Eleições Americanas: Jornalismo partidário, fraude eleitoral e ativismo progressista nas Big Techs

Eleições Americanas: Jornalismo partidário, fraude eleitoral e ativismo progressista nas Big Techs

Se você comenta nas redes sociais sobre a fraude nas eleições americanas, a plataforma coloca na postagem um aviso que diz: “Esta questão ainda está em disputa”. Agora, se você afirma que o Joe Biden é o novo presidente dos EUA, os algoritmos promovem sua postagem.

Ora, se a disputa judicial a respeito das fraudes eleitorais ainda pode alterar o resultado das eleições presidenciais, por que a comprovação das fraudes está “em disputa” mas a cadeira presidencial não está mais?

É uma dedução lógica simples, que me leva a questão crucial neste episódio:

Quão manipulada uma pessoa tem que ser pra não perceber que grande mídia, big techs e fact-ckechings estão juntas legitimando a fraude no imaginário das “ovelhas de manchete” (para usar o termo que ouvi de Ana Paula Henkel)?

A ovelha de manchete se mantém presa a esse curral informativo enquanto não percebe que o jornalismo mainstream é mera aparência para a campanha e o ativismo politico das agendas progressistas e anticristãs no Ocidente.

Não, isso não é exagero! É o óbvio ululante.

Chega a ser redundante a constatação que um veículo de mídia tenha seus próprios candidatos e agendas políticas, visto que um veiculo de mídia é em si instrumento político. Mas dizer que tais veículos estão em posse de progressistas e são basicamente usados para colaborar com o avanço do progressismo chega a ser um ultraje na cabeça dos inteligentinhos leitores de jornais.

“Imparcialidade jornalística” é o mantra das ovelhas de manchete. Pessoas cujo ápice da inteligência é repetir uma nota de jornal.

Por favor, não seja uma ovelha de manchete.

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