Análise do sistema Brasil

Análise do sistema Brasil

O Brasil talvez possa ser caracterizado como um exemplo de país que o sistema é uma balbúrdia. Começa pelas leis, política, igrejas, grandes bancos, empresas que possuem monopólios ou formam oligarquias. Benefícios gigantescos para poucos, favorecimentos “legalizados” para alguns e uma verdadeira anarquia em níveis jurídicos, sociais e econômicos.

A lavagem cerebral causada pelas teorias nefastas levadas ao pé da letra por Lenin, Stalin e outros genocidas, como marxismo, gramscismo, etc., leva nosso povo a acreditar que governar para reduzir um estado, enxugando a máquina pública é uma afronta ao que está estabelecido. Então, o Brasil se desenvolveu no último século com dezenas de amarrações jurídicas e culturais que tornam quase impossível tornar o estado mais dinâmico, mais econômico para o bolso dos contribuintes e eficaz.

Em todo nosso aparato jurídico e governamental há dezenas de burocracias criadas, a grande maioria desnecessária e que impedem a liberdade tanto econômica, quanto de livre pensamento e ação. Se quisermos falar em termos de liberdade econômica, de fato somos um sistema formado para ir contra este caminho, pela burocracia das leis, excesso de normas, interpretação de toda a forma (sem evolução e bem estar geral), abuso de poder por diversos entes públicos ou poderes.

Politicamente e juridicamente está tudo tão engessado de forma proposital, para que o povo não tenha liberdade em nenhuma área de sua vida, ou para que só faça o que o Estado permitir e quando o permitir.

Para reverter tudo isto não será do dia para a noite, seja para termos liberdade econômica e poder fazer negócios com o mundo sem intermediários ou sem de ter o aval do governo para tudo, bem como taxações excessivas ou bloqueios em importação e exportação.

Em termos econômicos, por exemplo, estamos engessados até o pescoço, pois temos o Banco Central controlando juros a todo momento, dando o preço ao crédito, mas não faz nada para manter estável o poder de compra da moeda, o preço da moeda propriamente dito, comparando a outras moedas utilizadas em compra e venda, importação e exportação.

Temos um intervencionismo estatal muito grande em todos os setores da economia e principalmente na moeda, como no exemplo citado, de modo que como exemplo contrário temos Cingapura, que não estipula juros e nem metas para evolução da base monetária, pois apenas tentam manter uma taxa de câmbio estável, para manter forte as exportações e poder manter competitivo o mercado interno, mantendo o mínimo de liberdade econômica de quem produz e gera a economia do país.

Bancos centrais nem mesmo existiam há algumas décadas na maioria dos países, o que demonstra que não vem funcionando esta tática econômica de ter um Bacen controlando tudo e interferindo em tudo, pois do contrário seríamos líderes econômicos mundiais também.

Pelo lado mais político, os partidos do foro de São Paulo, expressamente ligados ao socialismo/comunismo, judicializam todas as medidas do poder executivo, recorrem ao STF para tudo e este sempre aceita. A presidência da Câmara dos deputados, de igual forma, deixa caducar todas as MP’s e a mídia desce o sarrafo todo santo dia, pois as medidas provisórias não passam propositalmente por forçar políticas contrárias e que não visam o bem do Brasil e seu povo. Ou seja, estão sabotando o brasileiro por esta associação oculta, porém explicita entre seus atos. Basta querer enxergar.

Por outro lado não podemos fechar os olhos à falada hoje no Brasil, “renda brasil”, que seria um renda mínima para todos. Já tivemos programas destes e não ajudaram o brasileiro a estudar, conseguir trabalho e deixar a miséria. Isso são fatos históricos e números, basta buscar e entender, pois o bolsa família nunca diminuiu o número de beneficiários nos últimos 10 anos ou mais.

Uma renda mínima geral ou para todos não deixa de ser uma agenda criada e forçada pelos globalistas que dominam o mundo, bancos, grandes empresas, etc., pois querem implantar uma renda universal e mundial, ou seja, todos ganhando um determinado valor, que serviria apenas para comer e sobreviver e não viver e prosperar, evoluir. Assim, agendas muito parecidas, que parece a solução de problemas de fome, miséria e pobreza, enquanto em verdade o caminho pode ser tomado de outra forma como pelo campo educacional, moral, pelo ensino e prática da ética, como também os poderes trabalhando para o bem de todos, com políticas públicas que visem o bem estar, educação, segurança e saúde para todos, entre outros fatores a serem trabalhados, e, não apenas dar dinheiro a todos, pois não existe almoço grátis, eis que alguém terá que trabalhar, plantar, produzir, industrializar para termos comida, casa, carro, estudo, etc.

Muitos fatores nos levam a esta conclusão, pois o Brasil ano após outro produz recordes de alimentos e fatura muito pelo agronegócio, porém de fato a comida não chega à boca do próprio povo, dicotomicamente. Há muito por detrás desta ideia e do que ocorre, como citado, no agronegócio, que é o ramo mais lucrativo para exportações para o Brasil, porém o que advém de impostos e lucros sobre as vendas não retornam para nossa vida, educação, saúde, segurança, oportunidades, criação de empregos e renda, entre outros.

Os frutos de tudo isto fica na mão de poucos, que já controlam tudo, sejam instituições bancárias, bolsas de valores, wall street, chineses, grandes empresas e monopólios nacionais, corporações que já dominam o mercado, etc. Repetindo, não chega tudo o que tem de bom até nós, de modo que vivemos com as migalhas e assim querem que continue.

Aumentam as produções, exportações, lucros das grandes empresas e bancos, porém não aumentam salários, nem renda dos funcionários, produtores rurais, nem mesmo acesso à educação, nem aumento de lucros, nem garantias de prosperar mais tanto quanto o crescimento de produção e vendas externas ou mesmo internas também. Mais em breve!

Imagem em destaque: pp

Contar hoje com uma mídia isenta, ética e informativa é a busca de todo leitor. Somos o DUNA PRESS JORNAL. Uma Agência de Notícia On-Line, trabalhando com informações gerais que podem ser lidas por toda a família, em uma abordagem que prima pela ética e pelo respeito ao leitor. Torne-se um assinante de nosso jornal.

Clique aqui no banner abaixo para assinar.

Experimente por 7 Dias Gratuitos – Nossos Valores de Assinatura

– U$ 1,00 mensal

– U$ 10,00 anual (com todos os benefícios nesta opção – Press, Magazine, artigos científicos diversos, entre outros acessos)

DUNA Press Jornal – Jornalismo Ético, Sério e Informativo.

Print Friendly, PDF & Email