Homens fracos, covardes e efeminados: A criminalização da masculinidade

Homens fracos, covardes e efeminados: A criminalização da masculinidade

Este livro é dedicado àqueles de que nele não são mencionados: aos poucos homens que não se deixam domar e às poucas mulheres que não se vendem. E também, aos felizes sem valor no mercado, por que são velhos, feios ou doentes mentais. (O homem domado, Esther Vilar)

A masculinidade está sendo criminalizada no ocidente, na verdade, está sendo desconstruída segundo os interesses da esquerda. Agressividade, força bruta e competitividade sempre estiveram presentes no sexo masculino, algo natural, contudo, hoje é vista como algo que deve ser atacado. Masculinidade tóxica, uma das muitas palavras do Novilíngua (Nova Fala) esquerdista, é utilizada para criminalizar a natureza do homem.

Na verdade, enquanto cristãos e conservadores são vistos como propagadores de um estereótipo tóxico e nocivo, a esquerda através do feminismo e movimentos gayzistas (nem todo homossexual é escravo desses movimentos, deixo claro) endossa e legitima a violência destes grupos contra igrejas, cristãos, símbolos e figuras cristãs, conservadores e qualquer pessoa, inclusive mulheres e gays, que discordam da agenda política totalitária destes grupos. Assim fica fácil oprimir e escravizar já que a resistência não existe.

O mais deprimente é observar como indivíduos, que se dizem opositores do socialismo, se curvam diante da tirania. O doutor Jordan Peterson no seu livro Doze regras para a vida – Um antidoto para o Caos, afirma: “(…) não significa sofrer silenciosa e voluntariamente quando uma pessoa ou organização nos exige mais, de modo reiterado, do que nos é oferecido em troca. Isso significa que estamos apoiando a tirania e permitindo que sejamos tratados como escravos. Não é virtuoso ser vitimizado por um bully, mesmo que o bully seja você mesmo.” (grifo nosso)

Um lado pode bater, espancar, estuprar, depredar enquanto o outro deve somente aceitar passivamente a agressão. Não há honra em ser fraco.  Diferente do que insistem em afirmar, homens e mulheres são diferentes, muito de nossas características e tendências são graças à genética e não ao meio. Allan Pease e Barbara Pease – Por que os Homens Fazem Sexo e as Mulheres Fazem Amor? – afirmam: “Homens e mulheres devem ser iguais no direito à oportunidade de desenvolver plenamente suas potencialidades, mas, definitivamente, não são idênticos nas capacidades inatas. Se homens e mulheres têm direitos iguais, isto é uma questão política e moral. Se são idênticos, é uma questão científica.”

“Quando afirmamos que as estruturas físicas e mentais de homens e mulheres são diferentes, estamos nos baseando em pesquisas de renomados paleontólogos, etnólogos, psicólogos, biólogos e neurocientistas. As diferenças entre os cérebros de homens e mulheres estão perfeitamente claras, acima de qualquer especulação, preconceito ou dúvida razoável. (Grifo nosso)”

Como bem colocam os autores, Nicolás Márquez e Agustín Laje, do livro O livro negro da nova esquerda: “O feminismo teve uma origem nobre. Homens e mulheres lutaram pelo acesso destes últimos aos direitos de cidadania, e isso representou um grande avanço para todas as empresas que estavam atendendo a essas demandas. Mas quando o marxismo assumiu a liderança do feminismo, configurou e espalhou uma ideologia prejudicial segundo a qual “o homem é burguês e a mulher proletariado” (Engels), injetando a noção de um conflito insolúvel entre os sexos: “A guerra contra as mulheres”, parafraseando um projeto contemporâneo do Parlamento canadense.” (grifo nosso)

A esquerda dia após dia torna em sinônimos perfeitos:  flertar e assediar,  liderança e opressão, diferença e preconceito. Não vejo com surpresa tal tentativa de reconstruir a realidade, mas ainda me deixa surpreso a reação submissa, frouxa e patética de certos homens. Admitir que ser um protetor, um provedor, um companheiro confiável são idéias criminosas e patéticas é de uma fraqueza atroz. Não há que se temer a diferença, pois ela enriquece a humanidade, contudo deve-se temer a luta pela igualdade levada a ferro e fogo por grupos totalitários e ditatoriais como Black Lives Matter, feminismo e movimentos gayzistas, pois eles, na verdade, querem o fim da liberdade e de qualquer traço que nos torna únicos.

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