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O lado bom da votação da Fake News – 2 de julho – O Nordeste e sua importância para a História do Brasil – assuntos entrelaçados

Se a PROCLAMAÇÃO da Independência ocorreu em 7 de setembro de 1822, a CONSUMAÇÃO ocorreu em 2 de julho do ano seguinte, pelos queridos baianos e nordestinos.

Veja nesta matéria: O Nordeste e sua importância para a Independência do Brasil. A História se repete: O lado bom, apesar de certas decisões políticas desastrosas: Quando todo o país está de olho, a nação inteira é afetada!

Antes de entrarmos no assunto, faça um teste: uma pequena pesquisa. Pergunte a apenas dez pessoas nas ruas de sua cidade:

a) Por que o dia dois de julho é importante para a História do Brasil?

b) Por que o povo nordestino, mais especificamente o baiano, é tão importante para a Independência do Brasil?

Se apenas duas dessas pessoas souberem responder essas perguntas, e, se você também tiver as respostas, pode parar de ler por aqui. Já recebe os “parabéns”!

Mas, se nem duas pessoas, nem mesmo você, com todo respeito, souber responder a essas simples perguntas, então, eu e você temos por dever jogar a preguiça de brasileiro de lado, e lermos atentamente sobre o que tudo isso tem a ver com a minha e sua vida. Bora lá?

1 – A LEI DA MORDAÇA QUERENDO IMPERAR NO BRASIL E MUDAR A HISTÓRIA DA LIBERDADE E A LIBERDADE DA HISTÓRIA

Em 30/06/2020, o Senado aprovou o PROJETO DE LEI DA FAKE NEWS. Essa lei é tida pelos cidadãos de bem como VERDADEIRA MORDAÇA E CENSURA ao povo brasileiro. Significa a liberdade de expressão sendo cassada.

A quem interessa essa lei? À movimentos sinistros e totalitários, que perderam poder nas redes sociais por causa da roubalheira, e à imprensa corrompida, que perdeu para as redes sociais o domínio da informação.

O objetivo do PL é amordaçar o povo. Como ridículo exemplo: a pena para quem der um tiro de revólver é menor do que para quem der um clique no teclado do computador. A questão é mais absurda do que se imagina, inclusive com penas de dois a oito anos de prisão.

É interessante notar que, nessas horas, não se vê juristas defendendo o nexo causal da lei, para a Justiça, a equidade e a ética, quando, debaixo de suas barbas, observam, de braços cruzados, legisladores costurando verdadeiras tramas diabólicas e aviltantes de toda honra nacional e dos próprios jurisconsultos.

O Presidente da República já deixou claro que é contra tal lei.

Numericamente, o povo religioso, que se coloca como mais bem preparado para fazer diferença positiva na sociedade (sendo os cristãos em muitíssimo maior número do que demais crenças, todos que devem ter a liberdade de crença, pensamento e expressão, conforme a Carta Magna), somado à bancada rural e outras correntes, é totalmente suficiente para enterrar tal projeto.

Se não o fizerem, a sigla PL passará a ter outro significado: Promiscuidade Legislativa.

Se os cristãos e demais bancadas que possuem o estandarte da moral e dos bons princípios (que desejam para a nação) não fizerem sua parte (o que será uma vergonha), o Presidente da República dará veto, retornando com a questão dos 2/3.

Não se fala, nesse aspecto, quem seja de direita ou esquerda, até porque há gente dita de direita fazendo o jogo da esquerda, é até encabeçando a propositura do desavergonhado projeto. Trata-se de monstruosa perseguição à liberdade de expressão.

É hora de cada um mostrar a que veio. É hora de o povo e seus representantes, principalmente “religiosos”, que defendem a liberdade de crença e princípios cristãos, cobrarem dos deputados que elegeram, para que votem CONTRA esse PL – Projeto de Lei, mais para Prevaricação Letal.

Ninguém vai tirar a liberdade do povo de se expressar, exceto se ele deixar. É hora do saudosismo de Policarpo, John Huss, John Knox, os irmãos Wesley, Charles Hadon Spurgeon, Luther, e incontáveis outros heróis da fé pós-bíblicos, que não tinham medo de colocar o dedo no nariz das autoridades para mostrar que só estavam lá por causa do povo, e, que a Igreja (famílias) tinha voz ativa para determinar o que o Estado poderia ou deveria fazer; jamais o Estado dizendo o que a Igreja (famílias e comunidades) podem fazer.

Sobre FAKE NEWS, para situações de injúria, calúnia, difamação e ameaça, já existe lei: Artigos 138 a 147 do Código Penal. Portanto, criar novas leis é muito mais do que invencionice, mas claro instrumento de amordaçamento. Não precisamos de novas leis, mas de se fazer cumprir as já existentes.

Portanto, o que significa essa PL uma vez que já existem leis para as ofensas e prejuízos acima? Fica claro que o motivo máximo é: CALAR O POVO BRASILEIRO!

Os políticos corruptos descobriram que cada aparelho celular é uma emissora de televisão; cada telefone é uma potência de informação. É por isso que querem calar o povo, cortando seu meio de comunicação mais precioso que existe no momento.

O LADO BOM DO PROJETO DE LEI DA FAKE NEWS: EXISTE ALGUM? CLARO QUE SIM! VEJAMOS:

Qual é, afinal, o lado bom da votação do projeto de lei da censura e da mordaça? O escrutínio ocorrido no Senado, e seguido para a Câmara dos Deputados, é excelente registro histórico para que o povo veja quem são, de fato, os políticos em quem votaram!

Os documentos estão estampados e registrados para a História. Agora, o povo tem em mãos uma poderosíssima arma: A INFORMAÇÃO. É hora de anotar quem votou a CONTRA ou A FAVOR do nauseabundo projeto de lei da mordaça.

É hora de aproveitar esse momento e anotar nome por nome. É hora de ver se o político que você elegeu vota contra ou a favor aos interesses patrióticos.

Já dizia um sábio:

“Eu tenho ouvido: ‘Não traga a religião para a política’. É precisamente para este lugar que ela deveria ser trazida e colocada ali na frente de todos os homens como um candelabro” (Charles Hadon Spurgeon)

2 – INDEPENDÊNCIA DO BRASIL: PROCLAMAÇÃO NO IPIRANGA, CONSUMAÇÃO NA BAHIA

Apesar de tanta discriminação e preconceito contra o povo nordestino, porque votaram de forma diferente do restante do país em várias ocasiões, o Nordeste tem indeléveis lições de patriotismo, mais do que muitos lugares. Os registros não nos deixam mentir. Também se nota que mudam fortemente de opinião quando necessário, e que valorizam a pátria.

Não há espaço para qualquer vírgula de preconceito ou discriminação, até porque, veremos nesta matéria o virtuosismo do Nordeste: Quando teve que definir o placar da História, DEFINIU!

Em plena votação do abominável PL das Fake News, ocorre a mesma coisa: A maioria dos senadores que fizeram diferença prejudicial ao povo, votando a favor do execrável projeto de lei, são os que foram eleitos pela região do Nordeste (com exceções). Eles votaram a favor da morte da voz do povo, e envergonharam a parcela nordestina do Senado Federal, e ridicularizaram o povo que neles votou.

Novamente, cabe aqui, o encorajamento nacional para que o honradíssimo, valente e impávido povo nordestino, continue mostrando sua força regional, cercando todos esses infames senadores e deputados, questão PARALAMENTAR, que votam a favor da morte da voz. O brioso povo do Nordeste mostra que é hora de virar a mesa!

2 DE JULHO – NORDESTE – INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

Vejamos agora a importância que o Nordeste tem na História da Independência do Brasil.

Nossa matéria será baseada no brilhante artigo das FFAA, mais especificamente da Folha Militar Online – Ministério da Defesa – Entenda o significado histórico do 2 de julho, et al.

A PROCLAMAÇÃO da Independência ocorre em 7/9/1822, todavia, a CONSUMAÇÃO da Independência se registra em 2/7/1823. O anúncio se inicia no Ipiranga, São Paulo – SP, contudo, o ponto final de guerra ocorre em Salvador – BA.

Em 1798, na Bahia, o fim do domínio lusitano já se faz presente, ano em que aconteceram as lutas da Conjuração Baiana.

No ano de 1821, as notícias da Revolução do Porto reavivaram as esperanças autonomistas em Salvador. Os grupos favoráveis ao fim da colonização enxergam na transformação liberal lusitana um importante passo para que o Brasil atinja a independência.

As relações entre portugueses e brasileiros começa se acirrar, promovendo verdadeira cisão entre ambos, em Salvador.

Meses antes da independência, grupos políticos se articulam pró e contra essa mesma questão.

Em 11 de fevereiro de 1822, uma nova junta de governo administrada pelo Brigadeiro Inácio Luís Madeira de Melo dá vazão às disputas, já que o novo governador da cidade se declara fiel a Portugal.

Utilizando autoritariamente as tropas a seu dispor (coisa que nenhum político faz hoje?!?), MADEIRA DE MELO resolve inspecionar as infantarias, de maioria brasileira, no intuito de reafirmar sua autoridade.

A atitude tomada dá início aos primeiros conflitos, que se iniciam em 19 de fevereiro de 1822, nas proximidades do Forte de São Pedro. Em pouco tempo, as lutas se alastram para as imediações da cidade de Salvador.

Mercês, Praça da Piedade e Campo da Pólvora se tornam os principais palcos da guerra.

Durante as festividades ocorridas na procissão de São José, em 21 de março de 1822, grupos nativistas atiram pedras contra os representantes do poderio português. Além disso, um jornal chamado “Constitucional” prega oposição sistemática ao pacto colonial e defende a total soberania política local.

Em contrapartida, novas forças subordinadas a MADEIRA DE MELO chegam a Salvador, instigando a debandada de parte da população local.

O apoio popular a DOM PEDRO I significa afronta à autoridade de MADEIRA DE MELO, que mais uma vez responde com armas ao desejo da população local. Os brasileiros, inconformados com a violência do governador, proclamam a formação de uma Junta Conciliatória e de Defesa instituída com o objetivo de lutar contra o poderio lusitano. Os conflitos se iniciam em Cachoeira, tomam outras cidades do Recôncavo Baiano e também atingem a capital, Salvador.

Em sete de setembro de 1822, ocorre a PROCLAMAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL, das mãos de Portugal, às margens do Ipiranga, São Paulo – SP.

Não havia imprensa, correios, veículos, aviões, Internet, televisão, rádio, telefones fixos, telefones celulares, como temos hoje. Portanto, em muitos lugares, a notícia da independência e tudo que isso significava, demorou muito tempo para chegar. Uma enorme parte do país ainda não era independente!

De fevereiro de 1822 (antes da Proclamação) a julho de 1823, brasileiros estão em guerra, na então província da Bahia, contra as tropas portuguesas.

A declaração de independência feita por DOM PEDRO I, em sete de setembro de 1822, inaugura uma série de combates entre os governos e tropas de cada local, ainda fiéis ao governo português, e as forças que apoiavam o novo Imperador.

A Bahia sempre foi estratégica, até geograficamente, por ser o estado brasileiro que mais faz divisas, a mais extensa costa litorânea de todos os estados, e incontáveis outros elementos. É o maior estado do Nordeste.

Se tudo isso era tão desconhecido do baiano, do nordestino e do próprio brasileiro, eis aqui um registro histórico como verdadeiro memorial para a posteridade nunca mais alegar desconhecimento de tamanha participação da Bahia na Independência do Brasil.

O período entre fevereiro de 1822 e julho de 1823 é marcado por grande violência na Bahia. Tropas de Portugal invadiram quartéis e cidades, ocupando militarmente Salvador. O Forte de São Pedro e o Convento da Lapa, onde havia alguns soldados brasileiros, foram tomados.

MARIA QUITÉRIA DE JESUS MEDEIROS (Domenico Failutti)

Voluntários surgem de várias partes. Civis e militares se destacam pela bravura. MARIA QUITÉRIA recebe o título de Cadete e torna-se Patrono do Quadro Complementar de Oficiais do Exército. QUITÉRIA veste-se de homem e luta como soldado contra o domínio português. Em Itaparica, a defesa é feita por pescadores com facões e garruchas.

A declaração de Independência às margens do riacho do Ipiranga (SP) era negada pela ocupação e domínio português na Bahia.

O Príncipe Regente DOM PEDRO I contrata o general francês Pierre LABATUT, e lhe entrega armamento e tropas. Nas águas, o bloqueio naval de Salvador era imposto pela esquadra imperial sob o comando do escocês LORD Thomas COCHRANE. Sob as ordens do Coronel José Joaquim de LIMA E SILVA, o Exército e a Marinha, disponíveis, cercaram a cidade.

A maioria dos nomes aqui mencionados tornaram-se nomes de logradouros (vias públicas) de várias partes do país, mas, principalmente, do Bairro do Ipiranga, Sâo Paulo – SP. A maioria dos leitores deste texto irá se lembrar de já ter passado por algumas ruas e avenidas com esse fantásticos nomes históricos (Labatut, Lord Cochrane, Lima e Silva, 1822, Dom Pedro I, Dois de Julho, e incontáveis outras). Quem sabe, com mais tempo, e conforme seja a receptividade deste simples artigo, eu me sinta encorajado a escrever sobre os nomes das vias públicas de alguns lugares. Certamente será reviver registros históricos, no mínimo, emocionantes.

Retomando: Por conta dessa estratégia (Lord Cochrane, Lima e Silva e Labatut), na madrugada de 2 de julho de 1823 (tão madrugada quanto agora, quando me debruço nesta redação, baseada em relatos do ocorrido, sendo o mesmo dia 2 de julho, porém, de 2020), os portugueses, finalmente, se evadiram para o mar.

O Exército entra em Salvador, consolida a retomada da cidade e poe fim à ocupação portuguesa no Brasil.

O dia 2 de julho ficou registrado no conceito patriótico dos baianos, e tornou-se feriado estadual, como Independência da Bahia (parte da própria Independência do Brasil). Desde então, estabeleceram a tradição de comemorar esse dia, anualmente, com a repetição da entrada do Exército Pacificador na cidade de Salvador.

O nome gentílico para quem mora em Salvador é salvadorense, todavia, o mais usado é soteropolitano, do grego σωτήρ (soter), salvador/salvação, e πόλις (polis), cidade; a cidade do salvador ou da salvação: que essa memória reconduza ao Salvador, em quem tanto confiaram para a salvação, ainda que terrena, também questão de fé quando se trata dos grandes heróis).

A História é tão importante, que o Hino do Estado da Bahia também é chamado de Hino ao Dois de Julho, com Letra de Ladislau dos Santos Titara, e melodia de José dos Santos Barreto.

Sua primeira estrofe já indica o casamento perfeito entre 02/07/1823 e 07/09/1822, em franco jogo de palavras, beleza poética e profundidade histórica, emocionante, do segundo brilho do Sol, em comparação ao primeiro, na Proclamação. Em seu estribilho, o destemido grito de “nunca mais” aceitar qualquer tipo de déspota, ditador ou governo, de ideologia centralizadora ou totalitária:

Nasce o sol ao 2 de Julho,
Brilha mais que no primeiro!
É sinal que neste dia
Até o sol, até o sol é brasileiro.

Nunca mais, nunca mais o despotismo
Regerá, regerá nossas ações!
Com tiranos não combinam
Brasileiros, brasileiros corações!

São Histórias totalmente entrelaçadas e dependente uma da outra. No mesmo exemplo, demais estados nordestinos tiveram cenas semelhantes. Isso prova que O NORDESTE TEM ENORME PARTICIPAÇÃO NA PRÓPRIA HISTÓRIA DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL!

Se em 15 de novembro o brasileiro não tem nada para comemorar de efetivo, além do questionável feriado em si, por outro lado, deveria haver festa nacional, com feriado, pompa e circunstância, pela Proclamação da Independência, no riacho do Ipiranga (SP), em 7 de setembro de 1822, e a Consumação da Independência, em 2 de julho de 1823, em Salvador (BA).

Dom Pedro I compondo o Hino da Independência, em 1822. Óleo em Tela – Augusto Bracet.

Eis porque nosso hino nos conclama a ficarmos de pé, com mão na altura do coração – e, se quisermos aplaudir, uma vez que emoções e sentimentos não devem ser regidos por lei, mas espontâneos, com honra e, euforia livre e natural -, olhos ao pavilhão real, e entoar em verdadeiro brado, nos dias atuais, exatamente como os bravos guerreiros fizeram, ainda que ao custo das próprias vidas:

Brava Gente Brasileira
Longe vá, temor servil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.

(Hino da Independência do Brasil, 1822 – Primeiro Hino Nacional Brasileiro. Melodia: Dom Pedro I; Letra: Evaristo da Veiga)


PELO FIM DE PROJETOS DE LEIS DE MORDAÇA, DESRESPEITO À CONSTITUIÇÃO E LIBERDADE DE EXPRESSÃO. PELO FIM DA CENSURA AO BRASILEIRO, QUANDO, PELO BEM DO BRASIL, SEJA NECESSÁRIO E NATURAL À DEMOCRACIA CRITICAR POLÍTICOS QUANDO PRECISO.

Baianos e nordestinos: Novamente o Brasil precisa de vocês!

Não há como negar, vocês fazem a diferença na História. Que neste exato momento, a nação possa contar com o precioso Nordeste, para NOVA INDEPENDÊNCIA DOS GRILHÕES QUE NOS FORJAVAM!

OS NORDESTINOS QUE PUSERAM INIMIGOS PARA CORRER QUANDO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL, SÃO OS MESMOS QUE PODEM EXPULSAR QUALQUER PODER QUE QUEIRA VILIPENDIAR A LIBERDADE DOS VERDADEIROS PATRIOTAS! EXIJAM DE SEUS POLÍTICOS!

SENDO ASSIM, DA BAHIA PARA TODO O PAÍS – REAFIRMAÇÃO DAS LUTAS JÁ TRAVADAS E VITÓRIA CONQUISTADA COM MUITO SANGUE:

VIVA 2 DE JULHO!

VIVA A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL!


FOLHA MILITAR ONLINE – MINISTÉRIO DA DEFESA – ENTENDA O SIGNIFICADO HISTÓRICO DO 2 DE JULHO

DOIS DE JULHO, DATA HISTÓRICA:

http://folhamilitaronline.com.br/entenda-o-significado-historico-do-2-de-julho

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Dan Berg

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades sócio-políticas e econômicas da região.
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