Saindo do meu claustro e voltando à sociedade, passei a semana me atualizando e percebi que a vida passa com ou sem você, percebi que os amigos não sentem sua falta, a família até chora, mas supera, tudo passa. Todos se ocupam com suas vidas e fazem dela um labirinto sem fim.

Olhei e vi uma sociedade doente, triste, vazia e me perguntei: esta é a sociedade ou o legado que quero deixar? Será que meus filhos, parentes e amigos irão ficar bem? Percebi que a sociedade esta doente, mas não uma doença física e sim mental. As pessoas não querem mais se comunicar, querem impor suas opiniões como se fossem juízes de suas próprias vidas e das alheias, querem que todos as aceitem, empurrando goela abaixo, sem reivindicações.

Quando vem algum pensamento contrário, vira tempestade, se começa o caos mental. Estamos vivendo uma era difícil, onde a tecnologia está formando pensadores sem base, sem estudos, sem instrução. Todos agora sabem tudo e viva o Google – seu professor -, viva o WhatsApp e os grandes grupos formados por estes aplicativos.

Pessoal! Parem e estudem. Está na hora de analisarmos e nos informarmos, ler livros, conversar com os mais velhos, buscar sabedoria em experiências vividas e viver a vida em união, cuidar das crianças, idosos, conservar nossos museus, nossos parques e parar com este consumismo desenfreado. Saber que temos direito e deveres e que devemos conversar e não impor, que devemos olhar a vida por todos os ângulos, para sermos seres evoluídos e não suprimidos. A vida está aí e o que quiser, você busque o seu melhor. Buscar a sabedoria, com prazer em viver a vida.

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