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Passaporte Sanitário | Audiências Públicas no Brasil | Nuremberg e Helsinki devem ser a base de tudo | Não se trata de antivacinas, mas anticrimes contra a humanidade, por experimentos científicos ou não, sejam tratamentos, transfusão ou greve de fome

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ATUALIZAÇÃO: 16/12/2021

ESTAMOS EM EDIÇÃO DE VÍDEOS, PRINCIPALMENTE DE PARLAMENTOS REFÉNS DE PLATAFORMAS POLÍTICAS. EM ALGUNS CASOS, PERMITEM A REALIZAÇÃO DA LIVE, MAS REMOVEM O VÍDEO LOGO EM SEGUIDA. EM OUTROS CASOS, DERRUBAM DURANTE A PRÓPRIA SESSÃO. PARA SUPERAR ISSO, ESTAMOS COLECIONANDO TODAS AS AUDIÊNCIAS, EDITANDO E SEPARANDO POR PARTICIPANTE, PARA OFERECERMOS AOS NOSSOS LEITORES AQUILO QUE A IMPRENSA TRADICIONAL NEGA, SOB AS BARBAS DE PARLAMENTARES DE ESTIMAÇÃO DE ALGUNS, QUE NENHUMA PROVIDÊNCIA SÉRIA TOMARAM A ESSE RESPEITO. PORTANTO, NÃO SE PRENDA À DATA DA URL, MAS PODE VISITAR O ARTIGO CONTINUAMENTE, POIS PROSSEGUIREMOS EM NOSSO TRABALHO DE UTILIDADE PÚBLICA, EM CONSTANTE ATUALIZAÇÃO.

Ainda que as vacinas fossem indiscutivelmente infalíveis, não se justificaria a obrigatoriedade vacinal, pois o indivíduo é o único que tem direito de decisão sobre substâncias ou tratamentos aplicados em seu próprio corpo. Meu corpo, minhas regras; não é a bandeira? Ademais, SE vacinas são boas o suficiente, ENTÃO, que seus adeptos tomem o “imunizante” e se protejam, inclusive dos que, por evidências científicas, pensam diferente. Ou não confiam nas picadas? Seria o fim da picada! Não se avilte o direito daqueles que não queiram ser vacinados, nas mesmas balizas de transfusão de sangue, greve de fome ou experimentos já tratados em Nuremberg e Helsinki, e sem demagogias de parlamentares locais, se aproveitando da desgraça para autopromoção, como estivessem criando a roda jurídica. Projetos de leis virtuosas são bem-vindos, nas bases já existentes.

Dan Berg

Audiências públicas contra o passaporte sanitário por estados, selecione e clique para ler ou assistir:

São Paulo – Audiência Pública

São Paulo: O Projeto de lei número 668/21 que Proíbe a exigência de apresentação do cartão de vacinação contra a COVID-19 para acesso a locais públicos ou privados no Estado, obteve grande participação popular com a presença de convidados e especialistas no debate das questões referentes.

O projeto é de autoria dos deputados Janaina Paschoal , Altair Moraes , Carlos Cezar , Castello Branco , Coronel Nishikawa , Coronel Telhada , Agente Federal Danilo Balas , Delegado Olim , Douglas Garcia , Gil Diniz , Leticia Aguiar , Major Mecca , Marta Costa , Valeria Bolsonaro e Frederico d’Avila.

Projeto de Lei Bruno Graf (668/21) contra Passaporte Sanitário – Votação – Veja como foi o voto de cada deputado.

A votação do PL ocorreu no plenário da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo – ALESP em 01/12/2021.

O direito de liberdade dos paulistas é “aprovado” – ao menos o deferimento de urgência (Projeto de Lei 668/21 – Lei Bruno Graf), apesar da lamentável tentativa de obstrução de Carla Morando (veja vídeo), esposa de Orlando Morando, prefeito de São Bernardo do Campo.

A deputada já deixou claro que no próximo momento, o da discussão de mérito, irá obstar (colocar-se contra) à aprovação do projeto de lei que proíbe passaporte sanitário no Estado de São Paulo.

No vídeo, vários parlamentares apelam para que a deputada não se coloque contra a liberdade, direitos e interesses do povo.

Ir contra o projeto é vilipendiar a ciência, promovendo a coerção do indivíduo a receber procedimento ou droga experimental em seu corpo, sem respeitar o consentimento livre e esclarecido e, também, sem respaldo técnico de resultados publicados, mas, puramente em nome de ideologias, políticas e poder do Estado.

Segue mapa e vídeo da votação:


Paulistas participam em assembleia legislativa contra o passaporte sanitário

Nosso staff recuperou o raríssimo vídeo da Audiência Pública em SP (removido da própria ALESP, debaixo das barbas dos deputados).

Bruno Graf, jovem que foi a óbito por consequência de droga experimental a que chamam “vacina” | Faixa exposta pelo povo do Estado de São Paulo no plenário da ALESP
Distrito Federal – Audiência Pública

BRASÍLIA – DF | Audiência Pública – Passaporte Vacinal

Os que são cruel e estultamente chamados de “negacionistas” são exatamente os aqueles fazem um minuto de silêncio por Bruno Graf e todas as vítimas de drogas experimentais chamadas de vacinas.

AUDIÊNCIA PÚBLICA – A Obrigatoriedade do Passaporte Sanitário no Distrito Federal – 08/12/2021

Eco do Distrito Federal: “Não ao passaporte da segregação, da tirania e do controle social

Aquele que não afirma ou assina, a cada ato “Não tenho conflito de interesses”, conforme exigido para DECLARAÇÃO DE ISENÇÃO DE CONFLITO DE INTERESSE, declara-se, automaticamente, suspeito no trato da questão de saúde ou ciência.

“Meu corpo, minhas regras” – Bia Kicis devolve a máxima ideológica para que se repita o mesmo e se pratique o direito a todos os seres humanos.

Claramente alheio ao motivo de saúde, pois as medidas eram relaxadas no ambiente de audiência, mas tendendo à militância, o representante da Anvisa, gerente geral, Arthur, é respeitado, apesar de insistir em manter-se de máscara preta, mesmo durante seu próprio pronunciamento em baia isolada. Ao fazer exposição de assessoramento em defesa de vacinas, à margem do tema da sessão, parlamentares são obrigados a apaziguar o auditório, em meio a vaias inflamadas e constantes. O expositor não apresenta provas ao afirmar que vacinas diminuem surgimento de variantes e transmissão, o que é repudiado veementemente, pela Dra. Maria Emília Gadelha, que apresentou pareceres da própria Anvisa, contrários, comprovando publicamente como “lixo” a substância autorizada pelo órgão, que dá privilégios aos fabricantes ao mesmo tempo que lhes retira responsabilidades.

Participantes (ordem onomástica):

  • Arlene Teresina Ferrari Graf – depoimento pessoal
  • Bia Kicis – Deputada Federal
  • Carine Petry – Médica Pediatra e Otorrinolaringologista
  • Hermes Rodrigues Nery – Especialista em Bioética
  • José Augusto Nasser – Médico Neurocientista
  • Julia Lucy – Autora/Organizadora: Deputada Distrital
  • Lucas Henrique Feitosa Mattos – 1º Tenente do Exército, Especialista em Tecnologia
  • Maria Emília Gadelha Serra – Médica, Pós-Graduada em Perícias Médicas
  • Rafael Freire – Advogado
  • Roberto Zeballos – Médico Imunologista

Ouve-se o depoimento emocionante de um filho, cuja família foi totalmente salva por tratamento precoce, exceto o pai, que recebeu a informação de que “não tinha nada”, por um médico que seguiu a ordem do então Ministro da Saúde.

Em sua exposição, Dr. Rafael Freire alerta que, segundo a lei, a responsabilidade (de incontáveis dispositivos legais, nacionais e internacionais, além dos supra, infringidos) recai sobre todos os gestores públicos, cujas indenizações poderão ser direcionadas não apenas ao ente público, mas ao CPF individual de cada agente, servidor e governante envolvido na questão. Na exortação, os praticantes vacinais hão de precisar de bons advogados, ao que o preletor diz não contarem com ele, pois estará do outro lado, ou seja, do povo.

Uma vez que esta matéria foi redigida no transcorrer da audiência, oportunamente acrescentaremos novos tópicos relevantes.

Segue íntegra da Audiência Pública na Câmara Legislativa Do Distrito Federal

Fonte: Médicos Pela Vida | TV Câmara Distrital

Ceará – Audiência Pública

FORTALEZA | Audiência Pública – Passaporte Vacinal

Fortaleza pode se tornar uma das cidades mais conhecidas do mundo por sua ousadia em lutar por liberdade.

O ato que durou cerca de seis horas ocorreu no plenário da Câmara Municipal de Fortaleza – CE em 07/12/2021.

A audiência pública reuniu setor produtivo, médicos, especialistas e pessoas do movimento popular.

Presidida pela vereadora Priscila Costa, autora do requerimento que propôs o debate, participaram os vereadores Jorge Pinheiro, Márcio Martins, Carmelo Neto, Ronaldo Martins, Sargento Reginauro, Inspetor Alberto.

A emoção em ver a casa cheia foi enfatizada pela vereadora Priscila. Até então, o parlamento estava praticamente fechado ao público devido à Covid-19. A vereadora fez questão de destacar a ilegalidade do decreto do governador, por ser desprovido de lei maior (o que é imprescindível a decretos “CONSIDERANDO…”) e de respaldo científico, portanto, arbitrário, coercitivo e tendencioso.

Em demonstração de dependência e submissão a Deus, uma oração inicial foi feita pelo pai de Priscilla, conhecido por pastor Teixeira.

  • Carmelo Neto – vereador
  • Delegado Cavalcante – deputado estadual
  • Eduardo Girão – Senador (online, de Brasília – DF)
  • Inspetor Alberto – vereador
  • Jorge Pinheiro – vereador
  • Luiz Gastão Bittencourt – presidente da Fecomércio e vice-presidente da Confederação Brasileira do Comércio
  • Márcio Martins – vereador
  • Priscila Costa – vereadora, proponente e presidente da sessão
  • Ronaldo Martins – vereador
  • Rosana Kátia Barbosa Teixeira – professora, do movimento de professores de direita
  • Sargento Reginauro – vereador
  • Taiene Righeto – presidente da ABRASEL no Ceará

Autoridades técnicas, médicas, científicas e jurídicas (ordem onomástica):

  • Akemi Scarlet Shiba – professora UFRS e psicoterapeuta (online)
  • Alessandro Loiola – médico e escritor
  • Francisco Cardoso – médico
  • Glauco Barreira – mestre em direito e professor da Faculdade de Direito
  • Maria Emília Gadelha – médica graduada pela UFRJ
  • Rubenita Lessa – Advogada, especialista em Direito Médico e Mestranda em Bioética,

Destaque:

  • Arlene Graf (online) – mãe de Bruno Graf, vítima de droga experimental a que chamam “vacina”. Após resultados de exames complexos e caríssimos, no Brasil e exterior, a Secretaria Estadual de Saúde de Santa Catarina, impossibilitada de se esquivar, reconhece oficialmente a causa do óbito por reação da vacina AstraZeneca.

Vídeo na íntegra (mais de 6 horas) da Audiência Pública da Câmara Municipal de Fortaleza – CE em 07/12/2021

Fonte: Câmara Municipal de Fortaleza

Santa Catarina – Audiência Pública

Audiência Pública – Discussão PL.0317.8/2021 – Lei Bruno Graf

Lei Bruno Graf – Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina – ALESC – Audiência Pública, 02/12/2021

O ato ocorreu no plenário da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina – ALESC, em 02/12/2021.

Por um instante, peça licença aos barulhos do mundo ou de sua própria casa; coloque-se em local tranquilo e livre de interrupções, e ouça seriamente o que essa mãe enlutada e fervorosa tem a dizer. Identifique-se com ela: poderia ser você! Mas não espere passar pelo que ela passou – queiramos ou não, estamos em guerra – e  estar neutro não é uma opção: “Aquele que não está comigo, está contra mim; e aquele que comigo não ajunta, espalha.” (Mt.12:30 – NVI) . Assista:

Palavra de Arlene Graf, mãe de Bruno Graf, vítima de droga experimental a que chamam “vacina”

Durante audiência pública da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), realizada em 2/12/2021 no plenário da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, participantes criticam a exigência de passaporte vacinal. Segundo deputados, o passaporte não deve avançar na Casa do Povo.

Lamentavelmente, alguns participantes da imprensa militante e blogueiros, nada preocupados com saúde ou ciência, mas apenas com ideologias e políticos de estimação, sujam ainda mais o nome da nobre profissão jornalística, ao cometerem a ignomínia de publicar notícias hediondas e criminosas do tipo “O plenário da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) tornou-se palco de uma celebração dos antivacina”. Vejamos se isso condiz com os ocorridos e com a verdade.

Participantes legislativos, populares e segmentos da sociedade (por ordem onomástica):

Totalmente à margem da ciência, esses propagadores políticos de desserviço à população ignoram notícias oficiais mundiais e do próprio Brasil, como Anvisa, que afirma ausência de estudos e que ainda não é possível saber se os benefícios da antecipação superam os riscos de reações adversas (cada dia mais evidentes e abundantes, para desgraça da humanidade).

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa – respondeu em 3/12/2021 ao ofício da Prefeitura de São Paulo sobre o novo prazo para receber a aplicação de reforço das vacinas contra a Covid-19, de quatro meses a partir da segunda dose, pedindo que a gestão reavalie a “estratégia” (que tem tudo para ser catastrófica, caso substituam as recomendações científicas por políticas).

Em nota, a agência deixa claro que existem poucos dados sobre dose de reforço com menos de seis meses ou estudos disponíveis sobre efeitos adversos, ou seja, droga experimental. Aos que quiserem conferir a nota técnica oficial na íntegra, basta clicar aqui.

Considerada a vergonha de noticiários supra, retomemos os fatos ocorridos na Alesc, por parte da população e autoridades públicas.

Segue a íntegra da Audiência Pública na Alesc, em 2/12/2021. Em breve disponibilizaremos os arquivos fracionados, por participante e pauta, para evitar prejuízos de informação caso derrubem o vídeo na origem como fizeram com São Paulo.

Audiência Pública na Alesc, em 2/12/2021

Fonte: alesc.sc.gov.br

Vacinas enquadram-se no mesmo diapasão de bioética e biodireito:

  1. No caso de um indivíduo que não autoriza transfusão de sangue, amparado por lei que protege o direito de consciência, crença e decisão sobre seu corpo e sua vida, caso essa pessoa evolua, aproximando-se do óbito, pela lei, o médico pode, no máximo, efetuar técnicas de ressuscitação, mas jamais realizar transfusão de sangue sem consentimento explícito do paciente;
  2. no caso de um indivíduo que se encontre em estado de greve de fome, ainda que esteja à beira do óbito, pela lei, o médico pode, no máximo, efetuar técnicas de ressuscitação, mas jamais obrigar o paciente ingerir alimento;
  3. até um indivíduo mudo, impossibilitado de falar ou inconsciente tem direito e deve ter sua decisão respeitada por qualquer autoridade, médica ou pública, quanto mais os que podem expressá-la e devem ser acatados (Resolução CFM Nº 1995, de 09/08/2012);
  4. “ninguém pode ser constrangido a submeter-se, com risco de vida, a tratamento médico ou a intervenção cirúrgica” (Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002)”;
  5. até um morto tem direito a que sua vontade expressa seja respeitada no tocante a doação de órgãos a terceiros ou universidades;
  6. deixa de configurar crime, na ausência de consentimento, exclusivamente se o ato de intervenção sobre o corpo de alguém for em caso de emergência ou urgência, para livrá-lo do óbito, não para obrigá-lo a algo, ou, em outro caso, a coação exercida para impedir suicídio, ou seja apenas quando sua própria condição seja de IMINENTE PERIGO DE VIDA (art. 146, § 3º, incisos I e II, do Decreto-lei no 2.848, de 7 de dezembro de 1940);
  7. enquadram-se também os agentes e gestores de saúde local, Estadual e Federal: “O disposto nos arts. 948, 949 e 950 aplica-se ainda no caso de indenização devida por aquele que, no exercício de atividade profissional, por negligência, imprudência ou imperícia, causar a morte do paciente, agravar-lhe o mal, causar-lhe lesão, ou inabilitá-lo para o trabalho” (Artigo 951 da Lei nº 10.406 de 10 de Janeiro de 2002);
  8. sobre tratamentos e autonomia da relação médico-paciente: “XVI – Nenhuma disposição estatutária ou regimental de hospital ou de instituição, pública ou privada, limitará a escolha, pelo médico, dos meios cientificamente reconhecidos a serem praticados para o estabelecimento do diagnóstico e da execução do tratamento, salvo quando em benefício do paciente” (Princípios Fundamentais – Resolução CFM Nº 2.217, de 27 de setembro de 2018);
  9. a Lei nº 8.080/90 (Lei do SUS), em seu artigo 7º, II, IV e V, garante a preservação da autonomia do paciente na defesa de sua integridade física e moral, o atendimento sem preconceitos, além do direito à informação adequada (que seriam prestados pela autoridade de saúde e responsáveis pela bula, assim como o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido);
  10. “Art. 17. Ao idoso que esteja no domínio de suas faculdades mentais é assegurado o direito de optar pelo tratamento de saúde que lhe for reputado mais favorável” (Lei No 10.741, DE 1º de outubro de 2003);
  11. “Art. 4º Toda pessoa tem direito ao atendimento humanizado […] XI – o direito à escolha de alternativa de tratamento, quando houver, e à consideração da recusa de tratamento proposto”  (Portaria n.º 1.820/09 do Ministério da Saúde);
  12. “Art. 5º […] X – a não-participação em pesquisa que envolva ou não tratamento experimental sem que tenha garantias claras da sua liberdade de escolha e, no caso de recusa em participar ou continuar na pesquisa, não poderá sofrer constrangimentos, punições ou sanções pelos serviços de saúde, sendo necessário, para isso; a) que o dirigente do serviço cuide dos aspectos éticos da pesquisa e estabeleça mecanismos para garantir a decisão livre e esclarecida da pessoa; b) que o pesquisador garanta, acompanhe e mantenha a integridade da saúde dos participantes de sua pesquisa, assegurando-lhes os benefícios dos resultados encontrados; c) que a pessoa assine o termo de consentimento livre e esclarecido” [em consonância às diretrizes obrigatórias, como o TCLE – Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, dos tratados internacionais de Nuremberg e Helsinki, dos quais o Brasil é signatário] (Portaria do Ministério da Saúde Nº 1.820, de 13 de agosto de 2009);
  13. o direito a informações adequadas a respeito da prestação de serviços, inclusive o exercício do consentimento informado sobre saúde, é garantido no artigo 8.º da Lei Nº 8.078, de 11 de setembro de 1990 (Código de Defesa do Consumidor) – além de vedar “IV – prevalecer-se da fraqueza ou ignorância do consumidor, tendo em vista sua idade, saúde, conhecimento ou condição social, para impingir-lhe seus produtos ou serviços”;
  14. sobre experimento realizado em humanos: “1. O CONSENTIMENTO VOLUNTÁRIO DO SER HUMANO É ABSOLUTAMENTE ESSENCIAL. Isso significa que as pessoas que serão submetidas ao experimento devem ser legalmente capazes de dar consentimento; essas pessoas devem exercer o livre direito de escolha SEM QUALQUER INTERVENÇÃO DE ELEMENTOS DE FORÇA, FRAUDE, MENTIRA, COAÇÃO, ASTÚCIA OU OUTRA FORMA DE RESTRIÇÃO POSTERIOR; devem ter conhecimento suficiente do assunto em estudo para tomarem uma decisão. Esse último aspecto exige que sejam explicados às pessoas a natureza, a duração e o propósito do experimento; os métodos segundo os quais será conduzido; as inconveniências e os riscos esperados; OS EFEITOS SOBRE A SAÚDE OU SOBRE A PESSOA DO PARTICIPANTE, que eventualmente possam ocorrer, devido à sua participação no experimento. O dever e a responsabilidade de garantir a qualidade do consentimento repousam sobre o pesquisador que inicia ou dirige um experimento ou se compromete nele [e autoridade de saúde que autorize a prática]. São deveres e responsabilidades pessoais que NÃO PODEM SER DELEGADOS A OUTREM IMPUNEMENTE.” (Código de Nuremberg – Tribunal Internacional de Nuremberg – 1947, do qual o Brasil é signatário – conjunto de princípios éticos que regem a pesquisa com seres humanos, sendo considerado como uma das consequências dos Processos de Guerra de Nuremberg, ocorridos no fim da Segunda Guerra Mundial);
  15. ainda sobre experimentos em humanos, segundo tratados internacionais: “1. Na aplicação puramente científica da pesquisa clínica, desenvolvida num ser humano, é dever do médico tornar-se protetor da vida e da saúde do paciente objeto da pesquisa; […] 3a. A pesquisa clínica em um ser humano NÃO PODE SER EMPREENDIDA SEM SEU LIVRE CONSENTIMENTO, depois de totalmente esclarecido; se legalmente incapaz, deve ser obtido o consentimento do responsável legal; 3b. O paciente da pesquisa clínica deve estar em estado mental, físico e legal que o habilite a exercer plenamente seu poder de decisão; 3c. O consentimento, como é norma, DEVE SER DADO POR ESCRITO. Entretanto, a responsabilidade da pesquisa clínica é sempre do pesquisador; nunca recai sobre o paciente, mesmo depois de ter sido obtido seu consentimento; 4b. Em qualquer momento, no decorrer da pesquisa clínica, o paciente ou seu responsável serão livres para cancelar a autorização de prosseguimento da pesquisa. O investigador ou a equipe da investigação DEVEM INTERROMPER a pesquisa quando, em julgamento pessoal ou de equipe, seja a mesma PREJUDICIAL AO INDIVÍDUO“. (Declaração de Helsinki, 1964 – do qual o Brasil é signatário);
  16. “IV.3 – O Termo de Consentimento Livre e Esclarecido deverá conter, OBRIGATORIAMENTE: […] b) explicitação dos possíveis desconfortos e riscos decorrentes da participação na pesquisa, além dos benefícios esperados dessa participação e apresentação das providências e cautelas a serem empregadas para evitar e/ou reduzir efeitos e condições adversas que possam causar dano, considerando características e contexto do participante da pesquisa; […] d) garantia de plena liberdade ao participante da pesquisa, de recusar-se a participar ou retirar seu consentimento, em qualquer fase da pesquisa, sem penalização alguma; […] f) garantia de que o participante da pesquisa receberá uma via do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido; […] h) explicitação da garantia de INDENIZAÇÃO diante de eventuais danos decorrentes da pesquisa. […] IV.4 – O Termo de Consentimento Livre e Esclarecido nas pesquisas que utilizam metodologias experimentais na área biomédica, envolvendo seres humanos, além do previsto no item IV.3 supra, deve observar, obrigatoriamente, o seguinte: a) explicitar, quando pertinente, os métodos terapêuticos alternativos existentes [protocolo de conduta e tratamento precoce / inicial / imediato disponíveis, principalmente aos que forem contaminados por ineficácia do experimento]; […] c) não exigir do participante da pesquisa, sob qualquer argumento, renúncia ao direito à indenização por dano. O Termo de Consentimento Livre e Esclarecido não deve conter ressalva que afaste essa responsabilidade ou que implique ao participante da pesquisa abrir mão de seus direitos, incluindo o direito de procurar obter indenização por danos eventuais. […] IV.5 – O Termo de Consentimento Livre e Esclarecido deverá, ainda: a) conter declaração do pesquisador responsável que expresse o cumprimento das exigências contidas nos itens IV. 3 e IV.4, este último se pertinente; b) ser adaptado, pelo pesquisador responsável, nas pesquisas com cooperação estrangeira concebidas em âmbito internacional, às normas éticas e à cultura local, sempre com linguagem clara e acessível a todos e, em especial, aos participantes da pesquisa, tomando o especial cuidado para que seja de fácil leitura e compreensão; c) ser aprovado pelo CEP perante o qual o projeto foi apresentado e pela CONEP, quando pertinente; e d) ser elaborado em duas vias, rubricadas em todas as suas páginas e assinadas, ao seu término, pelo convidado a participar da pesquisa, ou por seu representante legal, assim como pelo pesquisador responsável, ou pela (s) pessoa (s) por ele delegada (s), devendo as páginas de assinaturas estar na mesma folha. Em ambas as vias deverão constar o endereço e contato telefônico ou outro, dos responsáveis pela pesquisa e do CEP local e da CONEP, quando pertinente”. (Resolução Nº 466, de 12 de dezembro de 2012, do Conselho Nacional de Saúde – Ministério da Saúde).

Isto posto, leis benéficas são muito bem-vindas, ENTRETANTO, antes de demagogias políticas aproveitando-se da desgraça humana para ganhar aplausos e promoção pessoal, como super-heróis inventando leis locais isoladas, ao estilo absurdo de que marcha à ré deve conduzir o veículo para traz, ou que é proibido cometer assassinato, ou, ainda, que em vez de seis, doravante sejam três vezes dois, ou três mais três; SERÁ DIVISOR DE ÁGUAS o procedimento de parlamentares que trabalharem para o povo, na criação de novas e virtuosas leis, apresentando os diplomas legais já existentes, sobejamente apresentados supra”.


Outras matérias e pautas continuam “no ar”. Por que essa, especificamente, foi derrubada? Quem mandou derrubar? A quem interessa a remoção dessa Audiência Pública? Qui bono? (Quem lucra com isso?).

Felizmente, recuperamos na íntegra.

Conforme prometido, começamos disponibilizar, parte por parte do vídeo, um por um dos participantes e pautas, aos nossos seletíssimos leitores, por meio desta coluna, a partir de Duna, Norway (Noruega), para todo o Brasil, cujo boicote, derrubada ou remoção será muito mais complicado de fazerem.

Como a expectativa é grande, você já pode compartilhar com o planeta, e aguardar cada fragmento que será aqui carregado, por ser direito do povo: as informações oficiais devem ser públicas! (princípio da publicidade dos serviços públicos – art. 37 da CF).

Se os parlamentares eleitos, a própria ALESP e outros não tomaram providências, é nosso prazer disponibilizar o conteúdo à população.

Vídeos: Clique para assistir!

01 – ABERTURA – EDSON SALOMÃO
01 – ABERTURA – EDSON SALOMÃO
02 – ALTAIR MORAES – DEPUTADO ESTADUAL
02 – ALTAIR MORAES – DEPUTADO ESTADUAL
03 – JANAINA PASCHOAL – DEPUTADA ESTADUAL
03 – JANAINA PASCHOAL – DEPUTADA ESTADUAL
04 – DOUGLAS GARCIA – DEPUTADO ESTADUAL
04 – DOUGLAS GARCIA – DEPUTADO ESTADUAL
05 – APRESENTAÇÃO DE FAMILIARES E AMIGOS DAS VÍTIMAS DE DROGAS EXPERIMENTAIS CHAMADAS DE ‘VACINA’
05 – APRESENTAÇÃO DE FAMILIARES E AMIGOS DAS VÍTIMAS DE DROGAS EXPERIMENTAIS CHAMADAS DE ‘VACINA’
06 – COMPOSIÇÃO DA MESA
06 – COMPOSIÇÃO DA MESA
07 – MANIFESTAÇÕES E PROTESTOS PELO MUNDO SOBRE PASSAPORTE SANITÁRIO
07 – MANIFESTAÇÕES E PROTESTOS PELO MUNDO SOBRE PASSAPORTE SANITÁRIO
08 – MANIFESTAÇÃO DO POVO – INSCRITOS PARTE 1
08 – MANIFESTAÇÃO DO POVO – INSCRITOS PARTE 1
09 – MANIFESTAÇÃO DO POVO – INSCRITOS PARTE 2
09 – MANIFESTAÇÃO DO POVO – INSCRITOS PARTE 2
10 – MANIFESTAÇÃO DO POVO – INSCRITOS PARTE 3
10 – MANIFESTAÇÃO DO POVO – INSCRITOS PARTE 3
11 – MANIFESTAÇÃO DO POVO – INSCRITOS PARTE 4
11 – MANIFESTAÇÃO DO POVO – INSCRITOS PARTE 4
12 – MANIFESTAÇÃO DO POVO – INSCRITOS PARTE 5
12 – MANIFESTAÇÃO DO POVO – INSCRITOS PARTE 5
13 – MANIFESTAÇÃO DO POVO – INSCRITOS PARTE 6
13 – MANIFESTAÇÃO DO POVO – INSCRITOS PARTE 6
14 – HERMES RODRIGUES NERY, PROF.
14 – HERMES RODRIGUES NERY, PROF.
15 – MARIA EMÍLIA GADELHA, DRA.
15 – MARIA EMÍLIA GADELHA, DRA.
16 – PAOLO ZANOTTO, DR.
16 – PAOLO ZANOTTO, DR.
17 – ALESSANDRO LOIOLA, MD.
17 – ALESSANDRO LOIOLA, MD.

Leituras complementares recomendadas – referências cruzadas importantes a este texto:

  • Passaporte sanitário no Brasil [clique]
  • Dados Oficiais – Números Nacionais e Internacionais – Quadro Comparativo [clique]
  • Tratados Internacionais desde Guerras Mundiais e Holocausto – Crime Contra a Humanidade – Obrigatoriedade de Experimento Científico em Humanos – Bioética – Biodireito – Biossegurança – Vacina – Direitos e Deveres – Decretos e (i)Legalidades [clique]
  • Epidemia de efeitos adversos graves após vacinação coloca o mundo em alerta – Máscaras caem – a imprensa se cala [clique]
  • Manual Internacional de Ivermectina – Bomba científica – Novo fármaco, Ivermectina, gratuita por lei, surge como escudo e tem salvado famílias [clique]
  • Prêmio Nobel de Medicina no Brasil – A parábola do casal de médicos e o passaporte sanitário [clique]
  • Membro da família real é infectado por Covid-19. De onde veio a cura? [clique]
  • Previsão da pandemia: Vírus perde efeito por força de decreto – O abraço voltou! [clique]
  • Tratamento Inicial – Audiência Pública entre autoridades federais, médicos e profissionais de saúde especializados [clique]
  • Evitar mortes é possível – Você também pode ajudar – Segredos simples que podem ser fatais ou vitais – Palavra do Dr. Diogo Viriato [clique]
  • Teoria da Constatação – Vaccinatum Est! [clique]

Compartilhe com o máximo de pessoas possível. Obviamente, algumas plataformas irão boicotar, todavia, prosseguiremos fazendo nosso trabalho de utilidade pública para que pessoas não pereçam por falta de conhecimento. A responsabilidade é de todos nós. O Projeto de lei número 668/21 que Proíbe a exigência de apresentação do cartão de vacinação contra a COVID-19 para acesso a locais públicos ou privados no Estado, obteve grande participação popular com a presença de convidados e especialistas no debate das questões referentes.


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Dan Berg

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades sócio-políticas e econômicas da região.
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