Crônicas

Dom Bertrand declara que a cura é tão antiga quanto a Monarquia e os Jesuítas

Membro da Família Imperial atingido por Covid-19: De onde veio a cura?

O herdeiro do trono confirma contaminação e medicamento usado pela Família Imperial

Sua Alteza Imperial e Real Dom Bertrand de Orléans e Bragança (02/02/1941), referência da própria História do Brasil, declara que houve contágio na Família Imperial, e menciona qual medicamento foi utilizado.

Confirmando como a monarquia está próxima de nós, a um estender de braços, Dom Bertrand é da seguinte ascendência:

– Terceiro filho varão de Pedro Henrique de Orléans e Bragança (13/09/1909 – 05/07/1981) e da princesa Maria Isabel da Baviera (09/09/1914);

– Neto de Luís de Orléans e Bragança (26/01/1878 – 26/03/1920);

– Bisneto da princesa Isabel do Brasil (29/07/1846 – 14/11/1921) e de Gastão de Orléans, Conde d’Eu (28/04/1842 – 28/08/1922);

– Trineto do imperador Pedro II do Brasil (02/12/1825 – 05/12/1891) e

– Tetraneto em linha reta masculina do rei Luís Filipe I de França (06/10/1773 – 26/08/1850).

Como porta-voz da família imperial brasileira, Dom Bertrand possui autoridade para falar não apenas sobre a saúde dos familiares, mas também sobre as condutas médicas adotadas, cuja palavra tem peso de ouro em momentos cruciais de embate entre ciência e ideologias políticas.

Sem rodeios, em 10/04/2020, o herdeiro do trono imperial revela que vários de seus irmãos foram tocados pelo vírus, sendo que a maioria deles teve rápida alta médica, e outros em vias de liberação. Diz ainda que seu irmão Dom Antônio (Antônio João de Orléans e Bragança; 24/06/1950) foi atingido mais gravemente, cuja saúde ficou bastante debilitada, precisando de UTI.

A nota de sua alteza imperial dá conta de que a própria família temia pela vida de Dom Antônio. Segundo informações de sua esposa (Cristina de Ligne – Princesa de Ligne; 11/08/1955), em poucos dias ele teria alta para desenfermar em casa e no aconchego da família.

Por conta das circunstâncias, seu terceiro filho, Dom Rafael (1986) regressou da Europa, para momentos íntimos de família, logo retornando ao velho continente.

Segundo Dom Bertrand, quando Dom Antônio estava na pior fase da doença, começou ser tratado exatamente com a famosa cloroquina (cuja variante é a hidroxicloroquina). O médico, Dr. Bruno, que acompanha o príncipe, informou à Família Imperial que a cloroquina é um remédio (medicamento) conhecido pelos Jesuítas, desde os séculos XVI e XVII, para tratamento de malária, sendo, já naquela época um fármaco extremamente eficaz, notório e utilizado.

Apesar desse histórico antiquíssimo da cloroquina, a maioria dos brasileiros não pode se utilizar dos benefícios do medicamento por conta de burocracias de órgãos reguladores, interferências de questões políticas e ideológicas, agindo com mão de ferro sobre questões medicinais e científicas.

Felizmente, com ampla divulgação e utilização em países do primeiro mundo, com vasta documentação, de efeitos muito mais positivos do que negativos – quando nada era oferecido em contraponto, o fármaco passou a ser autorizado para livre decisão entre médicos e pacientes, sem maiores barreiras ou embaraços (fato que já deveria ter ocorrido desde o início, não fossem interesses outros).

Dom Bertrand expressa, ainda, sua admiração da sabedoria popular conduzida pela bondade de Deus, vez que, conforme lhe disseram (e o príncipe não se rodeia a não ser de sábios responsáveis) a cloroquina é extraída de vegetais, raízes e cascas de árvores, e é justamente o que está resolvendo o problema, sobretudo, trazendo esperança para o povo brasileiro. Convém lembrar que, ressalvadas questões ideológicas e políticas, a cloroquina faz parte da Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial de Saúde, relação dos fármacos mais eficazes, seguros e fundamentais no sistema de saúde de qualquer país; disponível como “medicamento genérico”. Apenas por curiosidade, a primeira lista foi publicada em 1977!

A nação é conclamada pelo príncipe a agradecer a Deus pela superação da pandemia, apesar do previsto crescimento de casos nos dias seguintes da declaração. Mas, com a ajuda divina, o Brasil não tem as perspectivas trágicas dos países europeus. Por causa do clima brasileiro, dos medicamentos (já conhecidos na nação há séculos), e do carinho do povo, o país saberá superar a crise.

A conduta adotada foi, portanto, assertiva, pelo que Dom Antônio, em séria situação de risco, foi totalmente curado e sua saúde recuperada.

Ao ensejo, como é comum a Sua Alteza Imperial e Real, Dom Bertrand ministra uma verdadeira aula de História, não do que tenha ouvido nas escolas de doutrinação gramscianas, que formaram as últimas décadas de estudantes de todas as áreas do conhecimento no Brasil; em vez disso, o herdeiro à monarquia fala com domínio sobre experiências vividas pela Família Imperial, impossível de se separar da própria tessitura da História do Brasil.

Nesse diapasão, Dom Bertrand ensina como doutor nato, e não poupa palavras, nem faz rodeios na aula que nos ministra. Nos ensina que o uso de cloroquina já fazia parte da conduta de tratamentos e cura desde os primórdios da nação, desde os Jesuítas, portanto, terapia medicamentosa em uso comum a partir 1500 A.D.

Nenhuma política era superior aos conhecimentos dos índios, portugueses, eclesiásticos ou da Família Imperial.

Políticas passaram a asfixiar e prejudicar a ciência quando ocorreu o único golpe da História do Brasil, em 15 de novembro de 1889.

Qualquer movimento após isso nada mais foi do que atendimento militar em obediência à Constituição Federal, quando da marcha das famílias. Diga-se “marcha das mulheres”, às quais a nação será sempre devedora. Sem medo, clamaram por intervenção para libertar o Brasil dos levantes, milícias, atentados e jugos subversivos e bolcheviques da época. Famílias foram às ruas pedir que o artigo primeiro da CF fosse obedecido, fazendo valer os princípios do povo, ao que as Forças Armadas se submeteram e agiram.

Sendo o único golpe histórico o de 1889, o que o brasileiro teria, de fato, a comemorar a cada 15 de novembro, a não ser questionável feriado em si?

Posto isto, nenhuma política ou ideologia partidária seduzia, sobrepujava ou esganava a ciência.

Segundo Ruy Barbosa, nosso Águia de Haia, jurista da primeira Constituição Federal “republicana”, a partir do golpe, ao rever a Carta Magna, o polímata diz amargamente que, por aquela redação, haviam transformado o Brasil num grande balcão de negócios.

Lamentavelmente, a maioria dos “professores de História”, “sociólogos”, e outros “ólogos” costumam omitir de seus alunos o fato de que Marechal Deodoro, primeiro presidente da república, de convicções monarquistas, renunciou em seguida.

A sedução inculcada por Quintino Bocaiúva, Benjamin Constant e grande elenco, apenas gerou uma crise nacional cujos amargos frutos colhemos até hoje; apesar da retratação desses e inúmeros outros arrependidos pela traição a Dom Pedro II, por acaso, amigo pessoal de vários deles.

Nem Floriano Peixoto e demais ministros suportaram permanecer no primeiro governo “republicano”, após “cair a ficha” de que se tratava de um golpe ao Imperador.

A dor maior que sentiram foi a de haverem ferido a mão que muito lhes havia ajudado, assim como a própria nação. Até Antonio Carlos Gomes (1836-1896) foi favorecido com bolsa de estudo em Milão, graças à caneta de D. Pedro II. A iniciativa do imperador em apoiar incondicionalmente as artes e cultura foi causa do sucesso de A noite no castelo, apesar de ser mais conhecido o clássico Il Guarany. Ainda que permeado por influência de Verdi, Carlos Gomes, sob-respaldo e impulsionamento da monarquia, faz com que o Brasil tenha sua própria música, originalmente nacional, clássica, magnífica e imponente diante do mundo.

Se Dom Bertrand nos faz concluir que a medicina e ciências não eram sufocadas por políticas ideológico-partidárias quando dos conhecimentos e práticas médicas desde os tempos dos Jesuítas, no vigor da monarquia; e, se Ruy Barbosa, ao ler a finalização da primeira Constituição Federal da república golpista, afirma categoricamente que o Brasil havia se tornado em grande balcão de negócios (que jamais poderia ser uma nação séria com aquela redação), então, não há como se refutar as seguintes conclusões:

1 – O balcão de negócios político-partidários, no qual se tornou o Brasil, também se aplica e se observa, dia-a-dia, nos balcões de drogarias, por negociatas nos balcões de laboratórios e repartições públicas, carentes urgentemente de mais e mais “operações alquimia”;

2 – A ciência não pode ser refém de interesses ideológicos, políticos ou partidários;

3 – A Família Imperial ainda é referência da própria História do Brasil, e, como tal, seus princípios, condutas e bússola devem ser considerados seriamente por governantes e população, inclusive suas escolhas terapêuticas e demais conselhos, pois “quem soube, fez a História, não a esperou acontecer”;

4 – Os políticos atuais (com raras exceções) não chegam ao nível dos próprios indígenas, em termos de sabedoria e utilidade funcional à nação; pois esses buscavam todos os recursos possíveis para tratamento do povo, enquanto aqueles, costumam criar problemas (via colóquio flácido para acalanto de bovino – conversa mole para boi dormir) visando vender soluções;

5 – Recursos científicos, terapêuticos e farmacológicos, hoje em discussão politizada, já eram utilizados normal e naturalmente por primitivos (aqueles a quem tanto ridicularizamos por chamarem chuva através de danças e comunicação por sinal de fumaça), sendo as condutas e “remédios” de hoje, já conhecidos por eles naquela época, a ponto de serem reconhecidos até mesmo pela Família Imperial;

6 – República (“res” = qualquer coisa; “publica” = público: coisa pública qualquer), possui auditório, plateia, arquibancada, meros expectadores = público (pagante em torno de 50% ao Estado). Monarquia possui povo, gente e nação (pagando os “mal ditos” 20% à época). E teve gente que disse ter dado a vida pelos 20%, quando, hoje, a maioria absoluta dos brasileiros irá preferir o “quinto dos infernos” (20%) a cortar na carne com metade de tudo para o “governo” (50% ou mais de bi, tri ou quadritributação);

7 – A monarquia toma cloroquina, é curada, e continua provando ser melhor do que o sistema de governo republicano do balcão de negócios “profetizado” por Ruy Barbosa.

Ao final de sua palavra ao Brasil, Dom Bertrand invoca ajuda de Deus para superação e proteção, e nos exorta a que saibamos reconhecer e agradecer pela Divina Providência: “Deus não abandona os Seus”!

Dom Bertrand de Orléans e Bragança e Dan Berg – Preleção sobre o Brasil Império

Pastichando as palavras do escriba de Moisés, nacionalista e líder Esdras (Ezra – עֶזְרָא – “Aquele que ajuda, Ajudador, Auxiliador): “(esta é uma cópia da carta que lhe enviaram): “Ao rei Artaxerxes, De seus servos, que vivem a oeste do Eufrates: […]” (Es.4:11 – NVI). Inspira-nos tomar ciência e espírito do mesmo contexto que permeia o restante dessa histórica e abençoadora carta ao rei.

Nous vous sommes très reconnaissants de votre témoignage, Dom Bertrand!

Vive Le Roi! (Viva o Rei)!

Vive La Monarchie! (Viva a Monarquia)!

Imagens: reprodução.


Palavra de Dom Bertrand à nação brasileira, disponível em 21/06/2021:

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Dan Berg

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades sócio-políticas e econômicas da região.
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