Governo Bolsonaro reconhece situação de emergência no Mato Grosso do Sul

Governo Bolsonaro reconhece situação de emergência no Mato Grosso do Sul

Com a decisão, o estado poderá ter acesso a recursos da União para ações de socorro e apoio à população. As Forças Armadas atuam, desde o dia 25 de julho, no combate a incêndio no Pantanal no Mato Grosso do Sul.

O Governo Federal reconheceu a situação de emergência no Mato Grosso do Sul por conta dos incêndios florestais. A decisão foi publicada, nesta segunda-feira (14), em edição extra, do Diário Oficial da União.

Com o reconhecimento, o governo estadual poderá ter acesso a recursos da União para ações de socorro, assistência, restabelecimento de serviços essenciais à população e recuperação de infraestruturas públicas danificadas.

“O estado apresentará planos de trabalho para locação de aeronaves, compra de insumos para o Corpo de Bombeiros, para os brigadistas, contratação de hospedagem, contratação de alimentação para os trabalhadores do fogo. Enfim, tudo aquilo que for possível, tudo aquilo que for necessário para vencermos esse desafio”, disse o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas, que está na região desde o final de semana e já participou de reuniões com representantes de órgãos estaduais e federais que estão atuando no local.

“Estamos aqui no Mato Grosso do Sul para trazer os recursos e apoio técnico para a resposta aos incêndios florestais que tenham acometido o Pantanal”, explicou.

Forças Armadas

O Ministério da Defesa informou que as Forças Armadas atuam, desde o dia 25 de julho, no combate a incêndio no Pantanal no Mato Grosso do Sul e que, no dia 5 de agosto, as ações foram estendidas ao Pantanal mato-grossense.  Ministério da Defesa atende à solicitação recebida pelos dois estados.

Participam da operação embarcações e helicópteros da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, além de Fuzileiros Navais com curso em incêndio florestal. Segundo o ministério, em mais de 40 dias de operação, estão sendo empregadas 14 aeronaves que contabilizam cerca de 335 horas de voo. Além disso, estão sendo utilizadas 40 viaturas e duas embarcações no transporte de brigadistas e no despejo de água para conter as chamas.

Além das Forças Armadas, participam da Operação: o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (CENSIPAM), a Polícia Militar Ambiental do Mato Grosso do Sul, os Corpos de Bombeiros do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul, o Serviço Social do Comércio (SESC) do Mato Grosso, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Fonte Gov.br

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