Mikhail Boyarskiy, na visão de Djessika Aleksandrovna Djakonetti

Mikhail Boyarskiy, na visão de Djessika Aleksandrovna Djakonetti

Aprecio imersões artísticas em geral, até mesmo por costume terapêutico para o sono e ansiedade. A escolha de Mikhail Boyarskiy ocorreu por comentar sobre seu trabalho artístico com um amigo próximo, que também é apreciador de arte. Tudo surgiu a partir de uma brincadeira, fazendo um teste de desenho dessa personalidade antes de outros nomes.

Como apreciadora da cultura eslava (não de questões de estado propriamente ditas), o público, vez por outra, se depara com minhas obras que revelam as virtudes desse povo, sua evolução histórica e arte.

Minha admiração é tamanha que a língua russa é uma das que estudo e falo. A própria apresentação do alfabeto diferenciado, cirílico, já me causou inquietação e curiosidade para aprender. Foi assim que resolvi destacar esta celebridade, Mikhail Boyarskiy.

Nascido em Ленинград (Leningrado), atual Санкт-Петербyрг (São Petersburgo) em 26 de dezembro de 1949, Mikhail Sergeyevich Boyarskiy é praticamente venerado entre os eslavos, principalmente por seu papel de D’Artagnan, no longa musical D’Artagnan e Três Mosqueteiros, de 1978, inspirado na obra de Alexandre Dumas.

O artista vem de uma família de atores, começando sua carreira no início da década de 1970, pelo Lensoviet Teatro Acadêmico de São Petersburgo (Санкт-Петербургский академический театр имении Ленсовета).  Mikhail  possui duas ordens de honra, concebidas pela Federação Russa e Moldávia, respectivamente.  Além de ator, possuí ainda 6 álbuns musicais gravados.

Esse pano de fundo inquietou-me ao ponto de me debruçar ao sketchbook, papel sulfite gramatura 120, canetas e lápis coloridos, o mais foi apenas consequência.

Imagem: Desenho – Jessica Jaconetti, 02/06/2020.

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