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Governo Bolsonaro destina R$ 1,2 bilhão para ações voltadas às pessoas em situação de rua

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Recurso será pago em duas parcelas para o Sistema Único de Assistência Social.

Nova etapa do Plano de Contingência para Pessoas Vulneráveis repassará R$ 1,2 bilhão para para que os municípios invistam no fortalecimento da rede do Sistema Único de Assistência Social (Suas). O objetivo é garantir o atendimento de mais de 101 mil pessoas que vivem em situação de rua.

Durante coletiva de imprensa, realizada na quinta-feira (7), no Palácio do Planalto, a ministra Damares Alves apresentou panorama geral do plano voltado para a população em situação de rua e outras ações do Ministério da da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH).

Repasse

O recurso será pago em duas parcelas para o cofinanciamento trimestral do Suas, a serem repassadas nos dias 8 de maio (abrangendo os meses de abril, maio e junho)  e 8 de junho (referente aos meses de julho, agosto e setembro).

Também estão previstas ações de prevenção e suporte à Atenção Primária à Saúde (APS) e aos serviços especializados de cuidado hospitalar e transição de cuidado (após a alta hospitalar).

“Nossa meta é acolher o maior número possível de moradores de rua. Quero destacar o Brasil Acolhedor, lançado em abril, que representa a união da sociedade civil e do governo para abrigar essas pessoas”, comentou Damares. A ministra aproveitou para fazer um chamamento a todas as instituições que possam colaborar com o projeto.

Para o titular da Cidadania, ministro Onyx Lorenzoni, apesar da difícil situação vivida por todos os brasileiros, o governo segue trabalhando para levar assistência e tranquilidade a todos. “De tudo o que temos feito até aqui, o que tem maior destaque é o Auxílio Emergencial. Por meio do aplicativo, conseguimos, em 30 dias, identificar e processar mais de 97 milhões de CPFs e pagar 50,5 milhões de pessoas. Esse é o maior programa de inclusão bancária digital já feito em um país ocidental”, afirmou.

Índios Warao

A ministra também demonstrou preocupação com os índios da etnia Warao, que são refugiados da Venezuela e apresentam inúmeras especificidades a serem consideradas no contexto da pandemia.

“É um público muito específico, com língua própria e que vem apresentando resistência para sair das ruas. Nosso ministério se coloca à disposição para fazer a mediação de conflitos entre os municípios e os índios Warao, por meio da Secretaria Nacional de Proteção Global, uma das responsáveis pela Operação Acolhida”, ressaltou.

Fonte gov.br

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Joice Maria

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre as atualidades sócio-políticas e econômicas da região.
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