Para entender melhor o apresentado neste artigo, sugiro que leia os quatro artigos das semanas passadas, pois de certa forma este é uma continuação do mesmo assunto (links ao final do texto).

Os bancos centrais mundiais que fabricam dinheiro de forma desordenada como vem fazendo, emprestam esse dinheiro para bancos estatais e privados. A maioria destes que pegam este mesmo dinheiro, o depositam no próprio banco central de onde tiraram num primeiro momento, ganhando juros.

A ilusão é de que existe muito capital, muitos ativos no banco central, tendo o mesmo banco central lucro dessa forma, pois empresta dinheiro, e os bancos tomadores do empréstimo “tem lucro” também com os juros, e só aumentam e só aumentam mais os “lucros”, como uma bola de neve, tudo como um paraíso de finanças. Isso é o sistema vigente, arquitetado para “funcionar”.

Ninguém quer mais trabalhar com física, matemática, ciência, porque o paraíso financista é a terra, que “ganham” bilhões sem produzir e fazer nada, de modo que Wall Street é o alvo de 95% dos gênios das mais diversas áreas, num desperdício total de talento, evolução e desenvolvimento de toda a humanidade. Isso perdurará até a grande bolha mundial financeira estourar.

Antigamente os pregões de bolsa de valores era humano, analisado e realizado por pessoas como nós. Hoje é tudo eletrônico, são máquinas potentíssimas que controlam o sistema, mais um motivo para a verdade não ser demonstrada e ser de difícil acesso, visto que não querem que eu e você saibamos disso, ou nos preocupemos ou critiquemos, quanto menos tentemos mudar isto.

Não existe mais rentabilidade das empresas em análises, futuro, capacidade de crescimento. É tudo cassino, igualzinho a um grande jogo de cartas, e aqui demonstra-se novamente a teoria de Nash que brevemente citamos em um artigo anterior, onde demonstra que o sistema é controlado pela teoria dos jogos.

As transações são feitas na velocidade da luz, sem parecer e análise humanas e sem poder interferir a tempo em qualquer transação, sendo que cada corretora hoje possui os sistemas mais rápidos de informação, para poderem com suas próprias máquinas responderem as transações, destacando novamente, não são mais os humanos, é um jogo muito bem armado e que as corretoras mais poderosas do mundo já sabem os resultados, pois eles trabalham com o processamento de dados mais preciso e rápido do mundo, pois todo crocodilo se trata de forma igual, no equilíbrio de Nash.

Entre os poderosos, portanto, vale o equilíbrio de Nash e para baixo (nós) é selva, salve-se quem puder, o que não tem um supercomputador vai amargar a falência.

Hoje em torno de 60% de todas as operações mundiais são feitas por máquinas, e, este número vem crescendo diariamente. Nas grandes bolsas esse índice é de quase 100%, porém alguns países ainda não é assim, mas caminha em passos largos para isto também.

Não há mais avaliação, levantamento de dados, análises, etc., pois é tudo em milionésimos de segundo que as máquinas resolvem tudo. Isso é meia duzia de poderosos. Tudo arquitetado e planejado para que dê certo para eles.

Se você empresta dinheiro para um amigo e recebe juros é agiotagem, ilegal. Se você abrir um banco? Aí pode. A questão é só o tamanho. Percebem? O sistema é muito bem elaborado, com leis que penalizam e regulam, pois toda esta façanha está legalizada.

O mundo virá abaixo quando apenas 3% ou que seja 5% das pessoas tentem retirar o valor que “possui” no banco em dinheiro vivo.

Isso tudo só nos leva, como já dito, a assumir o controle da própria vida, não depender, não criar dívidas, se administrar independentemente de outros, pois o sistema está “perfeito” na forma que foi planejado hoje.

O equilíbrio de John Nash não tem retorno. É um conhecimento comprovado matematicamente também, eis que foi nobel nesta área. Ou podemos aprender e aplicar ou apenas persistir nos erros que possamos ter cometido ou estar cometendo.

As bases econômicas, políticas e filosóficas pouco se alteraram desde a vinda do Mestre há 2 mil anos atrás, enquanto o universo, a ciência e a espiritualidade nos mostram que sempre houve uma evolução para chegar até aqui e assim é o processo evolutivo e da criação.

Saímos de amebas para o que somos hoje, porém tínhamos mais ambição quando éramos amebas, em sentidos evolutivos e não apenas em dinheiro.

Precisamos evoluir. O primeiro passo é entender o cenário, estudar, ajudar e agir. A matriz econômica de hoje é controlada de forma perversa.

Como o Mestre Cristo disse:

– Esse reino não é o meu reino (João 18: 36m – O meu reino não é deste mundo)

– Seus pensamentos não são os meus pensamentos (Isaías 55: 8-10 – Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos).

Por fim, precisamos refletir, pois as frases de Cristo acima já demonstram do que falamos, se este reino não é o reino do Pai/Todo/Deus e de Cristo, vivemos em função e para outro.

Como todo conhecimento, não adianta apenas entender o que está escrito, é preciso AÇÃO, ou seja, DIVULGAR E COLOCAR EM PRÁTICA. SUCESSO!

Links dos artigos anteriores:

Artigo 01, clique aqui.

Artigo 02, clique aqui.

Artigo 03, clique aqui.

Artigo 04, clique aqui.

Fonte da imagem: https://www.institutoliberal.org.br/blog/a-dupla-crise-economica-e-como-saimos-dela/

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