Saúde

STIGMA – Variante de difícil transmissão, porém, incurável

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STIGMA: A MAIORIA DA POPULAÇÃO DESCONHECE A GRAVIDADE E IMPLICAÇÕES DESSA CEPA, QUE JÁ SE ESPALHA POR PRATICAMENTE TODO O MUNDO

  1. ALFABETO GREGO: Stigma (Ϛ ou ϛ) era uma antiga ligadura do alfabeto grego que portava o fonema /st/. Letra obsoleta e numérica, que só se conservou na escrita atual porque serve para o sistema de numeração grego, representando o 6 ou o ordinal 6º, embora a combinação στʹ (ΣΤʹ) seja uso mais atual.
  2. INFORMÁTICA: Em Unicode, o caractere Stigma está codificado como “Letra grega stigma” U+03DA (Ϛ) e “Letra grega stigma minúscula” U+03DB (ϛ).
  3. CIÊNCIAS: A partir do ano 2020, “stigma” passou a ser considerada a principal cepa da doença Covid-19, sendo atribuída a todos os não vacinados e indivíduos que seguem a ciência com base em evidências. Descrição:
  1. Até últimos estudos, na cepa “stigma” não se encontrou indivíduo antivacina, mas apenas anticrime, antidroga experimental obrigatória, anticorrupção e “anti” violadores de direitos e liberdades individuais.
  2. Eram chamados de “negacionistas” até que novos estudos mostraram outros fatos.
  3. Stigma se manifesta na repulsa mortal a FrauDemia, FakeDown, QuarEterna e PanDemônio.
  4. São fatores de inflamação generalizada os decretos desprovidos de base legal ou responsabilidade técnica; bem como ausência de isenção de interesses por parte de autoridades.
  5. De acordo com publicações de Dan Berg, desde 2020, os principais atingidos por essa variante são derivações naturais de Nuremberg e Helsinki, inconciliáveis com tudo que negue essas raízes biolegais, inclusive em decisões parlamentares locais.
  6. No Brasil, a cepa STIGMA se originou nas Resoluções 466/12-CNS-MS; CFM Nº 1995/2012; L. 10406/02, art.15; Dec. Lei 2848/1940, art. 146.
  7. Entre as graves consequências de provocação de STIGMA, registrou-se a responsabilização pessoal (CPF) dos agentes causadores em L. 10406/02, arts. 948, 949, 950 e 951.
  8. A forma de tratamento mais adequada permanece sobre a base dos Princípios Fundamentais – Res. CFM-2217/18.
  9. Pacientes acometidos por STIGMA devem receber doses diárias de L. 8080/90, art. 7º, II a V.
  10. Crianças, gestantes, portadores de comorbidades, idosos, também podem ser acometidos da doença, aos quais, acima de qualquer tratamento, deve-se aplicar ativos próprios a cada grupo, uso contínuo, a exemplo de L. 10741/03, art.17.
  11. Na ausência de vacina comprovadamente segura e eficaz, com bula concluída, constitui crime contra a saúde pública e contra a humanidade, sujeito a tribunais nacionais e internacionais, negar ao paciente protocolo para tratamento com substância da Port. 1820/09-MS, art.5.
  12. A variante STIGMA tem sua principal proteína “TCLE”, codificada na Port. MS-1820/09, 5, X.
  13. Agrava a transmissão negligenciar o potencial de L. 8078/90, art. 8º.
  14. Absolutamente todos os casos relatados de STIGMA apresentam ausência da molécula Res. MS-CNS-466/12, IV.3,“g”.
  15. STIGMA é de difícil transmissão, porém, incurável aos que assimilaram essa variante: são os estigmatizados.

Você é estigmatizado? Sinta-se feliz por isso. Significa que você não se deixa levar por política, balela de imprensa, nem parlamentares pretendendo ganhar aplausos inventando a roda sem fazer uso de leis internacionais e nacionais já existentes. Antes, você busca fundamentos na ciência baseada em evidências e nos decretos baseados em leis e responsáveis técnicos. Independentemente de suas preferências políticas, se você pensa assim, querendo ou não, o mundo, ou melhor a Nova Ordem Mundial já lhe considera um STIGMA.

Transmita a todos os demais estigmatizados que você conhece.

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Dan Berg

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades sócio-políticas e econômicas da região.
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