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Shovlin diz que Mercedes “vê sinais encorajadores” enquanto correm por correções

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O diretor de engenharia da Mercedes, Andrew Shovlin, diz que os Silver Arrows deram alguns passos positivos antes de Miami, enquanto procuram soluções para o problema de salto em andamento em seu W13 de 2022.

Com Lewis Hamilton terminando o GP da Emilia Romagna no P13 e George Russell P4, a Mercedes não teve o fim de semana ideal – mas, como mostra o último vídeo do Race Debrief, Imola apenas enfatizou seus problemas de aquecimento com pneus e perpetuou seu problema de porte. No entanto, Shovlin explica que a equipe encontrou pequenas soluções que podem ser implementadas já em Miami, de 6 a 8 de maio.

“Sendo realistas, achamos que isso será algo que abordaremos em etapas, em vez de um grande momento em que tudo [porpoising] desaparece, mas estamos vendo sinais encorajadores”.

“Esperamos trazer peças para o carro em breve, talvez até Miami, onde esperamos ver progressos nesta questão”.

“Muitas pessoas estão sofrendo com esse problema e sabemos que levantar o carro é uma forma de amenizá-lo. Muito do trabalho que está acontecendo em Brackley tem sido entender o fenômeno e se podemos realmente controlá-lo, se podemos projetá-lo fora do carro”.

Shovlin também explica que tanto Hamilton quanto Russell continuaram lutando com o aquecimento dos pneus, um problema que só piorou com as condições úmidas e frias em Imola. No entanto, Russell também ficou comprometido quando a equipe não ajustou sua asa dianteira para levar em conta as condições de secagem.

“Quando fazemos um ajuste em um pit stop, na verdade usamos uma arma eletrônica que pode colocar um número pré-programado de voltas ali, e temos que fazer isso porque as paradas ficaram tão rápidas que você não pode mais fazer um manual, ajuste, onde a mecânica na asa dianteira contava o número de voltas”, diz Shovlin. “Temos uma arma que faz isso e podemos programar quantas voltas queremos que ela faça e ela entregará isso”.

“O problema que tivemos com essa parada em particular foi que ambas as armas foram batidas quando entraram na placa da asa dianteira – as placas da asa dianteira nesses carros são muito maiores – e isso fez com que a arma fosse reiniciada”.

“Então, não era tanto que algo tivesse quebrado, era realmente um desses problemas que era uma característica das mudanças que fizemos no carro; não tinha nos ocorrido antes nas sessões de treino”.

Russell é o quarto e Hamilton o sétimo na classificação dos pilotos – a equipe um saudável terceiro no campeonato de construtores – com muito trabalho a fazer enquanto a Mercedes segue para Miami.

Fonte: Fórmula 1


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Wesley Lima

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades culturais, sócio-políticas e econômicas da região.

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