Saúde

Conscientização sobre a Necessidade de Vacina contra o HIV/Aids

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Os avanços científicos e a equidade devem ir além para garantir a prevenção ao HIV, bem como uma futura vacina. No entanto, nos últimos dois anos, os resultados dos principais testes de vacinas contra o HIV derrubaram o que já era sabido e reformularam as perguntas que devem ser feitas.

A pesquisa biomédica evoluiu mais rapidamente nos últimos anos do que em qualquer outro momento da história humana. Novas plataformas e produtos de bioengenharia estão mudando a forma como as doenças são tratadas e prevenidas. Novos compromissos globais de compartilhamento de informações e dados estão finalmente se movendo para tornar a pesquisa uma empresa verdadeiramente global. De muitas maneiras, porém, o desenho de testes de vacinas contra o HIV permanece preso no século 20.

É preciso agir com urgência para desenvolver modelos novos e mais rápidos para o avanço da ciência das vacinas contra o HIV que possam se adaptar rapidamente ao que é aprendido. É preciso que os frutos da ciência possam ser usufruídos equitativamente.

Novas abordagens de pesquisa oferecem a perspectiva de responder a perguntas cruciais com segurança e rapidez. Mas as estruturas comerciais, legais e regulatórias não são projetadas para mover a pesquisa de vacinas contra o HIV com maior certeza, facilidade e velocidade.

A união é necessária para discutir oportunidades e desafios de novas abordagens à pesquisa e maximizar o potencial de uma agenda de pesquisa de vacinas para prevenir a infecção pelo HIV no século XXI.

A importância da data traz à tona estudos recentes com testes anti-HIV no Brasil e em outros países. Com 38 milhões de pessoas infectadas em todo o mundo, o vírus HIV ainda sofre mutações dificultando sua cura.

Diferentemente de outros vírus, o HIV não induz uma resposta imune eficiente e protetora nas pessoas que foram infectadas. Isso compromete um princípio básico do desenvolvimento de vacinas que é o de induzir uma reação “semelhante a uma infecção natural” para que as pessoas fiquem protegidas.

De forma totalmente inédita, percebeu-se que uma vacina contra o HIV precisa ter como objetivo a indução de uma resposta imune protetora mais intensa e eficiente do que aquela que a própria infecção pelo HIV é naturalmente capaz de induzir em uma pessoa. Este grau de eficiência é algo que até hoje não foi alcançado com outras vacinas que, por princípio, induzem nas pessoas uma reação bem menos intensa do que seria a doença natural e com isso já são capazes de gerar proteção suficiente para evitar as formas graves e eventualmente fatais de uma doença.

A Aids é uma doença infecciosa, transmitida pelo vírus HIV. Segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, do Ministério da Saúde e do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), a cada 15 minutos uma pessoa se infecta com o vírus no Brasil e sete pessoas morrem por dia em São Paulo.

Na primeira fase, chamada de infecção aguda, ocorre a incubação do HIV – tempo que decorre entre a exposição ao vírus até o surgimento dos sinais da doença. Os primeiros sintomas são muito parecidos com os de uma gripe, como febre e mal-estar. Por isso, a maioria dos casos passa despercebida.

A próxima fase é marcada pela forte interação entre as células de defesa e as constantes e rápidas mutações do vírus. Esse período, que pode durar muitos anos, é chamado de assintomático.

Com o frequente ataque, as células de defesa começam a funcionar com menos eficiência até serem destruídas. O organismo fica cada vez mais fraco e vulnerável a infecções comuns.

Os sintomas que comumente aparecem nessa fase são: febre, diarreia, suores noturnos e emagrecimento.

A baixa imunidade permite o aparecimento de doenças oportunistas, que recebem esse nome por se aproveitarem da fraqueza do organismo. Com isso, atinge-se o estágio mais avançado da doença, a Aids.

Quem chega a essa fase, por não saber da sua infecção ou por não seguir o tratamento indicado pela equipe de saúde, pode sofrer de hepatites virais, tuberculose, pneumonia, toxoplasmose e alguns tipos de câncer.

Pessoas soropositivas, que têm ou não Aids, podem transmitir o vírus a outras pessoas pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento de seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação.

Os medicamentos antirretrovirais (ARV) surgiram na década de 1980 e atuam para impedir a multiplicação do HIV no organismo. Esses medicamentos ajudam a evitar o enfraquecimento do sistema imunológico e seu uso regular é fundamental para aumentar o tempo e a qualidade de vida das pessoas que vivem com HIV, reduzindo o número de internações e infecções por doenças oportunistas.

No Brasil, desde 1996, o SUS distribui gratuitamente os medicamentos para HIV/Aids a todas as pessoas que necessitam de tratamento.

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Joice Maria

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre as atualidades sócio-políticas e econômicas da região.
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