O vírus chinês mata pessoas, mas também mata economias, que por sua vez mata mais pessoas

O vírus chinês mata pessoas, mas também mata economias, que por sua vez mata mais pessoas

Poucos países no mundo podem dar-se ao luxo de parar suas economias, suas produções de insumos, fecharem portos, aeroportos, estradas e fronteiras para salvar vidas durante algum tempo, o que não é o caso do Brasil.

O gigante sul-americano Brasil é o país mais rico do mundo em energias naturais, território e commodities, mas revela diante da crise do surto mundial causado pelo vírus chinês, sua fragilidade constitucional, estrutural, econômica, política e social.

Cálculos matemáticos apontam que o estancamento das produções de insumos para o consumo humano seriam drasticamente a causa maior de mortes na maioria dos países já afetados pelo vírus chinês, chegando a ser 10 vezes superior se comparadas com o não estancamento da economia, das produções, dos transportes, dos comércios e outros setores.

Portanto, a previsão de mortes no Brasil que poderia alcançar 5 milhões de pessoas, possa ser 10 vezes superior se a produção de insumos forem estancadas, assim como o fechamento de comércios, estradas, transportes, fronteiras, portos, aeroportos e liberdade de circulação.

Um distanciamento social controlado e as medidas propostas pelo Pres. República Bolsonaro de não parar as produções industriais, comércios, transportes entre outros, são as menos dramáticas, caso o país queira salvar um maior número de vidas humanas.

As políticas adotadas pelos governos de estados da federação vão em direção contrária às orientações do chefe de Estado, prevendo assim com que o país tenha uma perda maior de vidas humanas.

“As instituições, empresas e organizações brasileiras lideradas por homens corruptos à décadas foram expostos. Homens despreparados, com uma educação frágil, débil, irresponsável, sem moral, sem ética e totalmente descompromissados com os princípios básicos do dever que lhes corresponde, são hoje o maior vírus do país. São claramente a maior ameaça para a segurança da saúde pública e a manutenção da proteção à vida humana”.

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