Depreciação cambial contribui para que subsídios creditícios relacionados aos empréstimos ao BNDES voltem a recuar até o 4º bimestre

Depreciação cambial contribui para que subsídios creditícios relacionados aos empréstimos ao BNDES voltem a recuar até o 4º bimestre

Os subsídios financeiros caíram para R$ 663,8 milhões até agosto deste ano, de acordo com o Boletim de Subsídios do Tesouro Nacional no âmbito do PSI e dos empréstimos ao BNDES referente ao quarto bimestre de 2020, divulgado nesta quarta-feira (30/09) pelo Tesouro Nacional. Em igual período do ano passado, eles somaram R$ 1,4 bilhão. A queda ao longo do tempo é natural, porque esses subsídios decorrem de equalização de taxas de juros no âmbito do PSI, em que não há mais contratação de novas operações desde 2015.

Os subsídios creditícios também recuaram, passando de R$ 1,3 bilhão nos oito primeiros meses de 2019 para R$ 1,2 bilhão em igual intervalo deste ano. Essa queda ocorreu por causa das liquidações antecipadas realizadas pelo BNDES após o 4º bimestre de 2019, no valor de R$ 70 bilhões, que contribuíram para reduzir a base sobre a qual incidem os subsídios, e da depreciação cambial ocorrida em 2020, que contribuiu para aumentar o saldo indexado ao dólar a favor do Tesouro Nacional. 

O Boletim também faz uma projeção dos subsídios, que vão até 2041, trazendo-os a valor presente. Nesse cálculo, os subsídios financeiros projetados alcançam R$ 3,45 bilhões e os subsídios creditícios, R$ 16,22 bilhões.

Fonte: Tesouro Nacional – Imagem de destaque: Miguel Ângelo/CNI/Direitos Reservados

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