Iniciativa é voltada para professores e funcionários da área agrícola, que podem replicar o conhecimento no país africano.

A Faculdade de Ciências da Universidade Estadual Paulista (Unesp) oferecerá o curso “Conceitos sobre sensores e Instrumentação Eletrônica na área Agrícola” para professores e profissionais técnicos das universidades de Moçambique. O conteúdo tem duração de 20 horas e será ministrado pela plataforma Google Meets, com todas as aulas ao vivo.

O professor João Perea Martins, do Departamento de Computação da Faculdade de Ciências, é o responsável pela iniciativa. “A ideia surgiu porque estamos utilizando várias ferramentas para aulas EAD, por conta da pandemia. Logo, surgiu a ideia de fazer uma colaboração dentro da comunidade acadêmica e, assim, foi proposta a realização um curso de curta duração para professores de universidades de Moçambique”, explicou o docente em entrevista ao Portal da Unesp.

Houve o esforço por parte da Professora Vera Lúcia Capellini, vice-diretora da Faculdade de Ciências, que, além de apoiar a realização da atividade, também possibilitou a emissão de certificados. A iniciativa busca capacitar professores da área agrícola para o uso da tecnologia eletrônica computacional, de modo que eles consigam entender, selecionar e manusear equipamentos eletrônicos para a melhoria da produção.

Gases de efeito estufa

Moçambique foi escolhido por consistir em um país com diversas vulnerabilidades sociais e ainda vive a contrariedade de ser uma das nações que menos agride o planeta com a emissão de gases de efeito estufa, mas uma das que mais sofre com o problema.

Puderam se inscrever pessoas diretamente ligadas às universidades de Moçambique, principalmente docentes, pois eles têm um maior potencial de posteriormente se tornar um agente multiplicador do conhecimento.

Foram inscritos no concurso 49 professores e dois técnicos de quatro universidades de Moçambique. Participarão do curso a Universidade Católica de Moçambique, o Instituto Superior Politécnico de Gaza, a Universidade Lúrio e a Universidade de Licungo.

Segundo Perea, a ideia é que os alunos repliquem esse conhecimento nas instituições em que atuam ou usem o conteúdo na aplicação de disciplinas.

Fonte: Governo de São Paulo

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