Dois editoriais de hoje de grandes jornais externaram sua indignação com as revelações das gravações roubadas do celular do ministro Sérgio Moro, nas quais este mantém conversa com procuradores da Operação Lava Jato, comandada pela Polícia Federal, com respeitabilidade nacional e internacional. Responsável pela imagem de resgate de valores como a honestidade e a transparência nas contas públicas, a Lava Jato é referência de combate à corrupção e à impunidade, menos para a 1. A imprensa marrom, 2. As Faculdades de Humanas de universidades públicas e os artistas lacradores, 3. A massa de manobra que troca voto por mortadela. “Foice de São Paulo” e “Estado de calamidade” estão incluídos no primeiro item.

Imprensa marrom é o termo antigo que designava pasquins cujos jornalistas extorquiam pessoas, empresas e governos para não colocarem em suas páginas insultos, mentiras e fatos distorcidos e difamações legitimadas pelo papel impresso (papel aceita tudo), de autoria até de supostos nomes de credibilidade, posso citar alguns coleguinhas aqui, mas não o farei por questões legais. Sou testemunha ocular dessa prática, mas à época não gravei nem filmei o achaque. Muitos deles estão aí na grande imprensa posando de “isentões” ou de vestais em blogs e vlogs.

Importante também deixar claro o papel do editorial, que é a opinião do veículo. Geralmente, o editorial não é assinado, pois leva chancela institucional. Todos os que estão debaixo desse guarda-chuva respondem solidariamente pela vergonha alheia. Neste exato momento, qualquer um que trabalhe nas empresas Folha e Estado, do contínuo ao pauteiro, da funcionária da limpeza ao diretor do departamento comercial, todos assinam esta opinião tosca e vão sofrer as consequências de boicote de leitores, anunciantes e opinião pública. Vou fazer parte desse coro.

Da Folha podemos esperar de tudo, já que no meio jornalístico é conhecida como “Folha de moer carne”, demitiu todos os seus revisores ainda nos anos 90, para contratar focas despreparados e filhos de amigos indicados, um bando de analfabetos funcionais que não têm capacidade de escrever um bilhete, quanto mais um artigo. Como é de praxe, o texto cheio de adjetivos do editorial da “Falha de S. Paulo” defende, em evidente corporativismo ou compadrismo,  o suposto veículo “Intercept” (atentem para o PT no final da palavra), um site sem credibilidade nenhuma, assim como seu editor Glenn das Couves, par sexual do deputado David Miranda, boneco mamulengo e suplente do defunto deputado Jean Willis, agora na Alemanha, mas ainda assim comandando pautas de jornais daqui e do exterior, simpáticos a ele e a suas causas globalistas, abortistas e apocalípticas. Pois é, a Folha está facinha, facinha…

O Estadão, que virou “estadinho” por sua baixeza institucional, fica bradando no lead da matéria que Moro e os procuradores deveriam renunciar. Olha, Estadinho, quem você pensa que é? Qual a legitimidade de um jornal que tapou os olhos e ouvidos quando Lula e sua quadrilha roubavam o valor de três PIBs brasileiros? Vocês são tão desprezíveis que nem mereceriam menção nesta coluna, tal não fosse a indignação que tomou conta, para além de mim, todas as pessoas de bem que elegeram Bolsonaro e encarceraram Lula, fazendo justiça pela primeira vez nesse país. Onde estava essa eloquência toda do editorial quando os mesmos atores que ora invadiram as contas de um ministro e são ligados à esquerda, protagonizaram as mais lamentáveis exposições de “arte”, expondo crianças à pornografia, às pedofilia; exibindo quadros que agrediam o cristianismo, a  família, a sociedade? Vocês estavam calados ou apoiando essas ações.

A falácia do estadinho chega a ser risível: “O ex-juiz Sergio Moro e os procuradores têm todo o direito de reclamar do que parece ser uma ação criminosa para tornar públicas conversas privadas, com potencial para ferir a reputação dos envolvidos, do mesmo modo como muitos políticos têm todo o direito de se queixar de que sua reputação foi arrasada depois que seus nomes apareceram em vazamentos de delações premiadas feitas à força-tarefa da Lava Jato – vazamentos estes que, recorde-se, jamais tiveram suas autorias elucidadas e, portanto, jamais foram punidos.”

Quebrar sigilo legalmente e invadir uma conta são a mesma coisa? Vocês estão caçoando da nossa inteligência? Políticos não têm o direito de se queixar. Quem se queixa vai ao bispo. Agentes públicos, como são deputados e senadores, devem se defender institucionalmente, não fazendo lobby na extrema imprensa. Só falta o editorial ir nanar os políticos à noite: “Fica assim não, sua reputação foi arrasada, coitadinho!”. Júlio Mesquita está se revirando no túmulo de vergonha desse editorial infantil.

A melhor resposta a esses pulhas midiáticos foi dada hoje, dia 11 de junho: Bolsonaro condecorou o Ministro Sérgio Moro e deixou claro que sim, a Operação Lava-Jato continua com os procuradores e o ministro à frente com o pacote anticrime, Lula na cadeia, condenado e relegado às catacumbas do ostracismo, de onde nunca deveria ter saído e para onde vão Folha, Estado e todos os veículos que prestam desserviço com editoriais de opinião frágil e improcedente.