O mundo de hoje adora fazer uma dívida, uma compra a longo prazo, pagar juros, etc. Em verdade as pessoas adoram uma dívida, um financiamento, um cartão de crédito, pagar juros em tudo que envolve dinheiro.

Pois bem, resumidamente, está é a melhor forma de escravidão hoje em dia. O mundo e, nosso país principalmente, vem sendo controlado com isso de uma forma sútil, mas ao mesmo tempo expressa e de fácil percepção. Nem todos estão realmente vendo a profundidade de tudo isto, mas está em prática e escravizando quase a totalidade da população, por falta de conhecimento, experiência, educação de péssima qualidade (e este é um dos temas fundamentais, a educação).

60% das famílias possuem alguma dívida, financiamento, pagam juros por 15 ou 25 anos. 40% do total de 100% estão inadimplentes, seja com parcelas de financiamentos de veículos, estudantil, imobiliário, entre outras formas de dívida em longo prazo, como hipoteca, consórcios e demais. Há vários estudos públicos e dados para consulta livre.

Dívidas no mundo de hoje é sinônimo de escravidão e com isso o mundo vem sendo escravo, com ênfase aos últimos 50 anos.

Nada vem sendo feito contra isto, ou muito pouco diante destas tremendas forças sombrias, que fazer propositalmente isto para ganhar mais e mais e manter o controle, os monopólios e o poder.

Pequenas dívidas são toleráveis, ou algo para uma ideia sensacional ou um novo empreendimento. Porém, dívida por dívida ou uma para pagar a outra, principalmente, a situação nunca vai melhorar em todos os sentidos.

O sistema financeiro nacional e internacional visa lucro tão somente. Eles não querem perder este poder de tomar conta do dinheiro, de ganhar mais e mais em juros e inadimplência ou executando bens das pessoas para tomar mais dinheiro, bens e poder.

Tudo é visado para nos tirar mais, dando-se um pouco para que busquemos mais e mais dívidas, eis que crédito, na linguagem econômica, em verdade deveria e, significa de fato, uma dívida.

Dívida é impor que o que tem que pagar é mais valioso do que ser livre. Não há preço para a liberdade, inclusive a econômica. Dívida por dívida, sem um planejamento concreto, seguro e eficaz, destruímos qualquer possibilidade de progresso futuro. Este é um dos motivos de o mundo estar dessa forma, com pobreza extrema, 1 bilhão de pessoas na extrema miséria, passando o dia com dois dólares.

Escapar das dívidas tem um caminho complicado, dependendo da situação. Pois se entendesse o mínimo de matemática financeira e conceitos econômicos basilares, não estaria nesta situação, e também porque estando endividado só conseguirá pensar em dívidas, problemas e coisas ruins.

Quem estudar sobre como funciona as leis do universo, sejam físicas a fundo, economias, prosperidade financeira, as leis que Deus cria que é dando que se recebe, quanto mais ajudar, mais ganhará, mudaremos a forma de agir quanto a este tema.

Pois, seguindo no endividamento, a pessoa quer ganhar dinheiro para pagar as dívidas. E o que acontece? Adivinha. Mais dívidas logicamente, pois o pensamento e o sentimento estão errados. Tudo que se põe foco tende a aumentar.

Há uma crença e história que se conta, como de uma pessoa que está progredindo, crescendo em termos econômicos, sem parar, exponencialmente ganhando dinheiro sem parar. Ao que consta esta pessoa terá prosperidade plena para sempre, continuamente. Porém, num determinado momento, a pessoa muda a crença e começa a pensar negativamente, que algo acontecerá, que poderá ter muitas dívidas, que coisas ruins poderão acontecer, pois talvez algo que acabará com toda esta prosperidade pode acontecer. Seguindo nesta linha, como se não fosse normal ser prospero (que é uma crença limitante), tendo e criando sentimento de culpa de ter e os outros não terem, seja vendo amigos, parentes, vizinhos, etc. Este sentimento de desvalia ou desmerecimento cria auto sabotagem, que virá mais cedo ou tarde para a pessoa. Aí começa a perder dinheiro, criar problemas e começa, em pouco tempo, a se endividar. A pessoa não percebe que entrou numa perda de prosperidade causada por uma mudança de crença, da abundância para a perda e endividamento. A própria pessoa não percebe que entrou nesta perda e que foi ela quem criou. Ela não havia nem entendido que criou a prosperidade, então como poderia entender que criou também a carência e as dívidas? A mudança de crença inverteu o crescimento e, quando vai para baixo, é mais difícil reverter, salvo chegar ao fundo do poço, que aí talvez a pessoa de fato entenda pela pior forma possível. Não precisa ser assim, pode e deve ser diferente, basta haver mudança de crença e hábitos, tais como não fazer mais dívidas para sanar dívidas já vencidas.

Na maioria dos casos esta pessoa apenas percebe quando já está falida ou quase. Aí percebe que tem algo errado. Crédito bancário é na verdade dívida. O nome crédito é bonito, porém é sinônimo de dívida neste caso.

Se o endividamento começar é necessário sabermos que a primeira coisa é tentar cortar o mal pela raiz, ou seja, de onde vem o prejuízo, da empresa que dá prejuízo, das dívidas impagáveis que só aumentam, ou seja, se tiver um patrimônio venda e pague todas as dívidas, acabando com a doença em seu início e raiz. Jamais girar a dívida com outras dívidas. A grande maioria pensa que a única forma de criar coisas é pelo pensamento. Pensamento apenas desenham coisas, não materializam, o que cria de fato são as crenças, o trabalho, estudo, ajudar os outros, pensar positivo, confiar na prosperidade, sem duvidar. O que cria, portanto, é o sentimento.

Neste caso, quando aparecem as dívidas, o que a pessoa pensa? Geralmente carência, falta, desvalia, desmerecimento, culpa, entre outros sentimentos negativos. Enquanto esses sentimentos não forem afastados e voltarem os sentimentos de alegria, gratidão, fazer o bem, prosperidade, crescimento, evolução, etc., a prosperidade ficará estagnada.

É o mesmo tipo de atitude do viciado em jogo, por exemplo. Entre num círculo vicioso com perdas crescentes, mas continua achando que irá ganhar na próxima vez. Todo cassino vive deste tipo de pensamento. E as pessoas fazem isso em todas as áreas de suas vidas.

As coisas só se realinham para a prosperidade quando os erros não forem cometidos, as ações erradas não forem realizadas novamente. Se corrigir os pensamentos, sentimento e ações tudo voltará para o crescimento e evolução. A ansiedade precisa ser esquecida, pois estar ansioso é viver apenas na mente e não na vida real de verdade. Parar até mesmo de falar de dívidas e problemas é necessário. Falar apenas coisas boas, positivas, evolução e prosperidade são fundamentais.

O Mestre Cristo esteve aqui há mais de 2.000 mil anos e muito nos ensinou em todos os quesitos.

Lembra-se do versículo que diz: “tudo que pedirem, crendo que receberam, receberão”? O verbo “receberam” está no passado e o verbo “receberão” está no futuro! É assim que funciona! Você pede e sente que já recebeu (100% de sentimento de que recebeu), então receberá no futuro. Como sempre digo: se abrir a porta da garagem para ver se o carro já está lá, o carro não estará. É o sentimento que cria o carro. Se duvidar disso o carro desaparece. E tem de começar a criar isso tudo de novo. Essa regra foi dita a dois mil anos, mas ainda não foi entendida.

A outra forma de explicar isso se chama eletromagnetismo. Portanto, pensar em divida para pagar dívida só aumenta a dívida. É preciso pensar em ganhar dinheiro por ganhar dinheiro. Ai sim, o dinheiro começa a vir na hora certa. Não é pensar em dinheiro para pagar dívida. Isso não funciona. Só aumentará a dívida.

A questão é que quando a pessoa chegou num ponto em que só pensa no problema, o problema aumenta sem parar. Se entrou nessa situação é porque cometeu sérios erros de avaliação sobre a realidade. Se a pessoa entendesse como funciona o universo não teria entrado nessa.

Se continuarmos assim vamos a passos largos para mais escravidão, ou seja, menos liberdade, mais poder sobre nossos ombros, vida e espiritualidade/prosperidade. Matemática financeira nas escolas, desde o jardim de infância, estudar economia, conceitos básicos de ambos em casa, em Homeschooling, nos anos iniciais da escola, até mesmo na faculdade, são um dos caminhos para revertermos o jogo do mundo de hoje, bem como cooperação mútua e parar o endividamento, cada um por si neste caso, também trará bons frutos no longo prazo.

Imagem de destaque: Créditos MaisMoney

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