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Tratamento inicial – a cura mais próxima – todos contra Covid-19 – Audiência Pública entre autoridades federais, médicos e profissionais de saúde especializados

MORTES PODEM SER EVITADAS: O BRASIL ABRAÇA A ESPERANÇA!

Fórum entre autoridades da área da saúde (médicos e especialistas), ouvidos por autoridades públicas, em discussão de elevadíssimo conteúdo técnico. Vacinas seguras e eficazes, sim. Tratamento aos doentes, também! É POSSÍVEL SALVAR VIDAS!

Devemos falar sobre vacina ou medicamentos? Vacina tem importância? É claro que sim! Todavia, qual é a indicação para pessoas infectadas? Vacina cura pessoa doente?

Daqui em diante há elementos científicos suficientes provando que MORTES PODEM SER EVITADAS. Não evitar essas mortes é questão de negligência. Transigir aos fatos científicos sobejamente aqui apresentados.

Quais e quem são os prós e contras Kit Covid. Veja questões científicas e clínicas sobrepondo-se a opiniões políticas, achismos, blogueiros, opinião jornalística, conceitos populares e demais propagações sem autoridade técnica.

Doutores indicam necessidade de Protocolo para Tratamento Inicial (Precoce) pelo Ministério da Saúde, que é a baliza nacional para adequações estaduais e municipais, e para respaldo de conduta clínica a qualquer médico do país.

Médicos que são autoridade à beira do leito (e que sabem o que é clinicamente mais adequado) não podem ficar reféns de ameaças de superiores hierárquicos ou interesses políticos, uma vez que tenham alicerce em protocolo do Ministério da Saúde.

Tratamento precoce (inicial), feito a tempo, como o próprio nome diz, o mais inicialmente possível, é o fator preponderante para salvar vidas.

Aos que argumentam a existência de protocolos municipais e estaduais, como se já suprisse a necessidade da saúde pública, não suporta o menor arrazoado de verdade, vez que todas as resoluções, protocolos e termos de conduta clínica devem contar com a diretriz federal para, somente depois, providenciar as devidas adequações regionais e locais.

Aos que se desviam da questão clínica, apontando para argumentos políticos, (como, por exemplo, suposto impedimentos por parte do STF) convém lembrar que a decisão do Supremo, em 15/04/2020, dá poderes a governadores e prefeitos quanto a atividades essenciais para fins de isolamento social (lockdown), e nada consta a respeito de questões clínicas, que prosseguiram sob a responsabilidade e competência técnica do Ministério da Saúde.

Destarte, vez que prefeitos e governadores são responsáveis pelos atos e consequências sobre atividades econômicas, certamente que o Presidente da República, almejamos, envidará todos os esforços necessários para que, desprovido de qualquer tendência política, seu Ministro da Saúde cuide da questão técnica que lhe compete, no tocante a editar Protocolo para Tratamento Inicial de Covid-19, a ser bússola de conduta clínica para protocolos estaduais, locais e particulares.

Ouvidas as principais autoridades da saúde, da audiência em questão, que citam referências científicas do mundo inteiro, resta claro que os fármacos em foco não devem ser vistos como “eliminadores da Covid”, analogamente ao fato de que cinto de segurança não elimina acidentes de trânsito, porém, combinado com outros fatores, pode salvar vidas, eis porque é objeto do Código Nacional de Trânsito – CNT.

Sabedores de que vacina não resolve a necessidade urgente de tratamento para aqueles que já estão acometidos por essa terrível doença, certamente que essa iniciativa documental, de lastro para médicos de todo o país, resultará em significativa redução de internações, agravos em UTIs e, consequentemente, estancar índice de mortes, comprovadamente evitáveis.

O principal objetivo desta matéria, despida de quaisquer considerações ideológicas, partidárias e políticas, é colocar em prática aquilo que já se sabe na teoria, de que VIDAS IMPORTAM, para que o propósito se cumpra: VIDAS SEJAM SALVAS.

Caso o vídeo abaixo (transcrito por tópicos e participações) seja removido, temos o conteúdo completo.


PARTICIPANTES (onomástico):

  • ALBERT DICKSON, Dr. – Médico
  • BIA KICIS – Deputada Federal
  • CARLA CHAVES
  • EDUARDO LEITE, Dr. – Médico Cirurgião Geral
  • FLÁVIO CADEGIANI, Dr. – Médico
  • FRANCISCO CARDOSO, Dr. – Médico
  • GIOVANI CHERINI – Deputado Federal
  • GUILI PECH, Dr. – Médico
  • ILKA BOIN, Dra. – Professora da UNICAMP
  • LILIA NIGRO MAIA, Dra. – Médica (Confirmada) – Contesta Kit de Medicamentos, e recebe o parecer técnico dos demais médicos em seguida. 
  • LUCY KERR, Dra. – Médica
  • NATÁLIA PASTERNAK – Microbiologista
  • NISE YAMAGUCHI, Dra. – Médica
  • PAULO PORTO, Dr. – Médico
  • RAISSA SOARES, Dra. – Médica
  • ROBERTA LACERDA, Dra. – Médica
  • ROBERTO ZEBALLOS, Dr. – Médico

OS PONTOS TRATADOS NESSE FÓRUM POSSUEM VALOR HISTÓRICO IMPORTANTE E PERMANENTE COMO RESPALDO TÉCNICO PARA TODOS AQUELES QUE PRECISAM DE INFORMAÇÕES E GUIA DE CONDUTAS PARA SALVAR VIDAS.

Audiência Pública | CÂMARA DOS DEPUTADOS | Comissão de Seguridade Social | 7 de Maio de 2021 às 09:03 | Requerimento nº 43/2021, de autoria do Dep. GIOVANI CHERINI

Convém que cada um baixe o arquivo o mais rápido possível, visto que todos os pronunciamentos de outra audiência (6/5/2021), sobre tratamento para Covid, foram retirados do ar, de forma “inexplicável”.  Por esse alvitre, transcrevemos a apresentação dos médicos em 7/5/2021.

Para fins de utilidade pública, tivemos a meticulosidade de rever minuto a minuto, e criar linha do tempo com as participações de cada autoridade da saúde. Segue:


PELA ORDEM – PONTO A PONTO – TRANSCRIÇÃO EDITORIAL:

CLIQUE: ABERTURA – GIOVANI CHERINI, Deputado Federal, especialista em saúde pública e meio ambiente. O Brasil precisa olhar para todas as doenças que sempre foram tratadas precocemente (inicialmente). Por que para essa doença (Covid) não se indica tratamento inicial, tratamento precoce? Qual é o interesse de não se fazer isso? Não há eficácia? Mas, e as pesquisas, os estudos? A vacina já tem comprovação de segurança e eficácia – assunto concluído – com base na ciência? Ou ela é experimental?  Eu espero que essa mesma visão a gente possa ter em relação aos remédios. Há que se observar o que existe por trás de cada pessoa, cada decisão, de pesquisadores e gestores à mídia, em todos os meios. Pedido aceito para audiência pública, sob tema: DEBATER A IMPORTÂNCIA DO TRATAMENTO PRECOCE. Os “do contra” possuem todos os meios para se manifestar contra. Mas, nós, que defendemos o tratamento inicial (precoce),somos podados, somos cortados das redes sociais, como se a ciência viesse do além. Então, por que se opor a um caminho apoiado por mais de quatorze mil médicos e cientistas no Brasil? Aberta a reunião, eu declaro: Eu tenho meu lado (posicionamento): Tem remédio, sim, para essa doença, e também tem vacina. Mas temos que analisar a segurança e os efeitos colaterais, tanto dos remédios quanto das vacinas. Falar que vacina tem efeito colateral é “proibido” no Brasil. Logo teremos, também aqui, uma audiência para se discutir sobre a segurança, efeitos colaterais e nível de eficácia de vacinas. Não é o médico que tem o poder de decidir qual o remédio que o cidadão deve tomar. O médico pode, no máximo, prescrever. Mas é o paciente que tem essa decisão. Para que o cidadão tenha autocuidado é necessário que ele tenha informação, e informação de todos os lados. Não é proibindo alguém que defende tratamento precoce que nós vamos construir os remédios para cura dessa doença. Ou já está decretado que não existem remédios e que não vamos experimentar alternativas? Vamos dar dipirona, paracetamol e vamos mandar as pessoas para casa? A palavra chave é ACOLHIMENTO. É o alicerce de toda a faculdade de medicina. Quando você não acolhe um paciente, dá um remédio e diz que a doença não tem cura, está o colocando no “Vale da Sombra da Morte” (condenando à morte). Ao inverso, quando você acolhe, e diz que ele pode se curar… e a cura também vem da mente (tudo muda). Eu trabalho no mundo holístico, terapeuta também, e acredito muito que os melhores remédios são aqueles que estão na mente e na espiritualidade. Aliás, temos muitos médicos aliados nesse tema: a espiritualidade e a ciência. Elas têm que andar lado a lado. Infelizmente, muita gente deu com os burros n’água porque achava que só a ciência resolvia os problemas da saúde. A ciência, sozinha, não resolve! Eu nunca vi… é a primeira vez na História que remédio tem que aparecer antes da doença. Ou seja, exige-se que já tenha existido um medicamento para Covid, antes do surgimento da Covid! É muito triste acompanharmos profissionais renomados dizendo que tem que fazer tratamento precoce para câncer, tratamento precoce para Alzheimer, para Parkinson, e, pedindo protocolo do Ministério da Saúde, mas quando se trata de Covid, não há protocolo para tratamento precoce (inicial), e o Ministério da Saúde “não pode fazer” protocolo… é proibido fazer protocolo… sabe por quê? Por causa de interesse que correm por trás de tudo isso, infelizmente. Mas, faço parte do jogo e me dou ao direito de defender um lado. Eu tenho um lado (Qual é o seu?). O meu lado é o do cidadão que pode tomar um remédio “bem barato”, sem patente, e se curar dessa doença. Pois é, os médicos que estão “no pé da cama” (autoridades à beira do leito) vão poder falar hoje. Esses são os verdadeiros heróis dessa guerra! Heróis dessa guerra são os médicos de “pé de cama”. Porque têm muitos que não são “pé de cama” e que ficam falando, falando, falando (glosa editorial: não queremos médicos engomadinhos de consultório, para essa guerra de Covid, queremos ouvir aqueles que são autoridades à beira do leito (pé de cama), pois são eles que sabem o que é mais ou menos adequado para cada paciente dentro dessa mesma doença). Eu escuto os médicos “pé de cama”: Esses é que tem que dizer para mim o que é ou não ciência. Ou a ciência não começa com uma experiência? – ETAPAS DO MÉTODO CIENTÍFICO (PARA QUALQUER FIM CIENTÍFICO, SEJA PUBLICAÇÃO DE ARTIGO OU DEFESA DE TESE): 1) OBSERVAÇÃO / 2) HIPÓTESE / 3) EXPERIÊNCIAS / 4) LEI (CIENTÍFICA) / 5) TEORIA – em que podem ser incluídas outras etapas e repetições de forma contínua e indefinida, levando à evolução das ciências [FIGURA A SEGUIR] -.

Quantos remédios do Brasil são LEI CIENTÍFICA? Para falarmos em ciência tem que ser lei (CIENTÍFICA).
(Tal fato) passou por diversas etapas, só então virou lei (científica). Para a Terra ser considerada redonda teve que virar lei científica, e quantos anos levou para essa conclusão (e só foi comprovada quando o ser humano foi para o espaço).  Se a vacina é tão boa, por que os laboratórios não assinam embaixo (assumem) sobre os efeitos colaterais (adversos), e o governo tem que assumir, o SUS tem que assumir os efeitos (inclusive os que virão, tardios)? Ou ele não vendem, não ganham lucro? Eles são bonzinhos e entregam as vacinas gratuitas? Desculpem-me: eu tenho um lado! Por isso, estamos iniciando a nossa AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE A IMPORTÂNCIA DO TRATAMENTO PRECOCE. Eu já passei por um câncer, e aprendi no câncer… aliás: o câncer não tem vacina, AIDS não tem vacina, mas tem remédio. Por que AIDS não tem vacina? Porque é tem sido mais interessante (clinicamente e eficaz) remédios do que vacina (que não existe por lei científica). Então, por que não discutir remédios, mas também discutir vacinas? Esse é o nosso intuito de hoje. Informo aos senhores parlamentares que esta reunião está sendo transmitida ao vivo, pela internet no site da Câmara e no portal – isso se não cortarem “né?”, porque ontem, infelizmente, tiraram todas as publicações do colega, também defensor do tratamento inicial. Infelizmente nós estamos em minoria nas redes sociais, em maioria na sociedade: a gente é persistente! Então, estamos transmitindo pela internet, pelo portal democracia, para ampliar a participação social por meio da interação digital. As pessoas vão poder participar dessa nossa audiência pública. Informo, ainda, que as imagens, áudio e vídeo estarão disponíveis para serem baixados na página desta comissão, logo após o encerramento dos trabalhos. As inscrições para o uso da palavra serão feitas por meio do menu “reações”, no aplicativo “zoom”. Esta reunião de audiência pública foi convocada nos termos do requerimento 43, apresentado pelo deputado Giovani Cherini, aprovado por esta comissão, para debater a IMPORTÂNCIA DO TRATAMENTO PRECOCE – COVID-19. Estamos, hoje, com a participação daqueles que estavam inscritos, antes de iniciar a audiência pública – LISTA: Dr. Paulo Porto, médico; Dra. Ilka Boin, professora da Unicamp; Dra. Raíssa Soares, médica e secretária municipal da saúde de Porto Seguro – BA; Dra. Roberta Lacerda, médica (de pé de cama); Dra. Lucy Kerr, médica; Dr. Francisco Cardoso, médico; Dr. Eduardo Leite, médico cirurgião geral; Natália Pasternak, microbiologista (bem conhecida da mídia – muito defensora das vacinas – esperamos que ela comece defender também os remédios); Dra. Lídia Nigro Maia, cardiologista e diretora do Centro de Pesquisa da Universidade de Medicina de São José do Rio Preto. Tenho mais médicos – peço para a assessoria me ajudar – em seguida eu leio o nome de quem vai participar. Comunico aos membros desta comissão que o tempo destinado a cada convidado para fazer sua exposição será de quinze minutos, prorrogáveis a juízo desta presidência, não podendo ser aparteados. Os deputados inscritos para interpelar os convidados só poderão fazê-lo estritamente sobre o assunto da exposição, no prazo de três minutos após as apresentações. Sendo interpelado igual, tempo para responder, facultadas à réplica e tréplica pelo mesmo prazo, não sendo permitido ao orador interpelar quaisquer dos presentes. Queremos ver quem está na sala (online), para que a gente possa fazer a apresentação e dar início aos trabalhos. Vou passar a palavra para quem chegou primeiro. Me parece que é o Dr. Eduardo Leite.

CLIQUE: EDUARDO LEITE, Dr., médico cirurgião geral. Agradecimentos gerais. A reunião é importantíssima, porque quem entende de paciente, e quem mais entende da resolução das doenças são os médicos. E é isso que a sociedade precisa ouvir: um debate com médicos. Os médicos que acreditam, e que praticam o princípio básico, não digo “acreditam”, melhor: os médicos que EXERCEM a medicina, seguindo as suas leis básicas, e os médicos que, por algum motivo, divergem do seguimento dessa lei básica, à qual me refiro, a mais importante de todas as leis, no meu ponto de vista, como médico há quarenta e seis anos, ao primeiro sinal ou sintoma de qualquer doença procure um médico, e este deverá lhe atender, lhe acolher, e lhe prescrever, o mais precocemente possível, o tratamento para a doença em questão. Quando nós, médicos, nos deparamos com uma nova doença, nós recorremos aos cientistas, para que nos ajudem no que diz respeito a encontrar uma solução para tal. Os cientistas, os farmacologistas, os bioquímicos, podem nos ajudar bastante, os virologistas, quando o caso for de vírus, os bacteriologistas, enfim, o arsenal da ciência no que diz respeito à elaboração e produção de medicamentos. O processo de cura, é bom que se diga, é multifatorial. Não depende única e exclusivamente dos medicamentos ou vacinas. Eles (os processos de cura) dependem muito no que diz respeito ao envolvimento do médico com seu paciente, porque (é importante que se diga) que um dos elementos mais importantes do processo de cura é o próprio paciente. É o paciente que, com a orientação médica, poderá disparar o seu próprio gatilho da autocura. É muito importante isso. É por isso que nós entendemos como que, atualmente, entidades médicas preconizem o que era preconizado há cento e três anos, quando da gripe espanhola, que, o que se podia fazer àquela época era: 1) lavem as mãos, 2) usem máscaras e 3) se mantenham distantes – o máximo possível. 103 anos depois, entidades médicas importantes, como a OMS, a Sociedade Brasileira de Infectologia, e outras sociedades (associações e conselhos), vão preconizar o mesmo? NÃO! Baseado em evidências científicas e trabalhos importantes de renomados cientistas como Didier Raoult, e outros tantos, dos USA, do nosso Brasil, nós conseguimos dispor de medicamentos de baixíssimo custo, de baixos efeitos colaterais, que estão mostrando resultados, através desses trabalhos, através, principalmente, das observações clínicas de tantos e tantos médicos, de todas as partes do mundo. Se fala muito da Europa, da América do Norte, da América do Sul, e se esquece da Ásia e da África. A África tem um bilhão e duzentos milhões de habitantes (1.200.000.000). Os dez mais populosos países da África perfazem setecentos e cinquenta e sete milhões de habitantes (757.000.000), e lamentam cinquenta e quatro mil, quinhentos e cinquenta e sete (54.557 = 0,0072% para as 10 nações mais populosas) óbitos pelo vírus Sars-CoV-2, da Covid-19. A pergunta que se faz é por que a poderosa Europa, os dez mais populosos países da Europa, perfazem seiscentos e quarenta e três milhões, cento e oitenta e oito mil e setenta e seis habitantes (643.188.076) lamentam seiscentos e sessenta e sete mil, novecentos e dois (667.902 = 0,10% para as 10 nações mais populosas) óbitos pelo SARS-CoV-2, o mesmo vírus que causa lamento de morte dos 54.557 africanos. Os Estados Unidos, com seus trezentos e quarenta milhões (340.000.000) de habitantes lamentam a morte de lamentam quinhentos e vinte e quatro mil, seiscentos e cinquenta e dois (524.652) óbitos pelo SARS-CoV-2. O Brasil, o nosso querido Brasil, com seus trezentos e doze milhões (312.000.000) de habitantes, lamenta quatrocentos e tantos mil (400.000) óbitos por Covid-19. A pergunta que se faz: Por que existe essa diferença extremamente significativa de óbitos entre a África, Brasil, Europa, os dez mais populosos, e os USA? É uma diferença só: Tratamento imediato à base de drogas muito conhecidas, de baixo custo e de baixíssimos efeitos colaterais. O ato de atender o paciente, o processo de cura é multifatorial. Dizer para um paciente, hoje, no século vinte e um, com tantos avanços da medicina, dizer (ao paciente) “Vá para casa. Se piorar, vá par o hospital”: onde está o médico? Não existe mais médico (nesse processo). Só existe o “ir para casa”, no início de uma doença, contrariando um princípio básico da medicina (para um paciente aterrorizado, demonizado, por uma imprensa, lamentavelmente inconsequente e irresponsável que faz com que se potencialize esse vírus que é de baixa letalidade; mas, os fatores que levam à depressão, ao temor, diminuem a capacidade do sistema imunológico do indivíduo. Esse conjunto de fatores negativos, predispõe, potencializa a agressividade desse vírus): Acolher, amar, respeitar, disponibilizar-se vinte e quatro horas por dia (e hoje é muito fácil se disponibilizar 24h por dia), monitorizar os pacientes – muitos se queixam que os pacientes fazem tratamento precoce e lotam os leitos de UTI, é uma inverdade isso – há tratamentos e há “tratamentos”. Há orientações e “orientações”. A divergência na medicina é uma lei. É difícil reverter isso. Então, que deixem os médicos prescreverem o que eles acreditam. Eles têm responsabilidade sobre o que prescrevem. E, também, deixem os médicos que não querem prescrever, e eles responderão por isso, assim como eu respondo por meus pacientes para quem prescrevo, os meus colegas, que não prescrevem, eles também responderão. Cabe aos médicos decidirem o que fazer. Não a um prefeito, a um governador, a um senador, ou a um presidente da república ou a um primeiro ministro. Cabe ao paciente aceitar ou não. E, cabe ao bom senso eliminar essa outra pandemia que é muito pior do que a pandemia Covid-19: é a pandemia da estupidez, é o uso indevido das mortes para ganhos políticos ou financeiros. Termino dizendo: Deixem os médicos prescreverem ou não prescreverem o que eles acharem por bem. Acreditem que, doença, paciente, é caso médico, não é caso político, e não é caso para a exploração do mercado de capital. Mais uma vez, obrigado por esse honroso convite. Fiquem com Deus, saúde sempre, e médicos que atendam o pacientes no início de suas doenças.

CLIQUE: LILIA NIGRO MAIA, Dra., médica cardiologista – Contesta Kit de Medicamentos, e recebe o parecer técnico dos demais médicos em seguida. Palavra do apresentador: Eu quero ouvir uma pessoa com ideia diferente do Dr. Eduardo…

EM EDIÇÃO. ACOMPANHE DIARIAMENTE A ATUALIZAÇÃO TEXTUAL, DE TODAS AS PARTICIPAÇÕES TÉCNICAS.

APÓS A TRANSCRIÇÃO EDITORIAL SEGUE VÍDEO NA ÍNTEGRA.


AUDIÊNCIA NA ÍNTEGRA:

https://edemocracia.camara.leg.br/audiencias/sala/1858

Ou


“Se eu cumprir este juramento com fidelidade, que me seja dado gozar felizmente da vida e da minha profissão, honrado para sempre entre os homens; se eu dele me afastar ou infringir, o contrário aconteça.”

(Juramento de Hipócrates)


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Dan Berg

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades sócio-políticas e econômicas da região.
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