Crônicas

A parábola de 11 de setembro

QUE VENHAM MAIS CÓDIGOS!

SEMANA DA PÁTRIA!

NOVA CONSTITUIÇÃO – A LIBERTADORA!

OS SÁBIOS E ESTRATEGISTAS NÃO APENAS ENTENDERÃO, COMO ECOARÃO DE FORMA RETUMBANTE!

O mundo se recorda do aniversário de uma tragédia de impacto mundial.

Com máximo respeito e lamento pelas vítimas do duro golpe sofrido pelo povo dos Estados Unidos, fato é que muitas lições são tiradas (deveriam ser) de desgraças desse tipo, para todas as nações, não seria diferente com a nossa. Operações aéreas foram alteradas, normas de segurança foram alteradas, construções foram alteradas, rotinas foram alteradas, vidas foram alteradas.

Todos os países do planeta foram abalados por esse episódio. Certamente há sobejante material e celebrações da tristeza veiculando no momento em que a data volta à tona. Por isso, não teremos como premissa a desgraça ocorrida, mas veremos quais lições podemos aprender disso.

Nosso amor e respeito pelos norte-americanos é incontestável, note-se o volume de laços diplomáticos entre ambas as nações, a quantidade de uns vivendo na nação do outro, a felicidade, paz e prosperidade batalhada por ambos!

God Bless America!

A parábola de 11 de setembro

Da série Parábolas da vida

Era uma vez, uma nação por nome BRZ’L, cuja vocalização resultava em BRaZ’iL.

Seu povo era conhecido por barzilai ou bisraeliro, gentílico oriundo de descendentes de notável amigo do Rei David, o monarca magno.

Apesar de muito tempo hostilizado, com síndrome de patinho feio perante mundo, e ludibriado por seus próprios políticos republicanos, esse povo era muito patriota e fervoroso, e apenas queria viver em paz.

Depois de quase três décadas nas mãos de líderes salteadores e corruptos, que pirateavam a nação com comunistas do mundo todo, os barzilais tiveram a oportunidade de um governo que pudesse garantir isso.

Nos quarenta anos anteriores de deserto, quando a nação clama por Constituição Federal revisada, os foragidos da justiça voltam do exterior, e resolvem se unir, como políticos, dando um “passa-moleque” no povo, pois são esses mesmos personagens que se apresentam como constituintes.

Eles editam novo texto constitucional, grafando, logo no primeiro artigo “Todo o poder emana do povo, QUE O EXERCE POR MEIO DE REPRESENTANTES ELEITOS”, ou seja, eles mesmos.

Todo o restante do texto segue a premissa de salvaguardar os próprios políticos que passaram a roubar ainda mais o povo e vender a nação a interesses comunistas do globalismo.

Depois de muitas batalhas, apesar de sistema eleitoral fraudável, os barzilais conseguem expressivamente eleger o Regente Sir Yaiyr Pocket.

Com o passar do tempo, inimigos, provenientes de sistemas totalitários, interessados em dominar territórios, começaram subjugar seu próprio povo aliados aos piratas internacionais.

A foto que o mundo via era clara, de necessidade de “stop it” e de apoio absolutamente majoritário da população apoiando o líder que poderia colocar o trem de volta aos trilhos.

Não foram fáceis as negociações para manter a paz, ou, para quem preferir, ausência de guerra oficialmente decretada.

Os bilontras, líderes da velha política, se enraiveceram com Sir Yaiyr Pocket, e se uniram, judiciário, legislativo, órgãos, fundações e autarquias federais pelo país todo, com apoio da imprensa corrompida, todos querendo o fim do regente eleito pela maioria absoluta da nação, e causando todo tipo de embaraço e bloqueios em suas ações regenciais.

Certa feita, líderes de vários segmentos da nação se uniram, revoltados contra o sistema corrupto que estava promovendo terror e ditadura na nação, prejudicando o regente de governar.

A nação praticamente parou em apoio ao regente Sir Yaiyr Pocket, e essa foi a fotografia vista pelo mundo.

Ocorre que, por ser extremamente estrategista e discípulo de Sun Tzu, Sir Yaiyr Pocket não aliciou nem apoiou qualquer ato de terrorismo, ilegalidade ou convulsão nacional, por mais que radicais patriotas estivessem com a razão. Mas, os meios poderiam prejudicar o regente, e não era isso, definitivamente, que seria bom para a maioria dos barzilais.

Não satisfeitos, os bilontras se infiltraram em vários grupos e segmentos, inclusive religiosos, e, não satisfeitos, aliciaram supostos especialistas para curso rápido de pilotagem de avião.

Em pouco tempo, os bilontras tinham arregimentado vulpinos para seu exército interno, abrindo todas as proteções nacionais para invasores externos.

Não satisfeitos com o fechamento da torneira de corrupção, que era o elo que mantinha os poderes e imprensa em perfeita harmonia, os bilontras passaram a utilizar os vulpinos, como hábeis pilotos de aviões, com o propósito de lançar essas aeronaves, repleta de patriotas e população inocente e simples, contra os prédios dos poderes nacionais.

Ululante que tais atos de terrorismo e desgraça nacional visavam incriminar Sir Yaiyr Pocket, principalmente porque a convulsão nacional fez com que muitos deixassem de pensar com o cérebro e passaram a raciocinar com o fígado. Muitos, em vários grupos, inevitavelmente, se revelaram não apenas hipócritas em suas ditas crenças, desalinhados de suas responsabilidades cívicas prescritas, quanto incoerentes e na mão contrária dos verdadeiros conservadores, nacionalistas e patriotas.

Não importa sua casta, sangue, graduação, crença, profissão, clã ou segmento. Virou político, virou mais um. A exceção não se ofende: se mostra.

Dan Berg

Não poucos grupos foram afetados, tanto de fervorosos quanto de fiéis patriotas, porém, contaminados por infiltrados e por destemperos de cobranças descabidas, direcionadas ao regente que ainda lhes ouvia e podia liderar, pois agia com fidelidade, competência e declarado inimigo de salteadores e bilontras.

Era prato cheio para vulpinos e seus discípulos, espalhados por todo tecido social. Queriam inflamar o povo, para invadir e cometer ilícitos, e a imprensa, braço de vulpinos, pretendia que esse povo convulsionado gritasse pelo regente, para que bilontras o incriminassem.

Qualquer um já teria errado e colocado os pés pelas mãos. Mas não Sir Yaiyr Pocket, simples, do povo, homem do café no copo de massa de tomate em vez das iguarias nababescas dos bilontras; exímio mestre na arte da guerra, e fiel à sua pátria, com risco da própria vida, coisa que há tempos não era visto pelos barzilais.

Os sábios não aceitaram qualquer associação com imprensa que arregimentava vulpinos para atirarem aviões contra prédios para causar terror. Passaram a peneirar e eliminar de seu meio qualquer um que se dissesse apoiador do regente, mas que no instante seguinte esperneasse como criança no chão, fazendo birra, porque as ações não foram conforme seus caprichos pessoais, radicais ou extremistas.

Também passaram a notar e isolar aqueles que nada traziam a seus grupos, a não ser café requentado, às vezes azedo por dias, de grupos vizinhos e cópias de noticiários da imprensa corrompida.

Esses indivíduos, claros objetos nas mãos de bilontras e vulpinos, logo passaram ser notados e isolados em seus atos incendiários e contaminadores de grupos de verdadeiros barzilais.

Como aprendido:

Apendicite e ditadura são inegociáveis. Se extirpa imediatamente, sob pena de espalhar sepse, invadir, dominar e evoluir para falência capital do todo.

Dan Berg

O inquérito do fim do mundo deveria ser arquivado, pois quem denuncia é o mesmo que investiga, julga, sentencia e ordena prisão, e isso era totalmente contrário às próprias leis. A nação via que isso aviltava qualquer hipótese de processo legal, antes, tratava-se de obra de justiceiro.

Os bilontras e vulpinos passaram a ser alvo da própria investigação, em tiro pela culatra.

Os atos visando paz institucional implicaram no erguimento de bandeira branca, proposital e estrategicamente erguida pelo regente. Dessa feita, a resposta do outro lado deve ser claramente observada pela nação, seja na cessação de invasão de competências, seja na passagem de inquéritos para o devido processo legal, para dentro da Constituição Federal de BRZ’L, tirando todo arbítrio e ilegalidade que pese contra quem deveria ser sustentáculo da Justiça.

O regente tirou o bode do quarto e o trouxe para a sala, o que chocou toda a família, pois o mau cheiro se tornou insuportável. Ele conseguiu provar que, por mais lavado que estivesse, o bode continuaria fedendo e tornando a casa inóspita e inabitável.

Aos poucos, ele mesmo, Sir Yaiyr Pocket, passou a retirar o bode da sala, mas só o fez até a metade, para que os bilontras e vulpinos demonstrassem fazer a outra metade. A HISTÓRIA DEIXOU A PERGUNTA: IRIÃO FAZÊ-LO? Irão também admitir o mesmo bode, mau cheiro, sujeiras e necessidades profundas providências, mudanças, além de limpeza imediata?

O levantar de bandeira implica em ato de mesmo nível do outro lado, sob pena de provar quem seja o provocador de caos e terror nacional. Coisa de estrategista! Cale-se todo que a isso desconhece ou que possa ser instrumento nas mãos do inimigo, ainda que inconscientemente.

Alguém já fez a metade do caminho: o regente! A isso se dá o nome de embainhar a espada, ensarilhar armas, convite à desmobilização bélica, a não intervenção.

Barzilais passaram a melhor observar pessoas e decretos, ensinando um ao outro que decisões e ordens inconstitucionais não devem ser cumpridas ou obedecidas, POIS SÃO ILEGAIS, seja para obrigar o indivíduo se vacinar com EXPERIMENTOS científicos, seja para proibir o cidadão de pensar, se expressar, crer, ir e vir.

Também passaram a notar e isolar qualquer pessoa com atitude inclinada a desqualificar o regente perante os barzilais, ou serem instrumentos de vulpinos da imprensa e bilontras para insuflar pilotos a jogarem seus aviões contra prédios alheios. Isso colocaria tudo a perder, incriminar o regente, além de muita morte, das pessoas dos edifícios, da nação e dos passageiros da aeronave, inocentes e simples em relação ao conhecimento pleno dos fatos.

Nota jornalística é semelhante à nota promissória, e a pauta de imprensa corresponde à emissão de cheque. A pressuposição de que seja verdade pode angariar muito crédito e influência. O contrário é verdadeiro: a opinião jornalística desprovida, distorcida ou anteposta ao fato é a devolução bancária de cheque “sem fundos”. Sábios receptores tomam distância desse emissor, pelos mesmos motivos! Daí a parafrasear: Penso, logo resisto!

Dan Berg

Durante essas décadas, o povo teve dificuldades de aprender certas lições, inclusive sobre o “passa-moleque” dado por foragidos da Justiça que retornaram ao país como constituintes.

Com esse amargo na boca, os barzilais passaram a clamar por novo texto da Lei Magna, com garantia plena de direitos inalienáveis e intocáveis do indivíduo; criminalizando ideologias, doutrinas e políticas de origens totalitárias ou que idolatre o Estado; corrigindo vícios republicanos, burocráticos, defesa de políticos, eliminando aquilo que jamais deveria estar no texto do principal diploma nacional, e acrescentando o que sempre deveria lá constar; abrindo oportunidade para que o povo decida se quer ou não que o país volte a ser Império, onde reina a paz, justiça, prosperidade e respeito mundial, ansiando todos por Nova Constituição que seja libertadora!

Capa do PDF – Coordenação: Luiz Philippe de Orleans e Bragança (link ao final)

Conheça todas as CONSTITUIÇÕES de nossa PÁTRIA AMADA. Recomendamos:

http://constituicaolibertadora.com.br/historia/


Há algo que você gostaria de sugerir para esta matéria?

Carpe diem. Frui nocte!

Envie para quem você ama!

⁞Ð.β.⁞

֍

Print Friendly, PDF & Email

Dan Berg

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades sócio-políticas e econômicas da região.
Botão Voltar ao topo