RJ: Bombeiros combateram 11 mil incêndios em vegetação no período de seca

RJ: Bombeiros combateram 11 mil incêndios em vegetação no período de seca

O Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro foi acionado para mais de 11 mil ocorrências de fogo em vegetação no período de estiagem, entre maio e outubro de 2020, em todo o território fluminense. O número é cerca de 20% maior que o registrado em 2019.

Nessa época do ano, caracterizada pelo clima seco, com poucas chuvas e perda de umidade do solo, cresce consideravelmente o risco de incêndios em matas e florestas. Para minimizar os danos ambientais, a corporação reforçou as missões de prevenção e combate às queimadas, com apoio de viaturas e helicópteros.

Só em 2020, as aeronaves da corporação dedicaram mais de 250 horas de voo a operações de monitoramento de áreas verdes, extinção de focos e transporte de militares e equipamentos para locais de difícil acesso, como reservas e montanhas.

Ações preventivas

Para evitar incêndios em vegetação, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) recomenda para todas as épocas do ano:

– Não acender fogueiras;
– Não queimar lixo no quintal;
– Não soltar balões;
– Não jogar pontas de cigarro em qualquer ambiente, principalmente, nas estradas próximas à vegetação;
– Não jogar garrafas de vidro em áreas florestais e em beira de estrada. Elas funcionam como lente de aumento para os raios solares, gerando calor.

Métodos de combate

Quando acionados para incêndios em matas, os bombeiros primeiramente localizam o foco ou a linha de fogo na cobertura vegetal atingida e avaliam a situação geral do incêndio considerando: topografia, riscos, existência de turfas e de aceiros naturais, comportamento da propagação do fogo, direção e velocidade do vento, dentre outros elementos.

A partir dos objetivos traçados no plano de ação inicial, as guarnições definem qual a melhor opção tática e quais equipamentos/recursos adequados para solucionar a situação analisada:

– Combate direto – com abafamento e resfriamento por meio de água, abafador, bomba costal, pá, viatura de combate a incêndio e aeronave;
– Combate indireto – com aplicação da construção de aceiro, linha negra, linha de fogo e linha fria;
– Combate paralelo – com emprego de formas combinadas de combate direto e indireto.

Fonte: Governo do Rio de Janeiro

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