Maio, mês dos casamentos, das mães e da família! Em 1993, a ONU em Assembléia geral deliberou a definição da data cujo escopo é que todo dia 15 de maio o mundo pare para refletir sobre a importância da família na sociedade. Desde então, os países se organizam no sentido de promover festejos e conferências para se debater como andam as famílias contemporâneas e que projetos são possíveis para melhor estruturar o futuro de tantas famílias ao redor do mundo que ainda sofrem de instabilidades e inconsistências de todo tipo, muitas porque sequer entendem o real significado da instituição; são pessoas que não fazem a menor idéia do que fazem juntas, do que significa união tampouco do poder que têm enquanto família, enquanto dinastia.

A família tem uma importância não só biológica, mas também histórica, antropológica, sociológica e até mesmo filosófica. A família é o alicerce do indivíduo em toda a sua integridade física, mental e emocional. É, ainda, o lugar da primeira educação e forma um núcleo basilar: é a primeira associação a que se pertence. Como um primeiro grupo de relacionamento humano e interação social é nele que o ser aprende noções básicas puramente filosóficas sobre convivência com outros, respeito, cooperação, solidariedade, altruísmo, tolerância; entre outros valores essenciais para sua sobrevivência pacífica onde quer que esteja. É ali, nessa pequenina célula social que se aprende o certo e o errado e o bem e o mal.

Ética, moral, bons costumes, civismo e nacionalismo são princípios e virtudes que se aprendem (ou se deveria aprender) dentro de cada casa desde a mais tenra idade, pois são norteadores de conduta. Se não são apreendidos na infância, época em que a personalidade e o discernimento são moldados, as pessoas desenvolvem-se a partir de hábitos inadequados, absurdamente impróprios e crendo ser normais comportamentos que não são como os comportamentos belicosos, desrespeitosos, pervertidos e corruptos. E assim, um rastro dos mais terríveis vícios é o único legado possível.

E como todo vício leva à destruição, famílias inteiras vêm sendo assoladas e exterminadas todos os dias, sem perspectivas, sem esperanças e sem sonhos, completamente desacreditadas e miseráveis em todos os sentidos. Um século poderoso tecnologicamente convive com o tempo de maior pobreza familiar: crianças abandonadas, jovens dependentes de álcool e narcóticos, mulheres desprovidas de autoestima e homens agressivos. O que aconteceu com as famílias? Família… Aquele lugar de amor, abraços, beijos, risos, comunhão…Lugar de ser feliz… Onde foi parar esse lugar celestial?

Sem a família perdemos o chão. Sem família nada somos, nem nós nem nosso país. Todos perdem. Para reconstruir uma nação é preciso reconstruir a família.

Como?

Com educação em primeiro lugar. É preciso começar do zero. Uma vez, conscientes do que é a família, de seu poder, e munidos da maior e mais potente arma que existe – a educação – passa-se à próxima etapa, o empreendedorismo, que surgirá naturalmente uma vez que a educação é ofertada. Família forte é família unida e feliz, é gente próspera!

A estruturação da educação tem início preliminar na construção da família. Nesta linha de raciocínio tem-se que:

I. Ensino do que é, como é, quando e porque formar uma família – para crianças e jovens;

II. Ensino de como constituir e organizar uma família – para noivos/ nubentes/ jovens casais;

III. Ensino de como reconstruir, reorganizar e reestruturar uma família – para famílias já constituídas, porém instáveis e desestruturadas;

IV. Ensino de como recomeçar, reencontrar alegria e revisitar a vida familiar – para pais solteiros, divorciados e viúvos.

O seguinte passo nessa jornada maravilhosa de formação familiar é o ensino do empreendedorismo, com foco no family business e em práticas de vida como vida auto-suficiente. Home Office, Startups, Coworking, capitalização, consumo inteligente; entre outros serão alguns dos tópicos trabalhados, à luz de um modelo de excelência.

Por fim, há muito a ser restaurado. Urge começarmos. A tarefa é árdua, no entanto, não é impossível. Basta aplicar as três “anças”: perseverança, temperança e esperança. Avante, famílias!

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Crédito da imagem: Escola da Inteligência

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