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A iminente caída dos 11 elementos do Supremo Tribunal Federal do Brasil

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#STFVergonhaNacional

O STF é uma instituição sem crédito com 11 elementos subversivos, marxistas destruidores das vidas de milhões de brasileiros que vivem entre gastos, ineficiência, escândalos e inércia. Os únicos que podem tomar medidas contra os absurdos que vem ocorrendo na suprema corte, são os senadores, porém, isso não é possível porque a maioria dos senadores respondem processos na justiça e provavelmente jamais terão coragem de votar, haja visto que alguns são 100% livres das correntes da velha política e que até assinaram uma petição para investigar os abusos cometidos pelos ministros.

A História do Brasil com denominação “Supremo Tribunal Federal” (STF) foi adotada na Constituição republicana Provisória publicada após o golpe contra o Império do Brasil em 1889 – pelo Decreto n.º 510, de 22 de junho de 1890, e repetiu-se no Decreto n.º 848, de 11 de outubro do mesmo ano, que organizou a Justiça Federal. Este é o órgão máximo da justiça brasileira, entretanto esta instituição é vista com repúdio e protestos pelas ruas e redes sociais, uma vez que a população está descrente com a atuação desta corte, pelos posicionamentos que favorecem políticos condenados por corrupção, narcotraficantes e criminosos de todos os calibres. Sua ineficiência nos resultados referentes a julgamentos de políticos com foro privilegiado é o suficiente para que sejam todos despedidos de suas funções.

O STF passa por um período turbulento, pois conta com a desaprovação popular, além de enfrentar a oposição de novos senadores eleitos em 2018, estes se sentem livres, sem correntes por não responder processo na justiça e buscam criar uma CPI, a famosa ‘Lava Toga’ para demonstrar o quanto a maior corte da justiça está envolvida em inúmeros escândalos, sem contar também com renomados juristas que solicitam o impeachment de vários ministros que integram este órgão supremo que em sua maioria 9 dos quais não são e nunca foram juízes de carreira.

É importante lembrar o senador Jorge Kajuru (PSB – GO) ao usar a tribuna relata os gastos dos 11 ministros do STF que chegaram em 2018, aos R$ 500 milhões, com seus mais de dois mil funcionários (1.216 ativos, 306 estagiários e 959 terceirizados). Para ter uma ideia dos cargos: 25 bombeiros, 85 secretarias, 293 vigilantes, 194 recepcionistas, 19 jornalistas, 29 funcionários para cuidar da encadernação, 116 servente da limpeza, 24 copeiros, 27 garçons, oito dentistas, 12 auxiliares de desenvolvimento infantil, 58 motoristas, sete jardineiros, seis marceneiros, dez carregadores de bens e cinco publicitários. Além de possuir 97 veículos, destes, três são caminhões.

Ainda a respeito dos gastos dos auto proclamados deuses, pasmem:

Com assistência médica e odontológica foram gastos em 2018, R$ 15.780,000, 00 (Quinze milhões setecentos e oitenta mil reais). Com auxílio moradia, gastaram R$ 1.500,000, 00 (Um milhão e quinhentos mil reais). Com auxilio Educação Pré-escolar, gastou-se R$ 2.162,000, 00 (Dois milhões cento e sessenta e dois mil reais). No auxilio alimentação foram R$ 12.000,00 (Doze milhões de reais) e no auxilio natalidade foram R$ 204.000,00 (Duzentos e quatro mil reais).

Diante destas constatações fica a seguinte questão

Qual a contribuição ou retorno que esses elementos tem dado à nação brasileira com essa estrutura? Ter resposta convincente torna-se difícil, pois a população assiste, a anos, uma trágica atuação dos mesmos, onde além da ineficiência nos julgamentos de políticos com foro privilegiado, observa-se que estes ministros soltam políticos investigados e condenados por corrupção na Operação lava jato, como exemplo, Jose Dirceu. A nação também fica estarrecida com o episódio protagonizado pelo ministro deste órgão supremo, Gilmar Mendes, na tríplice soltura do empresário Jacob Barata Filho. Este ministro, entre maio de 2018/abril de 2019, soltou mais de vinte presos da Operação Lava Jato. Mas, o episódio que repercutiu negativamente em relação a corte foi censurar a imprensa, uma vez que determinou a retirada da matéria de sites e revistas por ter publicado o teor da delação premiada de Marcelo Odebrecht onde o codinome “O amigo do amigo do meu pai” seria uma menção ao elemento Dias Toffoli, nada menos que o presidente da corte republicana.

Diante o exposto, seja pelos gastos, pela estrutura, atrelado ao autoritarismo que torna escândalo, aliado a inércia propositiva do órgão, leva a população a se manifestar em seu contra, uma vez que não há retorno, mas sim prejuízo e inutilidade. Recentemente, pelas principais capitais, milhares de cidadãos protestaram contra os elementos do órgão por não aceitar sua conduta e seus gastos. A grande questão é que o Supremo Tribunal Federal tem que ser defensor da plena justiça e não de seus elementos que compõe a instituição republicana, caso contrário poderá haver um declínio total que se acena para os próximos dias.

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Paulo Fernando De Barros

Colunista e editor para a Noruega em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades culturais, sócio-políticas e econômicas da região.
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