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Governo Bolsonaro esta preocupado com as pessoas em situação de rua durante pandemia

O contexto de vulnerabilidade social provoca um agravamento do risco de contaminação do novo coronavírus pela população em situação de rua. Para conseguir atender à demanda, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) busca o apoio de organizações religiosas e da sociedade civil para atendimento e acolhimento emergencial das mais de 140 mil pessoas que não têm moradia, segundo o CadÚnico.

Por meio do Protocolo de Atendimento à População em Situação de Rua no contexto da Pandemia COVID-19, publicado na última semana, o MMFDH, em parceria com o Ministério da Cidadania, estabelece ações práticas para garantir a esse público condições básicas de alimentação, higiene e segurança, além de privacidade e isolamento nos casos suspeitos e confirmados de contaminação.

“A contaminação é uma ameaça que atinge a todos, sem distinção. Como não deixamos ninguém para trás, estamos olhando e trabalhando também por todas as pessoas que moram nas ruas. Muitas vezes elas não têm como se informar e se prevenir, isso sem falar no caso de contrair a doença. Temos um grande desafio pela frente e reconhecemos a importância da colaboração das organizações religiosas para conseguirmos superá-lo”, disse a ministra Damares Alves.

O secretário substituto da Secretaria Nacional de Proteção Global (SNPG), Alexandre Magno, afirma que são muitas as iniciativas de apoio em todo o país. Segundo ele, o Protocolo servirá para potencializar esses esforços. “São informações para resguardar a saúde e os direitos de todos que se envolvem nesse grande exercício de solidariedade: tanto de quem acolhe, como de quem é acolhido”, conclui.

Esforço integrado

Segundo o Protocolo, o principal passo a ser dado pela organização que deseja contribuir com o atendimento e acolhimento de pessoas em situação de rua é entrar em contato com o órgão de assistência social do município ou do Distrito Federal.

A partir daí, poderá se informar sobre as necessidades locais e quais as possibilidades de auxílio. As ações vão desde a doação de alimentos, roupas e materiais de higiene pessoal e limpeza até a cessão do espaço da organização interessada para o recebimento do público.

No documento constam todas as diretrizes detalhadas para a realização das ações planejadas. Para acessá-lo, clique aqui.

Fonte mdh.gov.br

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Joice Maria Ferreira

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre as atualidades sócio-políticas e econômicas da região.
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