O presidente da Federação Internacional de Automobilismo e ex-chefe da Ferrari, Jean Todt , afirmou essa semana em uma coletiva, que é a favor da escuderia perder o direito de vetar novas medidas.

Por ser a mais antiga escuderia da Fórmula 1 (presente desde o primeiro campeonato da categoria em 1950), a equipe italiana tem regalias exclusivas, como a maior fatia na distribuição dos lucros da F1. Mas a principal, é o direito recebido em 1980, de vetar novas medidas ou regras que não sejam favoráveis à ela. Segundo Todt, o motivo da concessão desse privilégio na época, era que a Ferrari seria a única escuderia européia a fornecer componentes. Assim, evitava a entrada de americanos na categoria. No entanto, Jean afirma que, atualmente, não é mais necessário, já que agora, a categoria é comandada por uma empresa americana. A última alteração no Acordo da Concórdia, (que estabelece medidas e padrões na F1) foi feita em 2013, e tem vigência até 2020. Segundo o globoesporte.com, Sérgio Marchionne ano passado, afirmou que se as regras que favorecem à equipe italiana forem alteradas, ele poderá retirar a equipe das competições.

A Fórmula 1 foi vendida em 2016 para a produtora Liberty Media, por mais de US$ 8,5 bilhões de dólares. Mudanças nos acordos e concessões em relação às equipes podem acontecer a partir de 2021.

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