Em continuidade ao artigo da semana passada, onde tratamos alguns fatos relacionados a nossa matriz econômica, lhe trazemos mais alguns conhecimentos hoje também (Link do primeiro artigo – https://dunapress.org/2018/08/20/economia-o-suicidio-economico-01/).

Falamos sobre o Equilíbrio de Nash, que foi um matemático e economista, com nobel em economia, por descobrir e comprovar por fatos e números que o melhor resultado possível em qualquer área é o trabalho em conjunto e para o melhor possível para todos, em outras palavras, cooperação mútua.

Podemos citar como exemplos o time da Alemanha de futebol, que venceu 14 em 18 títulos que disputou. Pois bem, eles estudaram e entenderam o Equilíbrio de Nash. Não havia pessoas destaques, mas sim todos. O egoísmo era o menor possível, e o resultado foi colhido e marcou a história do esporte.

O time do São Caetano também viveu momentos parecidos no Brasil, onde em poucos anos chegou a elite do futebol, com um time desconhecido, de jogadores talvez comuns, porém sempre focado no grupo e não no interesse individual. Os frutos foram colhidos.

O ocultamento dos ensinamentos e descobertas de John Nash são maciços e propositalmente realizados por poderes econômicos de várias esferas.

A teoria de John Nash de que vivemos sob a teoria dos jogos é tão escancarada e simples de solucionar que não enxergamos.

O equilíbrio, além dos exemplos acima mencionados, serve para sua família, sua empresa e sua vida no geral, sem dúvida.

A ficha tem que cair! Quanto mais tempo passa, mais mergulhamos no darwinismo social e menos equilíbrio existe, até que entendamos o que o universo nos mostra e como realmente funciona fora desta matrix.

Vivemos num planeta que está empurrando o problema com a barriga há muitos séculos. Somos suicidas econômicos, pois estamos criando dinheiro para pagar dívida sobre dívida e isto se tornará impagável no futuro.

Fazer dívida para pagar dívidas e criar dinheiro para pagar mais dívidas, sem realmente gerar bens e riquezas, é suicídio econômico e um dia a conta vai chegar.

Pode demorar muitas décadas, mas um dia a bolha irá estourar e, aí, colheremos as consequências.

Grandes economias vêm fazendo isso, de forma velada, há muitos anos, sem pensar e divulgar as consequências, e o mais absurdo é que sem resistência de outros países e economias, nem mesmo economistas vêm dando tanta bola para isto, ou mesmo contestando, pois, todo mundo “parece estar ganhando” com isso.

Os que contestam ou buscam demonstrar os perigos são escrachados, ridicularizados e ameaçados de terem suas carreiras manchadas ou destruídas por poderosos, ou seja, se um economista for contra o sistema, estará fora e não ganhará os “lucros” também.

Em futuras edições dissecaremos ambos os temas, mas pense por conta própria, entenda e pesquise mais sobre o tema e tire suas próprias conclusões.

Alguns exemplos e fatos já estão nos mostrando essas “suspeitas” e perigos. Como é o caso dos aeroportos na Espanha, onde foram construídos 54, de modo que mais de 30 estão quase totalmente parados, ao custo médio de 300 até 400 milhões de euros, financiados por essa mesma ideia. (Filme O Capital).

A conta um dia irá chegar, e o filme acima indicado lhe mostrará que é imperioso controlarmos nossas dívidas e revermos o que precisa ser melhorado/alterado/inovado em nossa matriz econômica.

Fontes das imagens:

1 – http://noticias.sapo.tl/portugues/info/artigo/1446777.html
2 – Investidor chinês acompanha Bolsa de Xangai ( Uol.com.br )