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Williams: Albon pode ajudar a manter a trajetória ascendente de sua nova equipe?

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Com a temporada de Fórmula 1 de 2022 completa com novos carros revolucionários quase chegando, estamos analisando as duas principais questões que cada equipe enfrenta este ano. O próximo da lista é Williams.

A Williams pode construir suas bases sólidas para 2022?

Considerando que 2020 foi a primeira temporada sem pontos na longa e ilustre história da Williams, e que eles fizeram pouco desenvolvimento durante o inverno antes de 2021 graças ao Covid-19 e às limitações de recursos, mesmo um único final entre os 10 primeiros teria feito de 2021 um passo à frente.

Mas eles se saíram significativamente melhor do que isso, superando – como disse o chefe Jost Capito – com seis pontos, incluindo um pódio chocante na Bélgica) para terminar em oitavo no campeonato de construtores.

Sua soma de 23 pontos foi mais do que nas três temporadas anteriores combinadas. A confiança está crescendo dentro da Grove, com o investimento feito pelos proprietários Dorilton começando a mostrar resultados, enquanto as mudanças organizacionais de Capito parecem estar funcionando.

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Haverá mais cenas desse tipo para Williams em 2022?

Mas o verdadeiro teste é 2022, quando a Williams tiver estabelecido sua nova equipe técnica, chefiada por François-Xavier Demaison, pronta para atacar um novo conjunto de regulamentos. Manter o oitavo lugar agora deve ser a expectativa mínima para os meninos e meninas de azul, mas alcançar esse feito – por causa do alto nível da competição – será mais difícil do que chegar lá em primeiro lugar.

Alex Albon vai se livrar de sua história agridoce na Red Bull com um novo começo na Williams?

Alex Albon parece um piloto de corrida renascido. Seu sorriso de marca registrada está de volta e o piloto tailandês está genuinamente amando a vida novamente com uma nova vida na Williams, após um difícil rebaixamento público pela Red Bull.

A Williams é a equipe ideal para sua segunda chance. Eles mantêm o sentimento familiar incutido pela família Williams fundadora da equipe e criarão um ambiente onde Albon pode abrir suas asas sem pressão e fora da sombra de um piloto superstar como Max Verstappen.

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Albon lutou para brilhar na Red Bull em 2020

Parte da razão pela qual a Williams o recrutou é que, além de sua velocidade bruta, ele traz consigo a experiência de trabalhar com a Red Bull, que se tornou uma equipe vencedora do Campeonato Mundial novamente em 2021. Ele também se dá bem com o novo companheiro de equipe Nicholas Latifi, tendo feito parceria com ele na DAMS na F2 em 2018, o que é um bom presságio para a dinâmica da equipe.

E seu bom amigo George Russell – que pressionou para que Albon interviesse, tendo resolvido uma mudança da Mercedes para si mesmo – deu a ele muitos conselhos e dicas também para ajudar na transição. Muito, porém, dependerá da qualidade do carro que a Williams entrega – e da rapidez com que ele pode se livrar da ferrugem de um ano à margem como reserva da Red Bull.

Fonte: Fórmula 1


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Wesley Lima

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades culturais, sócio-políticas e econômicas da região.
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