A saga dos conservadores no Brasil do século 21

A saga dos conservadores no Brasil do século 21

Nos anos 60/70 o estado estava sendo assolado por terroristas, assaltantes de banco e sequestradores. Pessoas da pior espécie que justificavam seus atos dizendo que lutavam por uma causa justa, justa para eles, claro… pois no dia em que subverter a ordem social for causa justa, o mundo implode.

Esses elementos queriam subverter a ordem social para implantar a ditadura do proletariado.

Em 1964 os militares, atendendo ao clamor popular, tomaram posse para assegurar a ordem e o bem estar da população depois que o presidente João Goulart, se vendo derrotado em seu intento, fugiu na calada da noite e deixou o cargo vago. No entanto como a desordem prosseguia com os terroristas afrontando o estado e a população, os militares tiveram de endurecer o regime porque esse pessoal, que tinha armas e munições, estava colocando a segurança nacional em risco diariamente.

Vinte anos depois, terminado o regime militar, o mesmo pessoal que assolava o estado e a população, deu um jeito de retornar sorrateiramente ao poder e, se fazendo passar por representantes da sociedade civil, participaram da assembleia constituinte que promulgou a chamada “Constituição cidadã” que dava mais direitos do que deveres para o cidadão.

Daí pra frente o estado socialista começou a ser implantado aos poucos, pois na constituição havia todos os dispositivos para que isso fosse feito inclusive o dispositivo que facilitava o aparelhamento da imprensa trazendo esta para junto de governos socialistas e fazendo dela um mero tentáculo da “ditadura do politicamente correto” que começava a se instalar no Brasil.

No governo FHC, os pilares de uma sociedade marxista começaram a ser ostensivamente fincados na máquina pública com aumento da estrutura governamental e do número de impostos criados para financiar um estado assistencialista que visava ser apoiado por uma imensa massa disforme de pagadores de impostos que seriam doutrinados continuamente pela imprensa.  E foi o que de fato correu através dos anos.

A inversão de valores, através de táticas criadas por sociólogos pagos a peso de ouro, começou a ser disseminada pela grande mídia e a contaminar a sociedade que estava caminhando para o caos.

Pautas de direitos humanos que favoreciam criminosos e faziam essa classe se espalhar pelo país, foram intensificadas nas principais casas legislativas da nação o que levou nosso índice de criminalidade aumentar a níveis nunca antes imaginados. Para se ter uma ideia, hoje no Brasil temos 60 mil mortes violentas por ano o que nos leva a computar 29 ocorrências dessas por cada 100 mil habitantes enquanto os EUA tem 5,4 por 100 mil e o Japão 0,4 por 100 mil.

Só que, já que não se pode enganar a todos o tempo inteiro, um dia, mais precisamente na segunda metade da década de 2010, a casa caiu e todas as mentiras e estratégias espúrias de dominação da população começaram vir à tona. O regime socialista totalitário tão sonhado pelas oligarquias comunistas já não tinha mais condições de se sustentar.

Um presidente conservador foi eleito democraticamente em 2018 e a esquerda começou a ver seu mundo desmoronar. O sonho acabou e era chegada a hora de apelar e de espernear, o “Jus Esperneandi”.  E como o congresso ainda tinha maioria comprometida com as facilidades que o socialismo proporciona à classe política, os parlamentares começaram a barrar todas as iniciativas do novo governo concebidas para trazer o estado de volta à sanidade. Os parlamentares, vendo seus privilégios e poderes ameaçados, começaram a jogar contra a população com a ajuda do judiciário e da grande mídia.

O judiciário deu início à perseguição dos conservadores, que apoiavam Jair Bolsonaro, queriam proibi-los de manifestar suas opiniões nas redes sociais o que configurou a maior inversão de valores já vista na história da nação pois enquanto bandidos ficavam  cada vez mais livres para delinquir e a desinformação corria solta na grande mídia, a população passava a ser perseguida por expressar sua opinião e se manifestar contra o sistema delinquente.  Mandados judiciais começaram a ser expedidos pelo STF para que a PF fosse à residência de alguns formadores de opinião e confiscasse aparelhos eletrônicos que disseminavam suas opiniões.

Ao invés de agir com transparência e aceitar as regras democráticas que tanto dizia seguir, o estamento burocrático decidiu-se pelo caminho oposto e passou a tentar sufocar a liberdade de expressão do brasileiro.

A esquerda, não conformada com o número maciço de apoiadores de Jair Bolsonaro, começou a tecer táticas e estratégias para se livrar disso e continuar a conduzir seu projeto de implantação de um governo perene e totalitário. Diversas medidas foram colocadas em prática, todas elas se valendo da canalhice e da mentira como principais ferramentas.

Enviaram até um deputado para o Kremlin para fazer um treinamento sobre como cercear a liberdade e calar a voz da parcela da população que se rebela contra os atos de qualquer um dos 3 poderes da república. O país onde esse treinamento ocorreu já é um sinal inequívoco de que existe um conluio mundial para implantação de um governo central, do qual o Brasil faz parte.

Com a ajuda da grande mídia, construíram uma peça de ficção chamada CPMI das “Fakenews”. Uma peça destinada a ser o palco onde dito deputado e coadjuvantes, atuariam de forma a levar a cabo a missão de construir e legitimar um factoide gigantesco que tivesse o potencial de dizimar qualquer resquício de rebeldia que a população pudesse vir a expressar dali para frente.

Uma conhecida tática comunista passou a ser usada em larga escala pelas oligarquias remanescentes no poder, essa tática é conhecida pela frase de Lenin “chame-os daquilo que você é”, portanto passaram a chamar os ativistas do estado de direito de fascistas, ao passo que o fascismo é tão somente a outra face da moeda conhecida como comunismo. O fascismo nada mais é do que um regime de esquerda que guarda muitas semelhanças com o socialismo como por ex: Autoritarismo, coletivismo e estado onipresente.  Então criam um inimigo fantasioso para tentar confundir a opinião pública.

O que ocorreu até a data em que este artigo está sendo escrito foi que a peça destinada a ser um drama se tornou uma comédia onde uma deputada chegou a ser desmascarada pelo depoente na frente de todos inclusive da população que assistia a sessão pela TV. Porém, apesar da vergonha passada, a KGB tupiniquim  não desistiu de levar seu intento adiante e continua buscando saídas para encorpar e legitimar a farsa.

No meio tempo, os brasileiros de bem continuam apoiando o presidente e levando sua vida normalmente em meio à pandemia e às decisões erráticas de governadores e prefeitos para combater o Covid-19.

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