Crônicas

Dismorfofobia essencial

Da série Introspectĭo

Quando a imagem do espelho vai além do próprio corpo

Dismorfofobia de alma, não de corpo. Essa é a visão constante e distorcida do espelho da vida de quem é levado a reviver sentimentos de reprovação perpetuada, divergência de padrões dogmáticos, e, vilão por todas ou quase todas as circunstâncias que terminam lhe sendo canalizadas. Por mais que seja tida por agradável e até especial na maioria dos ambientes, tal pessoa vive na dicotomia das imagens de herói e vilão, apesar de seus empenhos, com motivos constantemente reforçados para tais sentimentos. A dismorfofobia essencial (da essência do ser, da alma) requer mais tempo e cuidados do que a dismorfofobia convencional (do corpo), porém tanto uma como outra podem ser convencidas de que de fato são assim, passando inconscientemente a assumir essa identidade tão má quanto constantemente vista. São pessoas extremamente sensíveis ao próximo, mas que se embrutecem consigo mesmas, por esforço hercúleo na tentativa de acertar ou agradar, porém recaindo no sentimento caricato exatamente oposto.

É importante que a pessoa aceite a necessidade de tratamento, por profissional especializado, tanto quanto lordose requer um ortopedista, arritmia um cárdio e reparo veicular careça de um bom mecânico, sempre com a máxima de que o cérebro é um órgão tanto quanto outros do corpo humano, e que precisa de cuidados especiais. Artes e espiritualidade (não religiosidade) são fortes elementos de apoio, pois conduzem o ser à “methanoia” da evolução contínua do pensamento e, por consequência, das ações e reações, pessoais e coletivas. Também é recomendável evitar e afastar-se, de forma prudente, de pessoas e circunstâncias que promotoras de reforço negativo que causem recidivas ou agravantes.


A mistura de personagens da imagem principal e música, ao final, são propositais, pois se entrelaçam nas vidas e histórias, de forma serôdia.

Envie para quem você ama!


Hevenu Shalom Alechem!

Paz e Prosperidade Sejam Convosco!

הבאנו שלום עליכם


Smile é uma canção composta por Charlie Chaplin, em 1936, para seu filme, Tempos Modernos. A canção foi originalmente cantada por Nat King Cole, batendo recordes em 1954. Durante os concertos finais da HIStory Tour, a música foi tocada em memória da Princesa Diana. Jermaine Jackson também a entoou no funeral de seu irmão, Michael Jackson, logo após a amiga e ex-namorada, Brooke Shields ter declarado que essa era a música favorita de quem ela chamava de “O Pequeno Príncipe”.

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Dan Berg

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades sócio-políticas e econômicas da região.
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