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Prenúncio do Holocausto ‘Noite dos Cristais Quebrados’, completa 83 anos

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Em 9 de novembro de 1938, o regime nazista matou judeus, incendiou sinagogas, saqueou e destruiu lojas e outros estabelecimentos da comunidade judaica, no que marcou o início do Holocasto e ficou conhecido como a “Noite dos Cristais Quebrados” (Kristallnacht). O episódio ocorreu em toda a Alemanha e Áustria. O Museu do Holocauto lembra a data com ato que conta com apoio da CONIB. (veja a agenda)

A justificativa usada pelos nazistas foi o assassinato do então diplomata alemão em Paris, Ernst von Rath, pelo jovem judeu Herschel Grynszpan, de 17 anos, dois dias antes. Mas a perseguição nazista à comunidade judaica alemã já havia começado em abril de 1933, com a convocação de um boicote aos estabelecimentos pertencentes a judeus. Mais tarde, os judeus foram proibidos de frequentar estabelecimentos públicos, inclusive hospitais.
Entretanto, os nazistas não conseguiram queimar a maior sinagoga de Berlim, na Oranienburger Straße, graças à intervenção do delegado de Polícia Wilhelm Krutzfeld, que os enfrentou de arma em punho e chamou os bombeiros, embora estivessem proibidos naquela noite de atender a pedidos de socorro vindos das sinagogas. O delegado morreu em 1953. Em 1980, a Câmara de Berlin determinou que a sua sepultura no Cemitério Protestante fosse transformada em mausoléu, e atribuiu seu nome à Academia de Polícia do Estado de Schleswig-Holstein.
Nesse mesmo ano de 1938, as crianças judias foram expulsas das escolas e judeus foram proibidos de lecionar em instituições de ensino públicas. Também foi decretada a expropriação compulsória de todas as lojas, indústrias e estabelecimentos comerciais pertencentes a judeus.

A perseguição aos judeus, apontados como “inimigos dos alemães”, atingiu outro ponto alto em 1935 com a adoção da chamada “Legislação Racista de Nurembergue”. Uma lei de 15 de novembro de 1935 proibiu os casamentos entre judeus e não judeus e condenou as relações extraconjugais entre esses grupos. O regime nazista também proibiu os não judeus de prestarem serviços domésticos para famílias judias. Em 1º de janeiro de 1939, foi adicionado obrigatoriamente aos documentos de judeus o nome Israel para homens e Sarah para mulheres.

Fonte: https://www.conib.org.br

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Joice Maria Ferreira

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre as atualidades sócio-políticas e econômicas da região.
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