Saúde

Covid-19 – Salvar vidas é possível – você também pode ajudar – Parte 1

ORIENTAÇÃO MÉDICA PARA PREVENIR E TRATAR

Os interessados em argumentos ideológicos ou defesa de autoridades políticas deverão procurar outros tipos de artigo, pois, aqui, trataremos apenas sobre o alicerce médico-científico.

[protocolos ao final do vídeo a seguir]

UMA PALAVRA DE ESPERANÇA:

É possível evitar mortes. Segredos simples que podem ser fatais ou vitais:

  1. Tempo vale ouro – mais do que nunca;
  2. Os remédios indicados não farão o efeito necessário se usados de forma inadequada ou fora do tempo – e não se poderá culpar (desqualificar) os fármacos se administrados extemporânea e impropriamente;
  3. Há medicamentos reposicionados (novas indicações comprovadas, que apenas não constam da bula – off label), com altíssimos níveis de segurança e eficácia (os quais não dão lucro);
  4. Cuide-se preventivamente;
  5. Na hipótese da doença (Covid-19), não espere sequer exames (que podem ter resultados em tempo comprometedor à cura), antes, trate-se precocemente (imediatamente);
  6. Há protocolos de autoridades científicas brasileiras e mundiais salvando vidas (ainda que não sejam adotados por gestores com interesses ideológicos, por mais que sejam “autoridades de saúde pública”, de viés político);
  7. Não escute políticos ou jornalistas: Quem é autoridade sobre saúde são os médicos, autoridades à beira do leito, que, por sinal, são os que podem virar esse jogo.

Não evitar mortes é negligência, é transigir aos fatos científicos e palavra de autoridades médicas, que são aqueles que sabem quais armas possuem em mãos e o que podem ou devem administrar, pois são eles que estão ao “pé da cama” do paciente. Não se pode pretender vitória com discursos e academicismos de possíveis criações de armas futuras. Numa guerra, se luta com as armas disponíveis. Há recursos, há responsabilização dos que não o utilizarem.

Doutores indicam necessidade de Protocolo para Tratamento Inicial (Precoce) pelo Ministério da Saúde, que é a baliza nacional para adequações estaduais e municipais, e para respaldo de conduta clínica a qualquer médico do país.

Médicos que são autoridade à beira do leito (e que sabem o que é clinicamente mais adequado) não podem ficar reféns de ameaças de superiores hierárquicos ou interesses políticos, desde que haja alicerce em protocolo do Ministério da Saúde.

“Se eu cumprir este juramento com fidelidade, que me seja dado gozar felizmente da vida e da minha profissão, honrado para sempre entre os homens; se eu dele me afastar ou infringir, o contrário aconteça.”

(Juramento de Hipócrates)

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Carpe diem. Frui nocte!

Envie para quem você ama!

⁞Δ.β.⁞

Palavra do Dr. Diogo Viriato | @diogoviriato

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Dan Berg

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades sócio-políticas e econômicas da região.
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