Em plena era da Internet e em meio a uma pandemia de coronavírus, fica a pergunta: quando os órgãos de imprensa farão a sua parte e tirarão de circulação os jornais impressos?

“Assistimos nas últimas semanas uma massificação da ideia de isolamento social e da precaução em relação a todas as possibilidades de transmissão viral nesta pandemia. Os órgãos de imprensa exortam a sociedade mundial para que permaneça em casa, espalhando pânico e exigindo a suspensão das diversas atividades econômicas.

Atividades importantes estão paradas em nome da prevenção. Os jornais impressos, porém, seguem circulando desnecessariamente. Foi-se o tempo em que a informação impressa era fundamental.

A pouca utilidade das edições físicas dos jornais é fato incontestável em tempos de tablets e smartphones. E em meio a uma pandemia de proporções globais, é urgente que este meio de propagação seja suspenso.

As empresas de comunicação que seguirem editando seus jornais físicos estão colaborando com o agravamento da pandemia e devem ser responsabilizadas pelo mal que estão promovendo contra a saúde pública.

A sociedade, que está de mãos atadas e proibida de trabalhar, deve exigir essa medida, além de parar de comprar e assinar os jornais e outros periódicos impressos.”

(Texto de Thiago Rachid)

Em navegações pela internet, deparei-me com este texto e fui analisar o fato em sí e observo que, de certa forma, o autor acima citado tem sua devida razão. Observamos os seguintes pontos:

– O Covid 19 se transmite pelo contato – Várias são as observações de médicos e sanitaristas que falam que não devemos tocar em partes de nosso rosto com a mão não higienizada, ou por lavagem ou por uso do álcool em gel, dificilmente se paga um jornal com cartão de débito, desta forma, o dinheiro circulante pode conter o referido virus, bem como o jornal em sí.

– Ainda há o fato de que se é pedido que se fique em casa, não saia, por que então os jornais em papel precisam circular? Podendo estes serem vetores de contaminação do Covid 19?

Prefiro parar aqui com as conjecturas, visto que poderia ficar horas a escrever sobre as incoerências que vemos nesse tempo de Pandemia.

O Jornaleiro está a prestar um grande serviço à informação… Mas, se ninguem pode sair de casa, então volto a perguntar, para que ele estaria lá?

Infelizmente o que vemos é a famosa Hipocrisia onde a grande mídia jornalística não pode perder seu quinhão de valores, já que os que vinham do governo para sustentar de forma indireta o jornalismo impresso via os meios eletrônicos e televisivos, que até 2018 eram alimentados com fortunas oriundas do (DES) governo em favor do famoso Cala a boca para que as mídias não entregassem as mamatas e falcatruas de forma ostenciva, apenas, quem sabe, de maneira a atingir os opositores dos que alimentavam essa mesma mídia faminta e nem um pouco ética, jornalisticamente falando.

Nada temos contra os Jornaleiros, muito pelo contrário, acho o trabalho deles muito dígno e importante, mesmo que os Jornais vendidos nem sempre mereçam tamanha distinção, visto que estão cada dia mais longe daquilo que prega o Codigo de Ética do Jornalismo, ou seja, investigar e presentar a verdade. Não a verdade que algum poderoso ou que alguma facção política assim deseje, mas a verdade, Nua e Crua, e que doa na carne de quem tenha de doer. Foi o tempo em que os jornais eram éticos e sérios, hoje, são fontes de Fake News e ainda querem passar por defensores das verdades. Mas. encerro esse artigo perguntando.

VERDADE DE QUEM? PARA QUEM? E POR QUEM? Por isso, parar a circulação deles, no meu modo de ver, não afeta em nada a verdade. O dia que os jornais comecarem a voltar a circular como VETORES DE NOTÍCIAS e não como Vetores de Noticias Fabricadas, neste dia a Ética Jornalística agradecerá e voltara a ser a dignatária da notícia aos leitores, avidos por VERDADES e não por Meias Verdades ou FAKE NEWS.

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