Toda palavra vem de algum lugar e tem um significado. Na mitologia e no folclore, por vezes, surgem palavras pouco usuais. Vamos conhecer algumas?

MAGOS – A palavra mago veio do persa e significa sábio. Os magos eram da casta sacerdotal (linhagem hereditária) da Pérsia e, além de químicos, eram físicos e astrólogos. Eram divididos em três classes: noviços, mestres e destures.

GOLEM – São criaturas que assim como Adão foram criadas a partir do barro (argila), sendo criações de pessoas santas e muito próximas de Deus. São oriundas do Judaísmo, especialmente da Cabala, porém, as primeiras histórias de golens são mais antigas que o Judaísmo. A palavra Golem aparece na Torá, no Talmude e na Bíblia referindo-se a um embrião ou substância incompleta. No folclore judaico, é um ser animado que é feito de material inanimado e ter um como servo era considerado símbolo de sabedoria e santidade.

GOBLINS – São criaturas (geralmente) verdes e parecidas com duendes e trasgos. São muito fortes apesar de pouco inteligentes e um tanto selvagens. Eles vivem em bandos e moram em cavernas ou cabanas e são encontrados em montanhas, pântanos, desertos, pedreiras e florestas. Fazem parte da mitologia nórdica e são parte do grupo dos goblinóides que é dividido em duas categorias: hobgoblins (parecidos aos goblins, porém mais evoluídos) e bugbears (muito mais fortes e com a habilidade de se transformar em ursos).

VALQUÍRIA – A palavra Valquíria veio do nórdico antigo e significa “a que escolhe os mortos” e são as deidades femininas que serviam Odin. Eram elas que recolhiam os mais heróicos guerreiros mortos e os levavam para a Valhalla. Odin precisava de bons guerreiros para lutar junto com ele no fim do mundo (Ragnarök). As Valquírias aparecem em poemas medievais nórdicos do século XIII, baseado na tradição literária oral da Escandinávia.

Crédito da imagem: Revista Galileu

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