O que representa o Sete de Setembro?

O que representa o Sete de Setembro?

Hoje, o Sete de Setembro tem uma função muito maior que apenas representar o dia de nossa independência lá no longínquo 1822. Vamos entender o motivo

Passados 198 anos e ainda se mostra presente em nossas mentes um ato simples e pontual do então Príncipe Regente do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. O que acontecia naquele momento na história do nosso Reino Unido?

As Cortes de Lisboa haviam retirado totalmente o poder de El Rei Dom João VI, e para retornarem o Brasil a humilhante situação de Colônia precisavam retirar do país todo e qualquer resquício de poder que aqui ainda existisse. No dia 01 de setembro, chega as mãos de D. Leopoldina cartas das cortes que exigiam a volta do príncipe para Lisboa. A carta era ofensiva, dura, direta, definitivamente uma sentença de morte a nosso país.

D. Leopoldina então reúne o conselho de ministros e decide, junto com José Bonifácio, enviar ao Príncipe um comunicado, onde da parte dela mostrava que não haveria mais condição de se submeter as Cortes tiranas e despóticas diante da pujança que era o Brasil.

Bonifácio, como o principal ministro da então Regência, resolve enviar junto a carta de D. Leopoldina também uma carta, onde mostrava sua posição e visão com relação aos comunicados oriundos das Cortes. Abaixo, postamos o vídeo do Site Brasil Paralelo onde o teor da carta é narrado.

Nele vemos perfeitamente como Bonifácio foi pontual e direto ao dizer para D. Pedro que, ou se fazia a independência do Brasil ou se submetia totalmente a Portugal dominado pelas infames Cortes Constitucionalistas e que D. João VI lá já não mais governava, então, em ato de bravura, D. Pedro rompe com as cortes e nos dá a tão almejada liberdade, com o brado – Independência ou Morte.

Este é um fato corriqueiro e conhecido de todos, está nos livros, no imaginário e na alma de todos os brasileiros. Porém, existem fatos que nos ligam ao movimento monarquista que alguns poucos conhecem ou lembram e que narro aqui agora.

Nos idos do início dos anos 80, reuniam-se nas dependências da Imperial Irmandade de N. Sra. do Rosário e São Benedito dos Homens Pretos, monarquistas que queriam debater formas de salvar o Brasil da infame República instalada pelo Golpe Republicano feito pelas altas patentes militares positivistas e latifundiários cafeicultores ligados ao Partido Republicano Paulista criado em 1973 na cidade de Itú e os do Vale do Paraíba do Sul já empobrecido e quase falido, ainda totalmente dependentes da mão de obra escrava negra, visto que o Oeste paulista já “escravisava” de forma indireta os imigrantes italianos.

De forma velada e até secreta, visto que éramos proibidos de discutir qualquer coisa sobre a monarquia antes da promulgação da Constituição de 1988 por conta da infame Cláusula Pétrea que barrava nossa voz e desejo de termos de volta a discussão sobre Restauração da Monarquia no Brasil, estes homens aqui no Rio, e eu me incluo em algumas poucas dessas vezes, visto estar no inicio de minha caminhada pelas searas do movimento monarquista a convite de meu amado e saudoso mestre e tutor, Prof. Otto de Alencar Sá Pereira, para discutir qual estratégia poderia ser usada para termos bases de discutir tal situação.

Ali, naqueles momentos já se falava de algo que passei meus últimos 35 anos falando a todos que me perguntam como fazer a restauração da monarquia no Brasil, a resposta é simples, e era a base da discussão daquelas reuniões – Temos de ter bases políticas para podermos mudar as leis constitucionais, temos de ter Deputados e Senadores, além de Vereadores engajados no ideal de Parlamentarismo e Monarquismo para mudarmos o país.

Quem adentra ao site do Círculo Monárquico do Rio de Janeiro – Dom Luiz, o Príncipe Perfeito – http://www.circulomonarquicorio.org, observa na área “Quem Somos”, que um dos pilares de nosso ideal monárquico é o Parlamentarismo, de uma forma bem explicada mostrando como deveria ser nosso sistema Legislativo, não esse malha de “Esquerdopatia e Fisiologismo” nesta esfera de dezenas de partidos, mas através de um Parlamento formado por uma eficiente Cláusula de Barreira onde os partidos não seriam meros ajuntamentos oligárquicos de captação de dinheiro público e antro de corrupção, mas organismos políticos preocupados com o bem estar do povo e da nação de onde surgiria o Chefe de Governo com tal espírito e um parlamento alinhado com essa ótica.

Observamos também no mesmo local do site como a eficiência e eficácia de um Chefe de Estado apolítico e suprapartidário daria a base para um sistema de governo eficaz, moderno e soberano, onde a vontade do povo seria prioritária, visto que, como dizem nossos príncipes ao serem perguntados sobre seus deveres, respondem que o dever de um príncipe está atrelado a “Aclamação Popular”. O Povo deste caso seria respeitado e ouvido pelos seus representantes e não esse engodo que temos em nossa constituição republicana que elenca no seu parágrafo único do artigo primeiro – “Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de seus representantes eleitos ou diretamente, nos termos dessa constituição”, mostrando claramente que não temos a liberdade de expressar nossa vontade, esta só será expressada através dos membros do Legislativo ou outros que a constituição assim determinar, e “nunca” através da vontade popular, simples e direta.

Lá atrás nos idos dos anos 80 ja se falava de restaurar a monarquia através de bases parlamentares monarquistas ou conservadoras, bases estas que vemos surgir em 2018 com a eleição de Jair Bolsonaro, mas que ainda é uma jovem e frágil base, visto o escândalos que observamos de mal uso da verba pública nestes tempos de pandemia, mostrando quão canalhas são tais mandatários do país que para garantirem seus roubos de dinheiro público, se aproveitaram desta infame peste chinesa – COVID 19, para alçar ainda mais alguns bilhões de caraminguás para a sustentação de seus vis propósitos políticos.

Estamos nos aproximando de novembro, e teremos a chance de mostrar que não queremos mais esse espectro de corrupção, esse amálgama de safados, esta Corja de ladravazes políticos dominando nosso querer e poder de povo. Podemos mudar essa configuração nefasta, como? Não elegendo nenhum candidato da Esquerda espúria, ou membros oportunistas do chamado Centrão ou mesmo caroneiros da falsa Direita que tudo prometem com sorrisos falsos nos lábios e depois mostram as presas de cobras que possuem, como vimos acontecer nas eleições de 2018, sem citar nomes, visto que a lista seria muito grande.

Agora é a hora de darmos o troco. D. Pedro fez sua parte em 1822, ele rompeu os laços que nos uniam a Portugal escravagista, através de suas Cortes (leia-se aqui, os POLÍTICOS CORRUPTOS DE PORTUGAL DA ÉPOCA), e nos deu a liberdade tão sonhada. Cabe a nós agora unirmos forças e promover um novo ‘Independência ou Morte”, as Cortes espúrias Progressitas, Centralistas e falsa Direitista. Agora é hora de elegermos sim, candidatos que se preocupem com o povo, com o Brasil, com o bem estar geral da nação. Aqui na Duna Press Jornal e Magazine, no Movimento Avança Brasil e em outras frentes Conservadoras verdadeiras, poderemos apontar candidatos que se liguem a esse ideal de libertação e de purgarem dessa política suja e canalha que infesta nossa nação.

Esta na hora de darmos a volta por cima, e começarmos da base que é o município a virar esse jogo, formalizar uma grande base Conservadora, que fortalecida no Pleito de 2020, dará a sustentação e a base para no Pleito de 2022, quando comemorarmos o Bicentenário de nossa LIBERDADE TOTAL, possamos nos libertar totalmente dessa praga vermelha, mentirosa, oportunista, falsa e embusteira que assola nosso Legislativo, e assim podermos também limpar outros poderes desses “Miasmas” fantasmagóricos da corrupção, do fanatismo comunista, Gramscista e oportunista dessa “Classe” Abjeta que se formou naquele distante e teratológico 15 de novembro de 1889, trazendo de novo para o Brasil a luz salvadora e brilhante do Conservadorismo, da defesa de nossos ideais Judaico-Cristãos, da proteção de nossas famílias e propriedade, da justiça real para todos e não apenas para os ricos e poderosos, e principalmente, da união de todos que foram marcado como gado e separado como reses nos currais esquerdopatas.

Afinal, somos homens, mulheres, crianças, negros, brancos, ricos, pobres, católicos, evangélicos, espíritas, espiritistas, budistas, muçulmanos, xintoístas, nortistas, nordestinos, sulistas, cariocas, paulistas, mineiros, enfim, somos uma nação de muitos credos, muitas cores, muitas opções sexuais, muitas posições sócio-econômicas, de gostos e visões diferentes, mas, uma coisa nos une neste Sete de Setembro de 2018, centésimo nonagésimo oitavo ano de nossa independência – SOMOS O POVO BRASILEIRO, um povo de Brio, sofredor e trabalhador, um povo que ama a terra que nasceu, que quer vê-la crescer e dar frutos para o bem de todos e temos como fazer isso, basta darmos um BASTA nesta praga política que enraizou-se em nossa nação.

E isso será feito na data marcada, pois, Deus está no controle e nos deu o Sinal derradeiro. Veio a Praga, assim como no Egito, mas, o sangue do cordeiro protegeu os hebreus da décima praga e os libertou, assim foi conosco, Deus nos mandou o Messias, o Jair Messias, para nos abrir os olhos e mostrar que NESTE 15 DE NOVEMBRO, DAREMOS O TROCO E RETOMAREMOS O BRASIL DAS MÃOS CANALHAS E VIS DESSES INIMIGOS DO POVO E DA NAÇÃO – as espúrias CORTES ESQUERDOPATAS, FISIOLÓGICAS E CORRUPTAS que assolam nossa nação.

Viva o Império do Brasil

Viva o Conservadorismo salvador

Viva o Povo Brasileiro de bem

Viva o Brasil.

Sete de Setembro de 2020 do ano do Senhor, o dia da virada de mesa – deixo aqui a cena mais linda e marcante de um filme de 1972. Vejam e não chorem… se conseguirem.

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