Saúde

Epidemia de efeitos adversos graves após vacinação coloca o mundo em alerta – Máscaras caem – a imprensa se cala

EDIÇÃO ATUALIZADA


PROTEÍNA SPIKE NADA MAIS É DO QUE APLICAR COROA DE ESPINHO NAS PESSOAS DE FORMA EXPERIMENTAL! É O QUE VOCÊ QUER DESEJA AO PRÓXIMO? INFORMAÇÃO SALVA! 

  1. Que tal aplicar um dos espinhos – espigão, cravo, SPIKE -, que é parte do Coronavírus, em seu corpo, como “imunizante”?
  2. Pois é isso que ocorre quando as pessoas tomam vacina com proteína “spike”: parte sequencial do genoma do vírus é inoculada no indivíduo. Podem negar o quanto quiserem. Serão narrativas negativas. Contra fatos (científicos) não há argumentos!
  3. Portanto, tendo ou não sido contaminadas, muitas pessoas desenvolverão a sintomatologia da doença, e poderão ter sérios problemas, tanto por efeitos colaterais do tratamento em si, quanto óbito causado pelo próprio “pedaço” do vírus que se espalhará pelo sistema vascular. É impossível de se prever em qual órgão o sangue com a proteína “spike” irá provocar danos, muitos irreversíveis e fatais.
  4. Vacinar é importante? Claro que sim! O problema é o crime de não comunicar essas verdades e fatos às pessoas, erro grave tanto de governantes e laboratórios, quanto da própria sociedade, que “idolatra” a chegada de substância salvadora da pátria, mas vemos pouquíssimas pessoas fazendo esses avisos que podem salvar seu próximo ou evitar danos na vida dos próprios familiares.
  5. Reiteramos a pergunta: Vacinar é importante? Óbvio e ululante! Mas, dessa forma, sem avisos do que está injetando na pessoa e os riscos que isso pode trazer?
  6. OBRIGATORIEDADE DE EXPERIMENTO É CRIME PREVISTO NOS TRATADOS INTERNACIONAIS, DESDE AS GUERRAS MUNDIAIS E HOLOCAUSTO, DOS QUAIS O BRASIL É SIGNATÁRIO! FOI POR MEIO DESSES TRATADOS, APÓS CRIMES NAZISTAS E EXPERIMENTOS EM NOME DA CIÊNCIA CONTRA A PRÓPRIA HUMANIDADE, QUE SURGIU A OBRIGATORIEDADE MUNDIAL (DOS PAÍSES SIGNATÁRIOS, ENTRE OS QUAIS O BRASIL) DE ASSINATURA NO FORMULÁRIO TCLE – TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO!
  7. Começou compreender o motivo de veementes protestos em países europeus? Eles já passaram por isso nas guerras, e não querem ver esse filme novamente! Para isso há leis e tratados internacionais que devem ser obedecidos, sob pena de tribunais também internacionais A QUEM DESCUMPRA E EDITE DECRETOS CRIMINOSOS, obrigando uso de substância desprovida de registro nacional, mas apenas permissão para experimento populacional, e sem praticarem o devido esclarecimento (ampla publicidade dos riscos!), e documentação individual oficial por meio do TLCE – TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO, a cada pessoa vacinada. Isso significa provar que deram ciência desses fatos de fase experimental e voluntária, expondo os riscos e responsabilidades.
  8. Não é assim que médicos são obrigados proceder quando pretendem administrar um tratamento experimental – novo protocolo – em paciente com câncer, por exemplo? Não há que se preencher todos os requisitos, esclarecimentos e formulários oficiais, dando conta dos efeitos pretendidos e possíveis riscos, sob consentimento do paciente? Porventura, um médico comum pode lhe prescrever uma droga experimental (sem registro de aprovação definitiva da Anvisa)?
  9. Longe de ideologias e políticas, vejamos o que nos diz a Ciência.
  10. Cada um tem o direito de acreditar no que bem entender. Mas… e quando a questão não é acreditar, mas, sim, constatar FATOS? Você tem duas opções: 1) Constatar; ou 2) Contestar. Ambas as alternativas exigem evidências!
  11. Aos que se dizem neutros sobre vacinas, não aceitando as opções 1 e 2 (constatar ou contestar, por meio de evidências) existe a terceira via, que é atalho da ausência de evidências, que é negar a Ciência dos médicos e estudiosos, e ficar com a “Çiheinzia” (ou Sim-ânsia) de agentes da saúde e jorNaZistas vendidos para interesses e lucros de políticos e ideologias.
  12. O mundo não estaria em convulsão e protestos nas ruas por causa dos problemas internos do Brasil. Então, se a população de países ricos da Europa passou a se revoltar e rebelar contra as maracutaias de políticos em aliança com laboratórios, quando essa realidade de consciência chegará ao Brasil? Como a TV colorida, após uma década?
  13. Dr. Marcos Falcão – MD. Médico bloqueado por YouTube – Google, por falar sobre medicina e ajudar pessoas sobre Covid, VENCE EM AÇÃO JUDICIAL, pois provou (absurdo ter que ser judicialmente), que FALAR SOBRE CIÊNCIA NÃO PODE SER ARBITRADO POR INTERESSES EMPRESARIAIS, IDEOLÓGICOS E DE IMPRENSA CORROMPIDA.

MODELO NACIONAL (QUE SEGUE PADRÕES DE TRATADOS INTERNACIONAIS) OFICIAL DE TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO (TCLE) E ORIENTAÇÕES, DO CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE – COMISSÃO NACIONAL DE ÉTICA EM PESQUISA – MINISTÉRIO DA SAÚDE (CONEP/CNS/MS) – PDF:

Fonte: Medicina em Evidência com Dr. Marcos Falcão | Há muito mais vídeos e informações importantíssimas. Recomendamos que pesquisem e compreendam melhor sobre o que esse e tantos médicos clamam, com o propósito de salvar vidas por meio da Ciência baseada em EVIDÊNCIAS.


PRESCREVER FÁRMACO EXPERIMENTAL E NÃO REGISTRADO É CRIME INTERNACIONAL! OBRIGAR O INDIVÍDUO A SE SUBMETER A VACINA EXPERIMENTAL E NÃO REGISTRADA, IDEM!

A questão vai muito além de códigos, diplomas e dispositivos jurídicos nacionais – trata-se de CRIME CONTRA A HUMANIDADE. Que cada um seja anotado para, no momento oportuno, responder por seus atos do 3º Reich!

Recomendamos leitura relacionada e de apoio:

  • Legislação – Tratados Internacionais de Biodireito – Brasil, signatário deve obedecer – Resoluções sobre pesquisa submetem Anvisa a normas superiores [CLIQUE]
  • Manual de Ivermectina e Tratamento Precoce: [CLIQUE]
  • Estatísticas Nacionais e Internacionais – Dados Oficiais – Quadro Comparativo – O Brasil vencendo o Covid-19 [CLIQUE]
  • Membro da Família Imperial atingido por Covid-19: De onde veio a cura? [CLIQUE]
  • Indicado ao Nobel de Medicina em restaurante – passaporte sanitário: [CLIQUE]

Nesta epígrafe, em impactante e esclarecedor vídeo que recebemos de contato especial nos USA, e grupo MÉDICOS PELA VIDA, Dr. Rubens Amaral – Nefrologia e Clínica Médica – CRM 27204/SP – fala sobre o que são as vacinas experimentais e amortecimento social.

Esclarecer salva vidas!

VACINAS “AD CONTINUUM” – SENADO TRATA SOBRE TERCEIRA DOSE – DELTA, LAMBDA, ÔMEGA – E VOCÊ PENSAVA QUE UMA VACINA MILAGROSA TRARIA TUDO DE VOLTA AO NORMAL? O NORMAL DE QUEM? DOS INTERESSES “DELES”?

CASAMENTO ENTRE COVID + VACINAS, POLÍTICOS + LABORATÓRIOS, DENOTAM CAMINHADA DE DURADOURA “UNIÃO ESTÁVEL” – SENADO SE REÚNE COM ESPECIALISTAS SOBRE TERCEIRA DOSE DE VACINAS

Em audiência pública, o Senado confirma o assunto de 3ª dose de vacinas. 

A 38ª Reunião da Comissão Temporária interna, criada pelo Requerimento do Senado 105, de 2021, traz a confirmação daquilo que o povo já começou perceber. As manifestações em países de primeiro mundo estão aí para comprovar.

Embora a maioria da imprensa apenas emita opinião e analise (via de regra, com tendenciosas distorções), sem exporem os fatos à população, o leitor DUNA PRESS conta com elevado diferencial. Além de transcrições, apontamentos de autoridades e pautarmos sobre verdades e fatos, também levamos nossos seguidores às fontes oficiais dos assuntos tratados em cada matéria. Nesse caso, segue, ao final, áudio da referida audiência pública no Senado.

TEMA OFICIAL: Debater a eficácia dos imunizantes contra a COVID-19, em primeira e segunda aplicação, bem como a necessidade de aplicação de uma TERCEIRA DOSE (dose de reforço).

Trata-se da caminhada duradoura que, fatalmente recai na situação fiscal, execução orçamentária e financeira (VERBA E INTERESSES) das medidas relacionadas à “pandemia”, com prazos que cada vez mais tendem a ser estendidos.

EXPLICANDO: A expectativa do povo de que logo surgirá uma vacina segura e eficaz para “voltarmos ao normal”, confirma-se grande novela de jogo de interesses entre políticos e magnatas da Big-Pharma internacional, em que as ações sanitárias mundiais são altamente interessantes, com todo respeito às autoridades (eleitas por esse mesmo povo).

In verbis:

“A presente reunião é uma audiência pública, com o objetivo de debater a eficácia dos imunizantes contra a covid-19, em primeira e segunda aplicação, bem como a necessidade de aplicação de uma terceira dose, a dose de reforço.” (Senador Confúcio Moura, Presidente da Comissão Temporária COVID-19)

A Dra. Rosana Leite de Melo, Secretária da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 – Secovid – do Ministério da Saúde, acompanhada de dois diretores, Dr. Danilo e Dr. Marconi, diz:

“Em relação ao nosso tema, em relação à eficácia dos imunizantes contra a Covid, ou seja, à primeira e à segunda aplicações, bem como a necessidade de aplicação de uma terceira dose ou de um reforço, que é um pouco diferente, ou até qual imunizante utilizarmos no próximo ano.”

“E, como tudo é muito dinâmico, há, aproximadamente, três semanas, quatro semanas – vou ser mais exata –, nós iniciamos os debates em relação aos imunizantes na nossa Câmara Técnica Assessora, e não só por isso, em relação a ter uma terceira dose, mas também voltados ao nosso planejamento do ano que vem na aquisição desses imunizantes.”

Terceira doses e mais outras futuras? É isso mesmo que você entendeu? E, caso venham, e tudo indica que assim o será, você sabe qual o nome da vacina que deve tomar na terceira dose? Esquema vacinal homólogo ou heterólogo? Afinal, o que vem a ser isso e o que tem a ver com sua vida e saúde? Vamos à compreensão e aos fatos.

Correlacionemos a outras doenças tratáveis por antibiótico, por exemplo. Se já foi administrado certo antibiótico ao paciente, mas a doença evolui, indicando ineficácia do fármaco, pressupõe-se que a conduta do médico seja administrar substância de outra linha ou espectro. Não é isso?

Se o imunizante não funcionou adequadamente, pelo contrário (conforme constatações do CDC e denúncias de várias nações), provocou ainda mais epidemia da nova variante, Delta, seguindo o raciocínio anterior (do antibiótico), seria coerente a cogitação de terceira dose, ou dose de reforço da mesma vacina?

Não observamos (AINDA) menção de vacina diferente para o caso.

Aumentar a imunização para vírus diferente do que esteja atacando o indivíduo, faz sentido?

ESTAMOS NA FASE “EXPERIMENTO”

ENÉSIMA CONSTATAÇÃO OFICIAL DE QUE SE TRATA DE VACINAS EXPERIMENTAIS, SEM NENHUM TESTE CONCLUÍDO OU GARANTIAS DE SEGURANÇA E EFICÁCIA POR RESULTADO DE METODOLOGIA CIENTÍFICA, EXCETO: DESDE A PRIMEIRA DOSE, LABORATÓRIOS SOLICITAM AOS GOVERNOS AUTORIZAÇÃO PARA REALIZAR O EXPERIMENTO NA POPULAÇÃO. VEJA O QUE DIZEM AS PRÓPRIAS AUTORIDADES:

No panorama atual, as vacinas continuam em desenvolvimento, continuam sendo pesquisadas.

Meiruze Sousa Freitas, Diretora da Anvisa

PANORAMA INTERNACIONAL

CHILE – MINISTÉRIO DA SAÚDE

Será administrada dose de reforço para os que completaram esquema vacinal com Coronavac. https://www.minsal.cl/dosis-de-refuerzo-en-la-campana-de-vacunacion-contra-sars-cov-2-en-chile/

ESPANHA

INSTITUTO DE SALUD CARLOS III

Esquema vacinal heterólogo (doses de vacinas diferentes na mesma pessoa) – A resposta imune é robusta, com EVENTOS ADVERSOS. https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(21)01420-3/fulltext

MINISTERIO DE SANIDAD

As doses do esquema vacinal devem ser completadas com o mesmo produto. https://www.mscbs.gob.es/profesionales/saludPublica/prevPromocion/vacunaciones/covid19/docs/COVID-19_Actualizacion8_EstrategiaVacunacion.pdf

CHINA – MED-RIV – PREPRINT SERVER FOR HEALTH SCIENES

“Uma dose de reforço é imunogênica e será necessária para adultos mais velhos que completaram duas doses de vacinação com CoronaVac: um ensaio clínico de fase 1/2 randomizado, duplo-cego, controlado por placebo” https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2021.08.03.21261544v1

ESTADOS UNIDOS

CDC – CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION

A segurança e eficácia de esquemas vacinais com produtos mistos NÃO FORAM AVALIADAS (não há testes!). Ambas as doses do esquema vacinal devem ser completadas com o mesmo produto. Vacinas contra a COVID-19 não são intercambiáveis. https://www.cdc.gov/vaccines/covid-19/clinical-considerations/covid-19-vaccines-us.html

Recomenda que as pessoas com sistema imunológico comprometido, de forma moderada a grave, recebam uma dose adicional da vacina de mRNA Covid-19, após as 2 doses iniciais. https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/vaccines/recommendations/immuno.html

FDA – U.S. FOOD AND DRUG ADMINISTRATION

Autoriza dose adicional (3ª dose) da vacina contra Covid-19, em indivíduos imunossuprimidos e que receberam transplante de órgãos. https://www.fda.gov/news-events/press-announcements/coronavirus-covid-19-update-fda-authorizes-additional-vaccine-dose-certain-immunocompromised

INGLATERRA – UNIVERSITY OF OXFORD

MAIOR reatogenicidade (capacidade de a vacina gerar reação adversa, colateral ou sistêmica no organismo) em grupos que receberam esquema heterólogo (vacinas diferentes no mesmo indivíduo) do que com esquema homólogo. A MISTURA DE VACINAS AUMENTOU REAÇÕES ADVERSAS. https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(21)01115-6/fulltext

OMS/WHO (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE / WORLD HEALTH ORGANIZATION)

  • Doses extras (reforço) podem ser necessárias – TERCEIRA DOSE NECESSÁRIA (confirmação da possibilidade de interesses “ad continuum”, entre laboratórios e governos, conforme conveniências, sempre sem respostas objetivas, mas em condições de permanente insuficiência e dependência).
  • É recomendado que o mesmo produto seja usado para ambas as doses.
  • Estudos de esquema vacinal heterólogo estão em andamento (portanto, SEM TESTES OU RESULTADOS).
  • Um esquema heterólogo constitui uso off-label das respectivas vacinas. Atualmente NÃO HÁ DADOS PARA ESQUEMA HETERÓLOGO (portanto, sem testes ou resultados) com outros produtos vacinais.

https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/341786/WHO-2019-nCoV-vaccines-SAGE-recommendation-BNT162b2-2021.2-eng.pdf?sequence=1&isAllowed=y

Senado – Audiência Pública – 38ª Reunião da Comissão Temporária

OMS, EM SEU SITE OFICIAL, FINGE FALAR SOBRE EFEITOS ADVERSOS GRAVES A LONGO PRAZO (DE VACINAS), EM SEGUIDA MUDA DE ASSUNTO

Por absurdo que pareça o próprio site da OMS, apresenta em sua página oficial, na cartilha sobre vacinas, o título:

“Efeitos colaterais a longo prazo”

Em seguida, registram texto totalmente evasivo, fazendo de conta que irão tratar do assunto em epígrafe, ou seja, as reações adversas tardias.

Entretanto, tal órgão, que se propõe a ser referência mundial sobre a saúde das pessoas, se limita a dizer que “Efeitos colaterais geralmente ocorrem nos primeiros dias após a obtenção de uma vacina”.

Também, anotam a “brilhante” informação de que “as vacinas COVID-19 não podem deixá-lo doente com COVID-19”.

Para quem achava que a “referência mundial de saúde” fosse dizer algo a respeito de EFEITOS COLATERAIS A LONGO PRAZO (que é o tópico no site oficial), vai ter apenas perversa (DES)informação “[…] é possível que uma pessoa possa estar infectada com SARS-CoV-2 pouco antes ou depois da vacinação e ainda ficar doente com Covid-19. Isso porque a vacina ainda não teve tempo suficiente para fornecer proteção”. É disso que trata o título?

Com um pouco mais de fé, quem sabe, no último parágrafo sob esse título, o assunto seja, de fato, levado a sério… Infelizmente, como costumeiramente a culpa é do indivíduo, sua fé não foi suficiente. O último parágrafo traz o que segue:

“Experimentar efeitos colaterais após a vacinação significa que a vacina está funcionando e seu sistema imunológico está respondendo como deveria. As vacinas são seguras, e se vacinar ajudará a protegê-lo contra o COVID-19”.

Enfim. Ou melhor, em linguagem médica e científica, CONCLUSÃO: Onde estão as informações e textos pertinentes, que discorram a respeito do assunto que o título finge tratar?

Para quem insiste em não acreditar, veja esse acinte (DES)informativo à saúde mundial: https://www.who.int/pt/news-room/feature-stories/detail/side-effects-of-covid-19-vaccines

Talvez seja por esses e outros motivos que, no Japão, é corrente se chamar certeiramente de Organização Chinesa de Saúde.

Ademais, quando a OMS vai se manifestar sobre a nova preocupação do Comitê de Segurança da Agência Europeia de Medicamentos (EMA, em inglês)?

O mundo precisa, urgentemente, de informações sobre outras recentes reações adversas:

  • Eritema multiforme – reação alérgica epitelial;
  • A glomerulonefrite – inflamação renal; e
  • Síndrome nefrótica – desordem renal caracterizada pela perda urinária acentuada de proteínas.

CIENTISTAS DO MUNDO ANGUSTIADOS: O FIM DA PANDEMIA ESTÁ AMEAÇADO PELAS PRÓPRIAS VACINAS E VARIANTE DELTA?

I finished reading it significantly more concerned than when I began

Robert Wachter, chairman of the Department of Medicine at the University of California at San Francisco – [Tradução editorial: “Terminei de ler muito mais preocupado do que quando comecei”, Robert Wachter, presidente do Departamento de Medicina da Universidade da Califórnia, San Francisco, EUA]

Nova variante, Delta, é fruto da própria vacina? O CDC finalmente admite que pessoas totalmente vacinadas possuem níveis absurdamente elevados de transmissibilidade, e que devem usar máscaras. Isso é verdade? Alguém pode explicar isso? Vejamos as próprias informações científicas a seguir.

Principais autoridades de saúde, Anthony S. Fauci e Rochelle Walensky, declaram, em 28 de julho, que os indivíduos vacinados devem usar máscaras em ambientes abertos ou fechados, de acordo com a nova orientação do CDC. Os riscos aumentaram centenas de vezes.

Uma apresentação que circulou internamente no CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças do Estados Unidos) oferece uma avaliação muito mais sombria do que a que a agência vem compartilhando publicamente sobre a variante delta, com algumas discrepâncias importantes entre as mensagens públicas e privadas. Obtivemos acesso ao documento na íntegra, do próprio CDC, cujo conteúdo não é apresentado nas mídias tradicionais que comentam essa notícia [ao final desta matéria].

CDC agenda reunião de emergência sobre efeitos adversos graves após vacinação: A taxa de miocardite em adolescentes e jovens adultos, acima do esperado, é consistente com dados de vigilância de Israel e do Pentágono, segundo Dr. Tom Shimabukuro, vice-diretor do CDC – Centers for Disease Control and Prevention (Centros de Controle e Prevenção de Doenças).

Gostaríamos que os relatos a seguir fossem produto de “fake news”, mas, infelizmente, não são. É a verdade nua e crua dos fatos.

ATUALIZAÇÃO DAS PESQUISAS: VIDE FINAL DESTA MATÉRIA.

A presente matéria não se destina a interesses ideológicos ou políticos, discorrendo sobre o alicerce científico e suas publicações.

Além de INFORMAR, o objetivo deste artigo é de QUESTIONAR sobre aquilo que todo cidadão deve saber, e que cada governante deve responder, sem argumentos evasivos típicos da astúcia política, mas apenas de modo técnico e objetivo.

VOCÊ VAI TOMAR A VACINA? É A PERGUNTA QUE SE OUVE TODO DIA. E, QUAL SUA RESPOSTA? COM QUAIS BASES?

O mundo vive um momento em que pessoas estão desesperadas, apelando, venerando e idolatrando vacinas ainda NÃO APROVADAS pela ciência, confundindo com “AUTORIZADAS” por governantes, como se fossem salvadoras do planeta. De que adianta nível duvidoso de eficácia se houver nível ainda mais duvidoso de segurança?

Incrivelmente, essas mesmas pessoas (de todos os segmentos, indivíduos, igrejas, grupos, entidades, autoridades) não cogitam, não falam, não lutam da mesma forma por uso de medicamentos (de baixo custo, reposicionados, “off label”) de segurança e eficácia superiores aos supostos imunizantes, para tratar os doentes.

O que fazer quando o povo não pensa? Veremos a seguir os resultados catastróficos dessa ignorância mundial.

Em paralelo à anafilaxia, já passou de alarmante e crítico o número de casos de adolescentes e jovens adultos com miocardite e pericardite, em Israel e nos EUA (e outros países, que veremos abaixo), depois de receberem vacina da Pfizer. Isso sem cogitar as demais “vacinas” e seus efeitos adversos graves. O que você tem a ver com isso? Tudo!

É da responsabilidade de todos, pessoas, grupos, segmentos, autoridades, associações, comunidades, crenças: Negar ou omitir ao próximo aquilo que se sabe sobre riscos ou benefícios à saúde e vida, por preferências ideológicas, é um erro gravíssimo, do qual todos pagam a amarga conta, individual, familiar e coletivamente.

AGORA, TRATA-SE DE UMA EPIDEMIA DE MIOCARDITE E PERICARDITE. E AMANHÃ? QUEM NOS INFORMA ADEQUADAMENTE? POLÍTICOS? JORNAIS?

MIOCARDITE é a inflamação do músculo cardíaco e a PERICARDITE é a inflamação do revestimento externo do coração. Em ambos os casos, o sistema imunológico do corpo causa inflamação em resposta a uma infecção ou algum outro gatilho (National Heart, Lung and Blood Institute – nhlbi.nih.gov/health-topics/heart-inflammation).

QUANTOS FATOS SÃO NECESSÁRIOS PARA QUE ALGO SEJA VERDADE?

FATO: Christian Dannemann Eriksen, jogador da Dinamarca, de 29 anos, teve um mal estar súbito e convulsão em partida contra a Finlândia pela Eurocopa, aos 42 minutos do 1º tempo, em Copenhagen. O infarto em campo foi causado por miocardite [inflamação do músculo cardíaco].

Foi confirmado que Eriksen recebeu a vacina (Pfizer-BioNTech and Moderna) doze dias antes.

Médicos passaram quase dez minutos fazendo massagem cardíaca na tentativa de reanimar o atleta. Atualmente Eriksen é jogador da Internazionale, de Milão, Itália.

O atleta teve morte súbita abortada pela medicina. TODAVIA, quantos publicaram qual foi a causa dessa “morte súbita” e infarto? Ele não era saudável? Não havia rigoroso prontuário médico com seu histórico de saúde? Ele tinha risco de colapso por qualquer elemento em seus registros? Qual foi a causa?

Note que, a cada vez que se publica o óbito de alguém que não havia sido vacinado, a imprensa tendenciosa faz questão de registrar: “FULANO NÃO HAVIA SIDO VACINADO” (como que respaldando níveis de eficácia de vacinas).

Contudo, não agem da mesma forma quando ocorre na mão contrária: “FULANO HAVIA SIDO VACINADO” (com medo de revelar a falta de segurança das vacinas).

Sem dar margem a teorias da conspiração, fato é que o mundo começa perceber o jogo de interesses da HAJAMAL – Hostes Associadas de JorNaZistas, Autoridades, Mafiosos e Laboratórios, do novo sinistro mundial.

QUESTÕES QUE DEVEM SER FEITAS POR TODO CIDADÃO

As perguntas a seguir devem ser respondidas, sem evasivas políticas, mas de modo técnico:

1 – ISRAEL E USA, REUNIÃO DE EMERGÊNCIA. A imprensa fez questão de noticiar ausência de relação entre vacina e inflamação cardíaca rara, mas, de repente, os próprios órgãos oficiais, dos Estados Unidos e Israel, promovem reunião de emergência sobre o assunto, por qual motivo? Reunião emergencial por boato? [epochtimes.com.br/cdc-realizara-reuniao-de-emergencia-sobre-inflamacao-cardiaca-rara-pos-vacinacao].

2 – ÁRABES REITERAM AS OCORRÊNCIAS. Seria de pouca monta a denúncia de Israel ser repercutida e veiculada até mesmo pela rede de transmissão AlJazeera, sobre efeitos adversos graves de miocardite e pericardite após vacinas? (aljazeera.com/economy/2021/6/10/cdc-advisers-to-review-heart-inflammation-link-to-mrna-covid-jabs).

3 – FASE EXPERIMENTAL, SEM RESULTADOS E APROVAÇÕES POSSÍVEIS. Será que agora as pessoas começaram entender o fato de que o mundo está na fase 4 (do mínimo de 5 do processo metodológico experimental), antes da validação e aprovação científica das vacinas? Será que começaram entender a diferença entre autorização do governo (em que o povo se submete a ser cobaia de experimento) e aprovação científica (em que a segurança e eficácia são garantidas – e assumidas pelos laboratórios)?

4 – SÍNDROME DE ESTOCOLMO COLETIVA. Até quando o povo vai idolatrar vacina, sem níveis adequados de segurança e eficácia, como salvadoras do mundo, e não reivindicar com mesma ênfase a produção de medicamentos para pessoas que já estão doentes?

5 – CEGOS GUIANDO OUTROS CEGOS. A máfia dos laboratórios, por meio de governos e jorNaZismo, conseguiu cegar a população e lhe sequestrou o mínimo de inteligência?

6 – QUEM É O RESPONSÁVEL PELOS EFEITOS? ONDE ESTÁ A BULA? Por qual motivo laboratórios se negam a assumir responsabilidade sobre efeitos adversos? Por qual motivo autoridades exigem bula de medicamentos reposicionados para Covid, que podem salvar vidas, mas se negam a imprimir os dizeres legais nas embalagens de cada vacina que pode tirar a vida? A lei e o direito são cumpridos para medicamento e vacinas no quesito dizeres legais obrigatórios (bula)?

7 – EFICAZ SEM SEGURANÇA? De que adianta ter nível duvidoso de eficácia e ter nível ainda mais duvidoso de segurança?

8 – OFF LABEL. De quantas publicações científicas (já em “press/prints”) o mundo precisa para exigir produção, distribuição, campanha e uso de substâncias de décadas, que, reposicionadas (off label), podem evitar mortes?

9 – AUTORIDADES MÉDICAS. De nada vale a palavra de cientistas apolíticos e médicos que são autoridades à beira do leito?

10 – BILHÕES EM JOGO: É PROIBIDA FABRICAÇÃO DE VACINA CASO SE COMPROVE EXISTÊNCIA DE MEDICAMENTO EFICAZ! Você já pesquisou sobre o fato de ser proibida (segundo FDA), a produção de vacinas caso se comprove existência de medicamento seguro e eficaz? Ou seja, se admitirem existência de fármaco, não podem produzir vacinas. Mas, os laboratórios querem produzir vacinas. Então, é proibido a esses interesses divulgar qualquer medicamento seguro e eficaz, mesmo que exista. Se há medicamento, não se pode fabricar vacina. Fica mais claro o “puzzle”? Percebe os movimentos do xadrez?

11 – RESPONSÁVEL NA UNIDADE DE SAÚDE. A autoridade de saúde, no gabinete ou à beira do leito, que não pratica e não administra aquilo que pode curar, antes, contribui para aquilo que evolui ao óbito, É OU NÃO responsável por negligência?

12 – NÃO HÁ NEUTRALIDADE: VOCÊ ESTÁ SERVINDO A QUAIS INTERESSES? Quem se nega servir à saúde e à vida com as armas existentes, se autodeclara serviçal de quais interesses?

13 – VEJA SE VOCÊ NÃO ESTÁ SE COLOCANDO NA POSIÇÃO DE CÚMPLICE: Quem não fala sobre tratamento imediato medicamentoso (que não dá lucro) aos doentes com a mesma ênfase com que se dedica a falar sobre vacinas experimentais (que dão muito lucro), aquele que concentra seus esforços apenas aos “não doentes”, torna-se cúmplice por cada morte, pelo aumento da curva de óbitos dos não vacinados, bem como pelos efeitos adversos aos “imunizados”, SIM OU NÃO?

14 – DENGUE E COVID: HÁ ALGO EM COMUM? É imprescindível se fazer a correlação do histórico dos efeitos adversos severos da vacina contra dengue e da vacina contra Covid-19: a) É verdade que nunca existiu “dengue hemorrágica”, MAS, SIM, na esmagadora maioria, a ocorrência foi de pessoas “imunizadas” (vacinadas) com substância duvidosa (não segura), que, ao contraírem “dengue clássica” (apesar de vacinadas) sofreram de colapso hepático, pela combinação da substância da “vacina” com aquilo que a “vacina” deveria combater, e, a partir daí passaram a chamar de “dengue hemorrágica” ou “dengue severa”? b) Quantos milhões de brasileiros já foram picados por mosquito da dengue e infectados repetidas vezes sem nenhum agravo? c) Por que exatamente os “vacinados” “coincidentemente” apresentaram agravos da mesmíssima dengue, que passaram a chamar vulgarmente de “dengue hemorrágica”? d) Se a vacina da dengue era tão “segura”, porém, com esse histórico de efeitos colaterais severos, evolução para dengue hemorrágica e óbito, qual é o nível de segurança que a população tem ao usar uma vacina (qualquer uma), em fase experimental, de riscos que sequer foram testados? Há como negar essas verdades científicas? e) Por que ninguém mais toca no assunto?

15 – VACINAS E NOVAS VARIANTES DO VÍRUS: Uma virologista declarou a um periódico ideológico no Brasil (consultável na Internet) “Se as pessoas vacinadas convivem em um ambiente com muitos outros indivíduos não imunizados, é possível que ocorra uma seleção natural de cepas capazes de vencer ou resistir melhor aos efeitos da vacina”. a) Isso ocorreria se vacinas tivessem níveis adequados de eficácia? b) As afirmações da imprensa (de suposta fonte técnica), sobre surgimento de novas cepas oriundas do Brasil, da Índia ou de qualquer outro lugar, podem ser confirmadas, associando ao local de origem, por quais bases científicas? É ético que um jornalista dê a notícia sobre nova variante, tendo por maior preocupação e ênfase asseverar a origem da nova cepa, sem que apresente provas disso? Há como garantir o local de origem de cepas? Se há meticulosidade científica capaz de identificar a procedência da cepa, não deveria haver conhecimento suficiente para se criar imunizante totalmente eficaz? c) A afirmação do virologista francês Luc Montagnier (amplamente publicada), Nobel de Medicina em 2008 (pela descoberta do vírus da Aids), em entrevista concedida ao Divulgation e RAIR Foundation [rairfoundation.com/bombshell-nobel-prize-winner-reveals-covid-vaccine-is-creating-variants], de que as vacinas contra Covid-19 são capazes de criar novas variantes do Sars-Cov-2, vírus causador da doença, – ideologias e políticas de lado – é um equívoco do cientista? d) O Nobel de Medicina não tem amparo científico nessa declaração? e) O Fortalecimento ou Aprimoramento Dependente de Anticorpos (ADE, na sigla em inglês), fenômeno que deixa pacientes mais vulneráveis após vacinação, é um engano e desinformação por parte do Dr. Montagnier? f) Há tempo suficiente de pesquisa de vacina contra Covid para que se possa negar esse fenômeno científico levantado pelo Nobel? g) Embora sejam citados locais anteriores à vacinação, onde o vírus possa ter sofrido mutações espontâneas, causando variantes, isso invalida a realidade de que a vacinação seja responsável também por criar outras novas cepas (fenômeno do fortalecimento dependente do anticorpo), conforme advertência do virologista? h) As declarações do médico de que “vou mostrar a vocês que elas estão criando variantes que são resistentes às vacinas” e “a curva vacinações é seguida pela curva de óbitos”, em entrevista publicada pela RAIR Foundation, dos Estados Unidos, SÃO FALSAS? i) As notas de RAIR Foundation, (https:// – rairfoundation.com/alert-luc-montagnier-did-not-say-vaccine-would-kill-people-in-two-years-heres-what-he-did-say-video) desmentindo supostos boatos sobre mortes em dois anos, PORVENTURA, TAL PUBLICAÇÃO EM ALGUM MOMENTO REFUTA AS OUTRAS QUESTÕES ANTERIORES? j) MORTES EM 2 ANOS: Sobre esse suposto boato, é óbvio e ululante que nenhum médico do mundo pode assegurar que pessoas vão morrer em 2 anos, ou pode, com certeza? k) Ademais, alguém desmentiu que o médico tenha dito, não que “todos morrerão”, mas que “poderão vir a óbito dentro de 2 anos, por efeitos adversos da vacina”? l) Alguém desmente o fato de que ocorrerão muitas mortes a respeito das quais não se consiga provar a relação causal entre os fatores óbito (de seu parente querido) e vacina? m) O que se sabe com certeza, hoje, é de que não há nível de segurança confiável e garantido, sem entrar no mérito da eficácia, ou há quem os garanta?

16 – MÉDICOS, PROTOCOLOS E PRESCRIÇÕES: a) Até quando médicos que são autoridade à beira do leito serão ameaçados por hierarquias e associações políticas sobre o que podem ou não prescrever? b) Até quando médicos evitarão prescrever aquilo que sabem ser o mais adequado clinicamente, por questões ideológicas particulares, em contra partida, administrando substâncias que não estão preconizadas em protocolos para combate ao Covid? c) Até quando pessoas vão morrer por falta de protocolo para tratamento imediato, por parte dos poderes municipal, estadual e federal (que é a baliza máxima do Ministério da Saúde para todo o país)? d) Vacinas são o único assunto de interesse dessas autoridades? e) Vacinas curam doentes, salvam pessoas das UTIs e livram contaminados da superlotação e do óbito?

17 – O POVO TEM QUE FICAR DIVIDIDO EM MEDICAMENTO “A” OU “B”, COMO QUE APOIANDO OU SENDO CONTRA POLÍTICO “A” OU “B”, OU DEVE VALORIZAR, REFERENDAR E PROPAGAR A PALAVRA DA MEDICINA? a) Até quando pessoas estarão divididas entre um e outro medicamento ou vacina por questões ideológicas, partidárias ou políticas? b) Porventura quem trata de doenças é o médico ou os governantes, políticos, jornalistas e blogueiros? c) Médicos devem ser reféns de gestores públicos ou particulares para exercerem a medicina?

18 – ATÉ ONDE VAI A RESPONSABILIDADE DAS AUTORIDADES CONSTITUÍDAS – QUEM É RESPONSÁVEL PELO QUÊ? Considerando a decisão do STF, de 15/4/2020, que dá poderes “também” (mas não apenas) a governadores e prefeitos sobre “atividades” para fins de isolamento social (lockdown), TODAVIA que nada interfere sobre questões técnicas de competência da saúde: Durante a gestão, o que autoridades de saúde têm feito a respeito de: a) aproveitamento de publicações e testemunhos de milhares de médicos do Brasil e exterior, sobre medicamentos reposicionados (off label); b) investimento financeiro, publicitário e operacional em campanhas para sua distribuição e uso; c) protocolo com diretrizes federais (de autoridade máxima e imprescindível), estaduais e municipais, para tratamento inicial (imediato) aos doentes? d) ADEMAIS: O que governantes e autoridades de saúde têm feito para dar respaldo (protocolos, resoluções) às condutas médicas à beira do leito? e) Espalhar verbas (desviáveis) exime autoridades da responsabilidade de editar protocolos, campanhas e distribuição de medicamentos para tratamento da população contaminada e adoecida? e) Tiveram o mesmo interesse, ênfase e esforços sobre medicamentos reposicionados para evitar óbitos tanto quanto falam e fazem no tocante a vacinas? f) O que é mais importante: Falar sobre vacina (aos não doentes); ou sobre medicamentos para tratamento inicial (dos doentes); ou ambas as situações são importantes e deveriam ser tratadas de igual modo pelos gestores públicos? É o que ocorre de fato? g) Quais partes das inúmeras publicações científicas e incontáveis fóruns de médicos sobre medicamentos reposicionados para tratamento imediato, inicial, precoce e preventivo, foram aproveitadas em resoluções oficiais? Há protocolos nas três esferas e rede particular de saúde? Há medicamentos reposicionados em campanha nacional e disponíveis em todas as unidades de saúde?

19 – ESTATÍSTICAS: Ampliação das questões feitas pelo médico e escritor Dr. Alessandro Loiola. Considerando (i) o cadastro obrigatório para que cada pessoa possa tomar a vacina, (ii) os registros obrigatórios de atendimento em qualquer unidade de saúde, e (iii) as informações oficiais de cartórios de registro civil, portanto, tratando-se dos dados existentes e de domínio do SUS: a) Quantos efeitos colaterais das novas vacinas ocorrem no Brasil? b) Quantos óbitos são potencialmente associados às vacinas? c) Quantas pessoas contraíram Covid após terem sido vacinadas? d) Quantas pessoas vacinadas adoeceram por causas relacionadas à vacina? e) Quantas dessas pessoas foram a óbito por reações adversas graves da vacina? f) Qual o porcentual de óbitos correspondente a pessoas vacinadas e não-vacinadas? g) Quando os órgãos oficiais disponibilizarão essas informações ao público, em geral, uma vez que já são obrigados pelo princípio constitucional de publicidade e transparência?

20 – MAIS PAÍSES. a) Por que a Holanda, Alemanha e Canadá proibiram vacina de Oxford aos jovens e adultos menores de 60 anos (idade mínima de 55 no Canadá)? b) Qual a relação da vacina Oxford-AstraZeneca contra a covid-19 para pessoas com menos de 60 anos e os casos graves de coágulos sanguíneos (trombose e embolia pulmonar)? c) O ministro da Saúde, Jens Spahn, e os 16 secretários estaduais da saúde TOMARAM A DECISÃO em uma REUNIÃO DE EMERGÊNCIA por causa de boatos? d) Os casos de trombose relatados pela Holanda, em pessoas de 25 a 65 anos, evoluindo para embolia pulmonar e óbito após vacinação são falsos? e) As dezenas de casos da Alemanha também foram registros oficiais “fake”? f) A decisão do governo canadense em restringir idades também seria baseada em preocupações desnecessárias? g) Por que o Canadá, líder de aquisição de vacinas, não consegue atingir metas de imunização?  [bbc.com/portuguese/geral-56588102 + bbc.com/portuguese/internacional-56061967].

21 – DESINFORMAÇÃO JORNALÍSTICA. a) Por que a imprensa, quando noticia diariamente o assunto “vacinas”, não informa sobre a advertência de riscos graves e fatais assinalados nos dados científicos do mundo todo, inclusive contidos no site do INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial? b) Para aqueles que usarem de argumentos ao estilo “foram internados 35 jovens, com reações adversas graves, mas apenas 1 veio a óbito!”, e se esse “1” fosse seu filho, pai, mãe, irmão, cônjuge? c) Uma morte não é suficiente para se exigir nível adequado de segurança, antes da própria suposta eficácia da vacina, e ANTES de autorizar a continuidade da fase EXPERIMENTAL na população, em situação de cobaia desinformada? d) Canadá e Alemanha não se juntaram à Islândia, Suécia, e França contra o uso de vacina desprovida de nível adequado de segurança? e) Indagação repetitiva, e imprescindível: De que vale eficácia se não há segurança? [gov.br/inpi/pt-br/servicos/patentes/tecnologias-para-covid-19/Vacinas].

QUESTÕES 22 EM DIANTE: VIDE FINAL DA MATÉRIA.

Há quem aprecie ser personagem de Matrix, manipulado nesse “game” onde só “eles” ganham, mas logo se instala a revolta quando familiares adoecem e vão a óbito.

JURAMENTO DE HIPÓCRITAS. Felizmente, essa e muitas outras farsas começam vir à tona, e a classe médica é quem pode se manifestar, bater na mesa e virar esse jogo: Pelo menos por meio daqueles que não admitem a condição de reféns de políticas e ideologias, antes seguem, fiéis, o Juramento de Hipócrates.

SOMOS A FAVOR DE VACINA, MAS QUAL? Aquelas que sejam aprovadas por metodologia científica, de níveis adequados de segurança e, somente depois, eficácia! Não se deve aceitar, em hipótese alguma, vacinas que sejam simplesmente autorizadas por governos (sem aprovação científica, como permissão de experimento na população).

Há que se mostrar interesse, tanto por parte do povo quanto do governo, na mesma intensidade, por protocolos oficiais (municipal, estadual e federal – que é baliza para esferas inferiores), de medicamentos para tratamento daqueles que estão contaminados (aos quais não se aplica vacina). Uma coisa não pode anular outra.

Espera-se que os fatos aqui narrados e questionamentos sirvam para que as pessoas parem de confundir os termos “AUTORIZADO” e “APROVADO”, quando “autorizado” (nunca será demais enfatizar) refere-se a governos permitirem o uso experimental, enquanto “aprovado” refere-se à conclusão de todas as etapas do processo científico referente aos quesitos segurança e eficácia.

A “brincadeira” da máfia e governos é “mais embaixo”, vemos um mundo ajoelhado implorando por “vacinas”, sem considerar esses fatos.

Muito se ouve de pessoas defendendo: “Eu ouço muitas coisas… tenho que acreditar em todo mundo… mas prefiro optar por aquilo que seja verdadeiro”. Pois são exatamente essas pessoas que se alimentam de informações não científicas, de vizinhos, jornalistas e blogueiros, dizendo que tal cientista disse isso ou aquilo, sem verificarem se as coisas são, de fato, assim!

São os mesmos que estão implorando por vacina (autorizada, mas não aprovada). Quem se ajoelha e pede, acaba recebendo aquilo que tanto idolatra. Se será bom ou ruim, já é outra questão.

E você, vai esperar a opinião do “árbitro de vídeo” para ver quantos gols governos e mafiosos de laboratório estão fazendo contra a população? E você ainda vai continuar na arquibancada, aplaudindo esse jogo, se ajoelhando por vacina (desse escopo) PORÉM, se calando sobre a falta níveis adequados de segurança e eficácia de vacinas, bem como o fato de negarem protocolos e medicamentos a quem já está doente? A isso se chama incoerência ou hipocrisia.

Note-se que esta matéria se concentra nos efeitos adversos graves apenas de miocardite e pericardite. Quantas complicações severas (na fila de anafilaxia, trombose com síndrome de trombocitopenia, e outras) surgem em decorrência das tais vacinas? [cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/vaccines/safety/adverse-events.html]

Em hipótese alguma este artigo deve ser entendido como desestímulo às pessoas buscarem as melhores formas disponíveis para proteção e cura. O combate é contra a hipocrisia e incoerência, com tolerância zero quando a política se sobrepõe à ciência.

A omissão de informações de interesse da população não pode ser admitida, e deve ser combatida, constante e sistematicamente, a fim de que cada indivíduo esteja ciente dos riscos de todas as alternativas propostas que interfiram em seu corpo, saúde e vida.

Combater a desinformação também é dever de cada cidadão, entidade, instituição. Que respondam sem tergiversar.

Que essas informações e indagações, compartilhadas por todos, possam resultar em salvar vidas e contribuir para reduzir óbitos, VISIVELMENTE EVITÁVEIS. Que sejamos instrumentos de transformação para afirmar que VIDAS IMPORTAM.

ATUALIZAÇÃO DE PESQUISAS:

Os novos dados sugerem que as pessoas vacinadas estão espalhando o vírus e contribuindo para aumento do número de contaminados. Como assim?

Qual é a novidade? A Dra. Rochelle P. Walensky – Diretora do CDC – chamou a transmissão por pessoas vacinadas de “um evento raro”, mas outros cientistas sugeriram que pode ser mais comum do que se pensava! A partir daqui você começará ver o tamanho do problema que especialistas do mundo todo estão enfrentando como verdadeira catástrofe.

O CDC recomendou que MESMO AS PESSOAS VACINADAS usem máscaras, em ambientes públicos ou fechados, por causa do aumento absurdo da transmissão do vírus, em contrapartida da vacina. É isso mesmo?

O documento sugere que essa recomendação pode não ir longe o suficiente. “Dada a maior transmissibilidade e a cobertura vacinal atual, a mascaramento universal é essencial”, diz o documento.

Quem traz esse assunto são nada menos do que as duas maiores autoridades do assunto nos USA: Anthony Fauci – Director, National Institute of Allergy and Infectious Diseases | Rochelle Walensky – CDC Director – Centers for Disease Control and Prevention. Amostra textual do vídeo que segue:

“Duas semanas atrás, dezesseis dias atrás, o CDC veio a público para recomendar o desuso de máscaras por indivíduos vacinados, em locais abertos ou fechados. Alguma coisa mudou… 1) A transmissibilidade aumentou absurdamente; 2) o potencial do vírus se tornou centenas de vezes maior…” [vídeo exclusivo no original]:

Estudos recentes apontam que a nova versão, Delta, do coronavírus é muito mais transmissível e tem maior probabilidade de vencer o sistema imunológico.

Isso difere do que a diretora do CDC, Dra. Rochelle Walensky, disse anteriormente, já que ela caracterizou a transmissão do vírus entre as pessoas vacinadas como possível – mas ainda rara – ao reiterar recomendação do uso de máscara.

A apresentação (que era interna, mas se tornou pública – da qual tivemos acesso e trazemos, a seguir, exclusivamente aos nossos leitores e seguidores) também ofereceu detalhes novos (e anteriormente não compartilhados) sobre a transmissibilidade da variante delta, seu risco de causar doenças mais graves e a possibilidade de deixar as pessoas infectadas por mais tempo do que outras variantes.

A variante Delta do coronavírus se tornou a nova fonte de preocupação no combate à pandemia de covid-19, principalmente em países com ritmo avançado de vacinação.

Segundo o relatório (vide CDC), a variante Delta é mais transmissível do que outros vírus da família dos coronavírus, como Mers e Sars, bem como Ebola e varíola, além do resfriado comum ou da gripe sazonal. E pode ser tão contagiosa quanto a catapora.

Cargas virais altas sugerem um risco aumentado de transmissão e aumentam a preocupação de que, ao contrário de outras variantes, as pessoas vacinadas infectadas com Delta podem transmitir o vírus. Esta descoberta é preocupante e foi uma descoberta fundamental que levou à recomendação de máscara atualizada do CDC

Rochelle P. Walensky, diretora do CDC, por meio de comunicado no fim de julho.

A variante Delta está por trás de uma nova onda de infecções em Israel, Reino Unido, Estados Unidos e países asiáticos, como China e Indonésia.

Imunologistas assustados não questionam a eficácia de vacinas quanto a amenizar a gravidade da doença no indivíduo “supostamente imunizado”, mas, estão abismados com a falta de garantia no quesito transmissibilidade: O indivíduo vacinado transmite mais do que não vacinados. É a vacina que induz a virulência da variante Delta?

O CDC, em suma, devolve ao indivíduo a responsabilidade de ações não farmacológicas para garantir a não transmissibilidade, ou seja, máscaras e distanciamento social.


MAIS QUESTÕES:

22 – Em pandemia, como fazer o controle sanitário, uma vez que pessoas vacinadas transmitem, até mais intensamente, do que pessoas não vacinadas?

23 – Se as vacinas não garantem a imunização completa, 1) de transmissibilidade, 2) do próprio indivíduo (sob a teoria de amenizar gravidades), então, além de máscaras e distanciamento social, as autoridades sanitárias mundiais tem a responsabilidade de fazer uso de quais RECURSOS FARMACOLÓGICOS MUNDIALMENTE CONSAGRADOS COMO SEGUROS E EFICAZES?

24 – Além de lobby, disputas de poder, lucros de políticos e da BigPharma, QUAL A FUNÇÃO REAL das vacinas? Por acaso já se pensa em futuras negociações internacionais para a variante ÔMEGA?


Fonte: CDC | National Heart, Lung and Blood Institute | Live Science | EPOCH TIMES | Reuters | Cardiologista e eletrofisiologista Jose Alencar, autor do livro Manual de Medicina Baseada em Evidências | criticanacional.com.br/2021/05/24/ganhador-do-nobel-de-medicina-luc-montagnier-afirma-vacinas-contra-covid-estao-criando-uma-nova-variante | Documentos do CDC sobre miocardite, pericardite e vacina: //search.cdc.gov/search/?query=miocarditis%20vacine | Artigo oficial específico: https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/vaccines/safety/myocarditis.html  


“Nenhuma pesquisa ou estudo científico pode desconsiderar a autoridade também científica e clínica do médico à beira do leito”

(Dr. Roberto Zeballos, 2020)

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Dan Berg

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades sócio-políticas e econômicas da região.
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