O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, e o secretário especial do Esporte, Marcelo Magalhães, manifestaram apoio à decisão tomada nesta terça-feira (24.03) pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) e pelo primeiro ministro do Japão, Abe Shinzo, de adiar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio para 2021. A decisão atende anseios que já haviam sido manifestados por entidades como o Comitê Olímpico do Brasil (COB), o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), o Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), confederações esportivas e atletas olímpicos e paralímpicos.

Segundo o ministro Onyx Lorenzoni, os programas Bolsa Atleta e Bolsa Pódio continuarão a ser pagos normalmente e a pasta estuda formas de adaptar os termos da prestação de contas dos benefícios para se ajustar à realidade desse período em que os efeitos da COVID-19 alteram a rotina de competições e treinamentos dos atletas.

“O programa Bolsa Atleta, para o governo Bolsonaro, é uma permanente ferramenta de formação e aprimoramento de atletas brasileiros, independentemente de seu nível. Será sempre mantido e ampliado”, disse Lorenzoni.  “Por tudo o que significam para nossa sociedade, por defenderem e levarem o nome do Brasil aos pódios mundo afora e por serem exemplos para nossas crianças e jovens, nossos atletas merecem todo o apoio, e a saúde dos brasileiros, atletas ou não, é sempre nossa prioridade”, completou.


“Os efeitos da pandemia do COVID-19 estão sendo sentidos em vários países, e os atletas sofreram impacto. Competições de modalidades olímpicas e paralímpicas foram canceladas nos circuitos internacionais e, ao seguirem as recomendações de isolamento social da Organização Mundial da Saúde (OMS), os atletas ficaram impedidos de treinar e de se preparar adequadamente para um evento da magnitude dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos”, afirmou Marcelo Magalhães.

De acordo com o secretário, a realização dos Jogos de Tóquio representará uma celebração ainda mais especial do que as Olimpíadas e as Paralimpíadas já são usualmente para a humanidade. “No momento em que a pira olímpica for acesa na Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio, o mundo estará reunido no Japão para celebrar a vitória de todos os países também contra esse desafio no campo da saúde”.

Fonte GOV.BR

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