História da BAR na F1

História da BAR na F1

A British American Tobacco já esteva envolvida com a Fórmula 1 há muitos anos, com várias de suas marcas patrocinando diferentes equipes.

Em 1997, Craig Pollock convenceu a companhia da conveniência de adquirir uma equipe de Fórmula 1. A escolhida foi a Tyrrell pela qual Pollock e a BAT desembolsaram cerca de 47 milhões de dólares. Com Pollock, Adrian Reynard e Rick Gorne sendo os parceiros minoritários. O acordo foi anunciado em 2 de dezembro de 1997. A equipe ainda era oficialmente conhecida como Tyrrell em 1998, antes de se tornar BAR no ano seguinte.

Parceria com a Honda

Em 2000 a equipe fez acordo com a Honda para o fornecimento dos motores. A equipe superou as dificuldades do ano de estreia e marcou vinte pontos na temporada, terminando o campeonato na quinta posição. Em 2001, a equipe contratou o piloto Olivier Panis para o lugar de Zonta. A equipe não evoluiu muito em relação ao ano anterior, apesar de conquistar dois pódios com Villeneuve, marcou dezessete pontos. Em 2002 a equipe realizou outra temporada apagada, marcando somente sete pontos. Teve o afastamento de Craig Pollock do comando da equipe, empresario de Villeneuve que diziam não entender nada de Fórmula 1 e sim de Esqui e no seu lugar foi contratado David Richards, com experiência em competições de Rali. Mas a boa noticia ocorreu no final do ano com a compra de 40% da equipe pela Honda.

Em 2003, a primeira como parceira da Honda, a equipe contratou Jenson Button para o lugar de Panis, que se transferiu para a Toyota. A BAR teve uma temporada razoável, marcou 26 pontos e terminou em quinto lugar no campeonato de construtores. E dias antes da última corrida do ano a equipe afastou Villeneuve e colocou no seu lugar Takuma Sato, piloto de teste da equipe e protegido da Honda. Um dos motivos desse afastamento seria o desentendimento do próprio Villeneuve com Richards, que no final do ano acabou sendo demitido da equipe.

Em 2004, a equipe foi a grande surpresa da temporada, terminando o ano como vice-campeã entre as equipes com 119 pontos, obteve a primeira pole position no GP de San Marino, com Button, e 11 pódios (10 com Button, um com Sato).

Em 2005, a BAR enfrentou no começo da temporada problemas com carro e motor, além de ser suspensa por algumas corridas com irregularidade no tanque de combustível, mas obteve uma evolução no final da temporada. A equipe somou 38 pontos e terminou na 6ª posição. Durante o ano a equipe anunciou a contratação do ex-piloto brasileiro Gil de Ferran para o cargo de Diretor Esportivo, e em agosto, a contratação do brasileiro Rubens Barrichello, até então piloto da Ferrari para correr as temporadas de 2006 e 2007.

Compra da equipe pela Honda

Em outubro de 2005, a Honda anunciou a compra total da equipe. A BAR passou a se chamar Honda em 2006 e no ano de estreia contou com Jenson Button e Rubens Barrichello.

Fonte: Fórmula 1

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