Esportes

Atletas contam como caminho até medalhas precisa de estrutura e equipe para treinamento de alta performance

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O surf ganhou status olímpico nas Olimpíadas de Tóquio, o que elevou o nível de competição nos principais campeonatos. A surfista catarinense Maya Carpinelli, de 15 anos, sabe disso e, sonhando com os mais altos pódios, treina diariamente há quase dois anos na cidade onde mora, em Garopaba (SC). “É preciso se destacar em grandes competições para conquistar apoiadores, pois sem isso, não se consegue competir. São custos altos, como os de viagens e inscrições, e quando você passa por uma etapa, precisa continuar, ir para a próxima. É necessário lutar muito”, conta Maya.

O judoca Daniel Cargnin, que exibe com orgulho a medalha de bronze conquistada nas Olimpíadas de Tóquio 2021, reforça que o caminho percorrido em busca do nível máximo de competição não seria possível sem apoio. Aos 23 anos, passou 16 deles no tatame e começou a competir em uma pequena academia de Canoas (RS), sem suporte financeiro. Daquela forma, não conseguiria entrar na elite do judô. Foram dez anos treinando como atleta bolsista de um clube de Porto Alegre (RS) que o fizeram chegar à performance necessária para conquistar a medalha olímpica. Além do clube, ele é integrante da Comissão de Desportos da Marinha (CDM) e do Centro de Educação Física Almirante Nunes (Cefan), desde 2017.

“Quando o atleta não tem apoio ou bolsa, precisa tirar do próprio bolso para participar de campeonatos e, sem uma boa estrutura de equipamentos e equipes para se preparar, não consegue atingir um bom nível de competição, pois precisa trabalhar e não se concentra nos treinos. Não é apenas força de vontade, é investimento”, comenta Daniel.

Esporte como apoio à sociedade

O apoio de empresas é um investimento em marketing, mas também no potencial esportivo. “O esporte é o espelho da cultura do povo e cabe às empresas entenderem a relevância de apoiar aquilo que faz parte da identidade da sociedade. Dar suporte a modalidades esportivas e equipes é investir em atletas com muito potencial que não teriam condições de alcançar a sua melhor posição sem esse apoio”, afirma o CEO da Neodent e EVP do Grupo Straumann da América Latina, Matthias Schupp.

O Grupo Straumann no Brasil apoia 23 atletas e patrocina três times, incluindo os três principais de Curitiba (PR), cidade sede do Grupo no país: Paraná Clube, Athletico Paranaense e Coritiba, que estampam a marca Neodent nas camisas. No time ClearCorrect estão, além de Maya, as atletas da ginástica artística e rítmica dos clubes Agir e Cegin, de Curitiba. Entre elas, Barbara Domingos, a primeira brasileira a se classificar para a final individual do Mundial de Ginástica Rítmica, realizado em Kitakyushu (Japão) em outubro. Babi, como é chamada, atingiu a 17.ª colocação no Mundial. Até então, a melhor campanha era o 31.º lugar, dela mesma, no Mundial de 2019. Ela também foi cinco vezes campeã brasileira e seis vezes campeã Sul-Americana, e medalhista de prata nos Jogos Pan-Americanos de Lima (Peru).

Nesse mesmo projeto de incentivo também está a ginasta Júlia Soares que, aos 15 anos, entrou neste ano para a história do esporte nacional ao homologar um elemento com seu nome no código da Federação Internacional de Ginástica (FIG). Da mesma forma que Daiane dos Santos, em 2003, criou um duplo twist carpado batizado “Dos Santos”, no Mundial de Anaheim, na Califórnia (EUA), Julia criou o “Soares” em julho deste ano, durante o Campeonato Pan-Americano de Ginástica Artística, no Rio de Janeiro.

“Temos orgulho de todas as ginastas que formam essa equipe dedicada e sabemos a importância que o sorriso e toda expressão facial têm para a apresentação delas. Estamos apoiando as atletas com alinhadores transparentes, tratamento que permite manter o cuidado mesmo em viagens ou períodos fora da cidade”, finaliza Matthias Schupp.

Fonte: Central Press

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Joice Maria

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre as atualidades sócio-políticas e econômicas da região.
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