10 curiosidades sobre a Copa do Mundo FIFA de 1970 no México

10 curiosidades sobre a Copa do Mundo FIFA de 1970 no México

Copa do Mundo de 70 apresentou ao mundo uma Seleção Brasileira fascinante entre outras novidades que transformaram o futebol.

A Seleção Brasileira de 1970 foi, sem dúvida, uma das maiores reuniões de craques que o futebol brasileiro já apresentou em uma Copa do Mundo. O futebol envolvente da Canarinho encantou o mundo e marcou a história das Copas assim como as novidades que passaram a fazer parte do futebol a partir da competição no México. Por exemplo, você sabia que as substituições no futebol começaram neste mundial? Listamos abaixo 10 curiosidades sobre a Seleção Brasileira e a Copa do Mundo de 1970.

De olho na telinha

1 – A Copa do Mundo Fifa de 1970 foi a primeira a ser transmitida ao vivo pela televisão para todo o planeta, via satélite. No Brasil, as imagens chegaram em preto e branco.

Pique novo

2 – A Copa do Mundo Fifa de 1970 marcou a estreia das substituições durante os jogos de futebol. Inicialmente, eram permitidas apenas duas mudanças. A primeira substituição brasileira foi no segundo tempo do jogo de estreia contra a Tchecoslováquia. Gerson deu lugar a Paulo César Caju. 

Olha o cartão!

3 – Árbitros usaram pela primeira vez os cartões – amarelo e vermelho –, como conhecemos hoje em dia, na Copa do Mundo Fifa 1970. As cores foram inspiradas no semáforo de trânsito. O primeiro jogador brasileiro a receber um cartão amarelo na competição foi Tostão, logo no primeiro minuto do jogo de estreia contra a Tchecoslováquia.

Constelação ofensiva

4 – Os craques Jairzinho (Botafogo), Rivelino (Corinthians), Gérson (São Paulo) e Pelé (Santos), a linha de frente da Seleção Brasileira, vestiam a camisa 10 em seus clubes. Tostão, que vestia a oito no Cruzeiro, já vestira a 10 da Seleção antes do Mundial.

Implacável

5 – Jairzinho recebeu o apelido de Furacão por ter marcado gol em todos os jogos da Copa do Mundo de 1970. Feito inédito na história dos mundiais.

Pimba na gorduchinha!

6 – A Copa do Mundo de 1970 trouxe uma novidade para o campo: a famosa bola de 32 gomos em preto e branco substituiu de vez a redonda e marrom de couro. 

“La Patada Atômica”

7 – Rivellino foi apelidado pelos mexicanos de Patada Atômica após o gol de falta marcado na goleada contra a Tchecoslováquia na estreia da Copa do Mundo de 70: 4 a 1.

Início promissor

8 – Antes de treinar a Seleção Brasileira em outras Copas, Claudio Coutinho (1978) e Carlos Alberto Parreira (1994 e 2006) foram preparadores físicos do time campeão em 1970.

Brilho reconhecido

9 –  Seis jogadores brasileiros integraram a seleção da Copa do Mundo de 1970: Carlos Alberto, Clodoaldo, Gérson, Jairzinho, Pelé e Rivellino.

Sua Majestade no álbum

10 – O álbum de figurinhas da Copa do Mundo de 70 foi o único com cromo de Pelé como jogador. Sem dúvidas, objeto de desejo de colecionadores em todo mundo.

Foto: Divulgação/FIFA
Fonte: CBF

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