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Governo Bolsonaro potencializa o ecoturismo no Brasil

O setor é um desenvolvimento sustentável bilionário

A concessão dos parques nacionais para a iniciativa privada e, por consequência, o desenvolvimento socioeconômico e sustentável da região por meio do ecoturismo é uma medida estratégica da agenda ambiental do governo Bolsonaro. A ideia é levar ainda mais público às unidades de conservação (UC) e ao mesmo tempo garantir mais recursos para a melhor preservação de biomas e espécies.

Por exemplo, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses (Maranhão) e Jericoacoara (Ceará) serão os primeiros, mas o objetivo do Ministério do Meio Ambiente (MMA) é celebrar parcerias público-privadas com outros parques nacionais ainda em 2020.

O próximo passo são as unidades de conservação na Região Sul do Brasil, como explica o secretário de Ecoturismo do MMA, André Germanos:

“Devemos prosseguir com a concessão da Floresta Nacional de Canelas (RS) e o Núcleo de Gestão Integrada de Aparados da Serra, que contempla dois parques, Serra Geral e Aparados da Serra, entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina”, destacou o secretário.

E ainda acrescentou:

“Também estão nos planos concessões para a Floresta Nacional de São Francisco de Paula e os Parques Nacionais Caparaó (MG), Serra da Bodoquena (MS), e Chapada dos Guimarães (MT). Na verdade, ainda estamos estudando quais serão os próximos. Os primeiros foram escolhidos porque já estavam maduros para receber uma concessão, como por exemplo ter um número expressivo de visitação.”

A previsão da atual gestão é de que, pelo menos, 20 parques nacionais recebam editais de concessão de alguns serviços para a iniciativa privada, como visitação, turismo ecológico, ensino ambiental e recreação em contato com a natureza. O que fomentará o desenvolvimento sustentável das regiões.

Pré-requisitos – Atualmente, a gestão dos parques é feita pelo Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade (ICMbio), órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente. O instituto, que continua presente nas unidades de conservação mesmo após as concessões, aponta alguns critérios para que os parques possam ter serviços cedidos à iniciativa privada: existência de plano de manejo; potencial de visitantes; facilidade de acesso; e a existência de estudos preliminares de viabilidade econômica.

Um bom exemplo de como a parceria público-privada na gestão de parques pode trazer crescimento econômico para a região é a concessão do Parque Nacional de Iguaçu, administrado por uma concessionária desde 1999.

Grande parte do mercado na região vive em função do parque e suas belezas naturais foram totalmente preservadas graças aos investimentos feitos no local. O objetivo do MMA é celebrar parcerias ainda melhores nos próximos anos.

Germanos ainda explica de duas formas a logística do investimento:

“Nas concessões antigas o Governo recebe uma outorga, que é uma porcentagem da receita bruta dos parques. Atualmente estamos tentando retirar essa outorga”,

“A intenção desse governo é que o dinheiro fique nos parques, ou seja, que se possa fazer ainda mais investimentos no local. O objetivo hoje é fazer concessões com o mínimo de outorga possível para que as concessionárias possam ter mais dinheiro para investir na região.”

O modelo de parceria também prevê maior liberdade criativa ao concessionário, desde que os investimentos tragam resultados rápidos e se privilegie a unidade de conservação.

O secretário do governo Bolsonaro ainda adiciona:

“Importante ressaltar que esse novo modelo de concessão exige que os investimentos na região sejam feitos já nos primeiros anos da concessão e não diluídos ao longo de todo o período da concessão, como era feito antigamente”, destaca o secretário. “Isso quer dizer que os principais investimentos vão ser concluídos e entregues em até quatro anos após a assinatura do acordo.”

Vale expor que dentro dessa parte do mercado, o turismo de aventura ganhou muitos adeptos nos últimos 20 anos de modo exponencial. A busca por mais conexão com a natureza, com o místico, com Deus, qualidade de vida, espiritualidade, saúde, paz, felicidade, novas emoções e adrenalina é o que move o setor. As pessoas cansaram daquela rotina estressante das grandes cidades e olham para as belezas naturais brasileiras de maneira platônica.

Somos um Império da de riqueza dos recursos naturais, de recursos agronômicos, agroecológicos, turísticos e ecoturísticos, devemos aproveitar bastante, respeitando o meio ambiente. O setor do turismo está ainda em potencial expansão no governo da direita brasileira.

Mais investimento – Os novos modelos de concessão devem fazer com que as regiões recebam ainda mais melhorias. Isso porque o objetivo do MMA é retirar dos acordos o máximo de outorga possível. Uma vez que é um mercado que gera emprego e renda a milhões de trabalhadores no Brasil e ainda fomenta bilhões de reais por ano.

Todo esse dinheiro deve ficar em reinvestimentos locais para melhoria da qualidade de vida das populações humanas e preservação ambiental das áreas verdes das regiões afetadas. Abaixo leia nossas fontes:

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Danilo Sacramento

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades sócio-políticas e econômicas da região.
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