISA

Os sete municípios somados constituem área de 825 km², com a população distribuída da seguinte maneira: Santo André, 676.407; São Bernardo do Campo, 765.463; São Caetano do Sul, 149.263; Diadema, 386.089; Mauá, 417.064; Ribeirão Pires, 113.068, e Rio Grande da Serra, 43.974 habitantes, respectivamente (© 2016 IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Dan Meyer diz que, se o Estado de São Paulo é a locomotiva da nação, o Grande ABC é o cérebro ou (o leitor decide) o coração! Afinal é aqui que se desenvolve a própria História do Brasil, a partir de 1500, em sua formação populacional e econômica.

O ABC é inegavelmente o primeiro centro da indústria automobilística do país, indústrias de autopeças, além de históricas tecelagens e indústria química. Foi exatamente essa capacidade produtiva que transformou a região no berço do movimento sindical do Brasil, o qual, ao mesmo tempo em que pretendia defender os trabalhadores, trouxe seu lado penoso, quando, em paralelo aos impostos municipais, o sindicalismo partidárista e tendencioso compeliu plantas de grandes indústrias deixaram de se instalar ou migraram a outras regiões do país, bem como as empresas satélites que abastecem essas megaindústrias. Ainda na economia, o Grande ABC sempre recebeu os holofotes por ser território de grandes investimentos imobiliários. Clubes, dançarinos, escritores, escultores, cantores, músicos e maestros, atrizes, atores, artistas em geral e personagens famosos saíram do Grande ABC para a Capital de São Paulo, depois para outros estados e, como simples consequência, para o mundo.

DAN MEYER - GRANDE ABC

Cortada por duas das principais rodovias do país, Anchieta e Imigrantes, é o principal canal entre o Brasil e o estrangeiro que perpassam pelo ABC para a maior movimentação portuária do país, no litoral paulista. Também é região privilegiada, atravessada pela Cia. Ferroviária São Paulo Railway, linha férrea que ligava a Capital ao litoral do sul paulista e descarregava nossa enorme produção ao exterior, através dos portos. Foi exatamente no ABC, na vila histórica de Paranapiacaba, por causa do sistema funicular (trem e indústria da linha de ferro), que se criou o primeiro campo de futebol, esporte trazido para o Brasil por Charles Miller (YSão Paulo – SP, 24/11/1874 – USão Paulo – SP, 30/06/1953), filho de pai escocês (John d’Silva Miller) e de mãe brasileira (Carlota Antunes Fox),  quando dos estudos na Inglaterra, em 1894, já que seus pais moravam no Brasil, vindos para trabalhar na São Paulo Railway Company (posteriormente Estrada de Ferro Santos-Jundiaí (EFSJ), onde o próprio Charles Miller trabalhou, quando moravam no Brás / Mooca.

A origem da região do ABC é datada do século XVI, no Brasil-Colônia. A vila de Santo André da Borda do Campo foi fundada em 1553 pelo bandeirante português João Ramalho. Ao sofrer oposição dos índios da região, as dificuldades de subsistência e com o interesse pela interiorização no território da colônia para a procura e exploração de riquezas minerais, a vila de Santo André foi transferida para São Paulo de Piratininga em 1560 (atual São Paulo, Capital). A região do ABC passou a ser um bairro de São Paulo e enfrentou um longo período de estagnação, tanto que, durante os séculos XVII e XVIII, a economia da região ficou restrita à subsistência sob o domínio de fazendas pertencentes aos beneditinos.

O Grande ABC se modernizou no século XIX com a instalação da ferrovia Santos-Jundiaí pela companhia inglesa São Paulo Railway nas proximidades do Rio Tamanduateí, em 1870, cujo empreendimento visava a melhoria do transporte de gêneros agrícolas do interior do estado de São Paulo até o porto de Santos, em especial o café (https://ufabcsocial.wordpress.com/sobre-o-abc/).

Dan Meyer é teólogo, filósofo, escritor, palestrante motivacional, consultor e treinador de novas equipes em multinacionais de Norte a Sul do Brasil, auditor trabalhista, gestor público, autodidata inveterado, versado em ciência política, pesquisador e estrategista por natureza; usa ferramentas administrativas planejamento estratégico, poliglota, possui intimidade com o palco, camarins e coxias, em preleções, piano e voz; é eterno estudante de grego, japonês, latim e hebraico, bem como tudo que aguce o conhecimento, mas, principalmente, é incansável garimpeiro de novos talentos. Crê na existência de, no mínimo 3% de gênios do mundo, que estão ocultos também em países pobres ou em desenvolvimento. Tem por desafio revelar essas pérolas na região do Grande ABC, além de contribuir para projetos que visem qualidade de vida e aumentem exponencialmente o nível de felicidade humana.

DAN MEYER - INTIMIDADE COM O PALCO

Como eterno sonhador e romântico por natureza (alegrando-se mais do que a média nos momentos felizes e, por consequência, sofrendo mais intensamente nas vicissitudes da vida), como legítimo poeta, Dan Meyer vislumbra logo passar o bastão dessa corrida a novo atleta da vida, e avançar para o  longe, no Estado, país e no mundo, onde quer que pise a planta de seus pés, para estender a mão a seu próximo e dizer, tão simplesmente “venha caminhar comigo” (VADE MECVM), no mais vero CARPE DIEM! É daqui que ainda surgirão novos mega valores para a humanidade!

Parece que DUNA e Dan Meyer possuem a mesma essência e visão, pois o novo diretor, além de proativo, cidadão participativo e articulador incansável por questões de cidadania, entende que é necessário muito mais do que partidarismo ou religiosidade para se conquistar a felicidade e sucesso em qualquer lugar do mundo. É necessário, sim, investir no poder de pessoas e famílias, não politicamente, mas com desenvolvimento humano digno (IDH). Como assim? Se é verdade que a família é a célula mater (célula mãe) da sociedade, então, famílias fortes significarão grupos fortes, cidades fortes, regiões fortes, nação forte! Para que isso ocorra, é necessário dar poder ao indivíduo com liberdade.

Isso nos remete ao latim, de onde Dan Meyer, professor de Hermenêutica já ensinava há décadas os princípios elementares, em que DUNA = poder; derivado do grego δυναστεία, que transliterado aos caracteres em português seria DUNASTEIA, ou DINASTIA, poderio, autoridade. O termo δυναστεία é proveniente do também grego δύναμις (DUNAMIS) = PODER. Este nos remete ao δύναμαι (DUNAMAI) = capacitação, poder e, por conclusão o poder da família. Portanto, Dan Meyer tem convicção de que a verdadeira felicidade é derivada de uma nação feliz, em que os estados, regiões e cidades são felizes, não por causa de um governo administrativo, seja ele qual for, mas pela força das famílias e de cada indivídio que deve ser tratado com dignidade, respeito, capacitado em ambiente onde seus dons e talentos são fomentados, para ser cada dia mais habilitado, com o propósito de alcançar o seu próximo nessa mesma felicidade, cumprindo, assim, sua missão de vida: ser feliz e tornar outros com o mesmo poder de também serem felizes. Isso só é alcançado quando se descobre e faz multiplicar talentos, e compreende que é a diversidade que constroi e solidifica a unidade: A unidade na diversidade mediante a descoberta e investimento em talentos que não podem, jamais, ser colocados no ostracismo, o que traria terríveis perdas de oportunidades de crescimento e felicidade em seu ambiente, assim como de crescimento dos que cercam tais pessoas e famílias. A autosuficiência sempre trouxe péssimos resultados. Precisamos uns dos outros, cada qual com seus dons e talentos, se quisermos a felicidade coletiva.

Parafraseando Benjamin Franklin (17/01/1706 – 17/04/1790):

Um irmão verdadeiro nem sempre será um amigo. Mas um amigo verdadeiro sempre será um irmão!

Pratiquemos e vivamos esse princípio!

Entre as obras de Dan Meyer, preparem-se para SOCIEDADE DOS POETAS VIVOS, obra de registro no Reino da Noruega, com original em português e vertido para o norueguês e inglês (por enquanto), que encantará leitores do Brasil e do mundo.

CARPE DIEM!

Para falar com Mr. Dan Meyerdmeyer@dunaong.eu

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