Esportes

Camilla Gomes e Ingrid Souto fazem dobradinha no trampolim

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No masculino, o brasileiro Rayan Dutra comete erro na final; colombiano Ángel Recalde surpreende favorito americano e leva o ouro.

Camilla Gomes mostrou por que havia ficado muito perto da vaga olímpica, disputada em etapas da Copa do Mundo. A brasileira foi soberana na final do Trampolim Individual Feminino, na sexta-feira, dia 11, com a nota 52.230. Ingrid Souto Maior, repetindo o excelente nível mostrado na qualificatória, completou a dobradinha verde-amarela, ao obter a nota 51.300. A mexicana Melissa Flores faturou a medalha de bronze (47.625). O Canal Olímpico do Brasil transmitiu a comeptição. 

Muito emocionada, Camilla explicou decisões que tomou na final. “No aquecimento, fiz a minha série mais difícil, mas não precisei dela na final”, disse a ginasta. “Esta é uma competição muito importante, e fico muito feliz por levar essa medalha para casa”.

Alexandro Rungue, um dos treinadores da Seleção Brasileira, destacou a importância da GTR do Brasil. “Este evento foi excepcional, muito bem realizado. Foi importantíssimo para todos os atletas, que sentiram muita falta de competir devido à pandemia. Só tenho que agradecer à CBG”.

Tatiana Figueiredo, treinadora e Coordenadora da Seleção de Ginástica de Trampolim, ficou muito satisfeita com os resultados. “O desempenho das nossas ginastas foi muito bom. Elas competiram muito bem e mostraram que são as melhores do continente”.

Na final do Trampolim Individual Masculino, Rayan Dutra, promessa da Seleção Brasileira aos 19 anos de idade, cometeu uma falha e caiu na área de proteção do trampolim, o que acabou com suas esperanças de vitória – recebeu a nota 17.920.

O colombiano Ángel Recalde, com uma belíssima execução, surpreendeu o norte-americano Jeffrey Gluckstein, que tem melhor ranking, e conquistou a medalha de ouro, somando 57.220. Gluckstein ficou bem perto, com 56.610. Outro norte-americano, Cody Gesuelli (56.095), completou o pódio. Recalde poderá receber uma vaga olímpica, a depender de uma decisão da FIG (Federação Internacional de Ginástica).

Rayan promete continuar trabalhando duro visando aos Jogos Olímpicos Paris 2024. “Hoje não deu, mas vou continuar. Paris-2024 é meu sonho e não vou largar dele. Quero agradecer à CBG, que fez este campeonato incrível em meio à pandemia. Estou triste, porque errei, mas o sonho continua”.

O experiente Rafael Andrade, representante do Brasil nos Jogos Oímpicos do Rio, em 2016, apresentou uma série segura, com pequenas falhas de execução e deslocamento, e ficou em quarto lugar, com 55.065.

Fonte: CBG


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Wesley Lima

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades culturais, sócio-políticas e econômicas da região.
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