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Wolff diz que tem a responsabilidade de garantir que Bottas tenha “grande futuro” se a Mercedes optar por substituí-lo

Valtteri Bottas ou George Russell. Essa parece ser a escolha que a Mercedes está deliberando atualmente, enquanto tentam selecionar quem será o parceiro de Lewis Hamilton em 2022. Mas falando após o fim de semana do Grande Prêmio da Inglaterra, o chefe da equipe da Mercedes, Toto Wolff, disse que, se Bottas deixasse o Silver Arrows no final deste ano, ele trabalharia duro para garantir que o finlandês tivesse um ‘grande futuro’.

Bottas desempenhou o papel de coadjuvante na vitória de Hamilton em Silverstone, movendo-se para o lado para deixar seu companheiro de equipe passar a caminho da vitória, enquanto Bottas foi então capaz de reivindicar seu terceiro pódio consecutivo no P3, ajudando a Mercedes a somar 43 pontos no fim de semana para os três da Red Bull.

Mas com Wolff questionado após a corrida sobre o futuro de Bottas, e se ele – tendo trabalhado primeiro com Bottas quando eles estavam na Williams juntos – ajudaria o finlandês a encontrar um assento caso a Mercedes decidisse não renovar seu contrato, Wolff respondeu: “Se devíamos chegar a uma situação em que queríamos dar uma chance a outra pessoa, então não é apenas meu relacionamento com ele, mas também [minha] responsabilidade que ele tenha um grande futuro. Porque ele merece isso”.

“Ele tem sido o companheiro de equipe do melhor piloto de Fórmula 1 de todos os tempos e isso nem sempre é muito fácil, mas ele é fantástico”.

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Bottas não hesitou em deixar Hamilton passar na volta 40 do Grande Prêmio da Inglaterra

Pressionado sobre o que Bottas poderia fazer para garantir que ele permanecesse com a Mercedes em 2022 e além, Wolff acrescentou que a decisão de reter ou não o finlandês – ou potencialmente optar por mudar para Russell, que estrelou a sessão de qualificação de Silverstone na sexta-feira, é mais uma questão filosófica para a Mercedes.

“Valtteri marcou todas as caixas que precisávamos entender”, disse Wolff, “não apenas recentemente, mas também antes. É mais uma decisão estratégica se vamos continuar com a formação atual ou se vamos ser mais ousados ​​no próximo ano”.

“Mas vamos sentar-nos com os pilotos, com os dois – porque George é um piloto da Mercedes – e depois discutir e tomar uma decisão”.

Fonte: Fórmula 1


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Wesley Lima

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades culturais, sócio-políticas e econômicas da região.
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