Brasileirão: Atlético/MG goleia o Flamengo

Brasileirão: Atlético/MG goleia o Flamengo

Bahia vence o Botafogo e Bragantino e Santos ficam no empate.

Com ótima atuação, Galo faz 4 a 0 no Mengo, ultrapassa rival na tabela e assume a vice-liderança.
Fernando Moreno/AGIF

O jogo

O Atlético Mineiro teve um início dos sonhos no Mineirão. Apesar do remate perigoso de Everton Ribeiro para o Flamengo logo aos dois minutos, o Galo partiu para o ataque e abriu 2 a 0 rapidamente. Na resposta, Savarino avançou pela direita e cruzou para Eduardo Sasha, que desviou para a rede. Aos sete, o venezuelano da equipe mineira fez mais uma grande jogada e achou Keno na área. O atacante chutou bem e não deu chances para Hugo Souza. A partir daí, o Mengo tentou chegar à frente e ameaçou em chute de primeira de Thiago Maia na entrada da área, mas a bola foi para fora. O Atlético respondeu em bomba de longe de Alan Franco, bem defendida por Hugo. Na sequência, chegadas perigosas do Fla em finalização de Willian Arão e em cabeceio de Natan, que passou muito perto do gol. Porém, o começo fulminante garantiu o 2 a 0 no intervalo.

Na segunda etapa, o Rubro-Negro perdeu uma chance incrível de diminuir logo no primeiro minuto: após defesa de Everson em cabeceio de Pedro, Bruno Henrique apareceu livre na pequena área para pegar rebote, mas mandou no travessão. O Galo respondeu de imediato, em chute de Keno que foi por cima. Aos sete, o Flamengo teve gol anulado por falta em Guga. Porém, apesar do bom início do time carioca, quem chegou à rede foi novamente o Atlético. Aos 13, Guilherme Arana fez bom cruzamento da ponta esquerda e achuou Sasha, que mergulhou para marcar seu segundo na partida e fazer 3 a 0. O centroavante teve oportunidade de anotar seu hat-trick logo depois; no entanto, sozinho na área, tocou por cima.

Com grande desvantagem no placar, o Flamengo tentou chegar novamente com Pedro aos 19, mas Everson estava ligado e fez bela defesa em cabeceio do atacante. A partida acabou ficando mais amena na reta final, mas ainda deu tempo de Matías Zaracho deixar o dele, aos 37. O argentino recebeu passe de Savarino, saiu na cara de Hugo Souza e tocou para a rede.

De pênalti, Rodriguinho dá vitória para o Tricolor aos 53 do segundo tempo e coloca equipe carioca na zona de rebaixamento.
Jhony Pinho/AGIF

O jogo

Uma partida bem estudada nos primeiros 20 minutos, com equilíbrio na posse de bola e poucas finalizações para ambos os lados. Depois, o Bahia se soltou e chegou em chute de Elias aos 24, que passou por cima do gol. O Botafogo respondeu logo na sequência com Bruno Nazário, que recebeu de Matheus Babi na entrada da área, ajeitou e mandou rente à trave, levando muito perigo ao time da casa. O Tricolor voltou ao ataque aos 37, em cabeceio de Lucas Fonseca para o chão, como recomenda o manual. A bola tinha endereço, mas Saulo foi buscar no cantinho.

O Esquadrão chegou a abrir o placar aos 43: Fessin recebeu de Nino Paraíba e chutou na zaga. Na sobra, ele cabeceou e o goleiro acabou colaborando. No entanto, a arbitragem revisou o lance e anulou a jogada por falta de Nino Paraíba na construção do lance.

Na segunda etapa, o Bahia começou tentando empurrar o Botafogo no campo de defesa e teve uma boa quantidade de finalizações, mas levou pouco perigo. As duas equipes também reclamaram de pênaltis, mas a arbitragem mandou seguir. Gilberto teve boa chance aos 35 minutos, mas a bola passou à esquerda do goleiro. O jogo se encaminhava para um 0 a 0 morno, mas o Esquadrão de Aço teve um pênalti a seu favor marcado aos 49 do segundo tempo: o centroavante do Bahia tentou chutar e a bola desviou no braço de Marcelo Benevenuto. Na cobrança, Rodriguinho tirou de Saulo e sacramentou a vitória Tricolor.

Com gol de Léo Ortiz aos 50 do segundo tempo, Massa Bruta resgata um ponto em Bragança Paulista (SP) e deixa a zona de rebaixamento.
Diogo Reis/AGIF

O jogo

A partida começou morna no Nabi Abi Chedid. Apesar do maior domínio da posse de bola, o Santos pouco criou nos instantes iniciais, e também não deu oportunidade para o Bragantino chegar. A primeira chance saiu dos pés de Madson, que bateu cruzado e obrigou Cleiton a fazer boa defesa aos 15 minutos. Aos poucos, o Massa Bruta foi se soltando e chegou a carimbar o travessão em pancada de fora da área de Cuello, aos 25. A equipe visitante foi superior na metade final do primeiro tempo e voltou ao ataque algumas vezes, especialmente com Artur e Cuello, que fizeram o goleiro João Paulo trabalhar. Porém, os dois times foram zerados para o intervalo.

Assim como no primeiro tempo, os dois times saíram dos vestiários se estudando bastante e criaram pouco. Até que aos 18 minutos, na primeira boa jogada da etapa final, o Peixe abriu o placar: Soteldo arrancou pela esquerda e tentou cruzar, mas a bola acabou desviando em Léo Ortiz e morreu no fundo da rede, sem chance para Cleiton. O Bragantino poderia ter reagido logo na sequência, mas Hurtado desperdiçou ooportunidade incrível dentro da área após levantamento de Morato e mandou por cima do gol.

A sorte parecia não estar com o Massa Bruta, que carimbou a trave mais uma vez no segundo tempo, em cabeceio de Artur depois de cruzamento de Lucas Evangelista. Parecia. Após muita insistência, o time da casa chegou ao empate no último lance, justamente com Léo Ortiz. Ele recebeu cruzamento de Luiz Phelipe no primeiro poste e cabeceou para o gol.

Foto: Fernando Moreno/AGIF
Fonte: CBF

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