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SP: Doenças Crônicas Não Transmissíveis são a maior causa de mortes no Brasil

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Prevenção, acompanhamento e orientação para mudança de hábitos são meios para combatê-las, e estão disponíveis na rede municipal de saúde.

As chamadas Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) constituem um grupo de patologias que hoje é responsável pelo maior número de mortes no Brasil e em boa parte do mundo: diabetes, doenças cardiovasculares, cânceres e doenças respiratórias crônicas.

O aumento da incidência destas doenças decorre em parte do envelhecimento da população, mas os fatores mais preocupantes têm a ver com condições de vida e fatores de risco comportamentais como tabagismo, consumo de álcool, alimentação não saudável e inatividade física.

As DCNT se desenvolvem ao longo da vida, muitas vezes de forma lenta, silenciosa e sem apresentar sintomas, o que aumenta o seu risco, caso não haja um acompanhamento periódico de saúde do indivíduo. Segundo o Ministério da Saúde (MS), em seu “Plano de ações estratégicas para o enfrentamento das Doenças Crônicas e Agravos Não Transmissíveis”, o país registrou em 2019 um total de 738.371 óbitos por DCNT no Brasil, o que representou 54,7% do total das mortes. Além disso, 41,8% ocorreram prematuramente, ou seja, em pessoas entre 30 e 69 anos de idade. As doenças crônicas também são responsáveis pela maior carga de morbimortalidade no mundo, acarretando perda de qualidade de vida, limitações e incapacidades.

O sistema Vigitel (Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), do MS, em sua edição de 2021, registrou dados atualizados em relação a alguns fatores de risco e à incidência de DCNT: 57,25% dos entrevistados afirmaram estar com sobrepeso; 22,35% obesos; 26,34% hipertensos; 9,14% diabéticos. Todos esses índices apresentaram aumento em relação aos anos anteriores.

Atuar nas causas evitáveis: o caminho da saúde pública

A rede municipal de saúde é uma grande aliada da prevenção, diagnóstico e controle das doenças crônicas. Entre os recursos disponíveis estão desde as consultas e os exames periódicos até consultas com especialistas, campanhas de diagnóstico e encaminhamento como as várias edições do Avança Saúde e programas como os de acompanhamento de pacientes diabéticos e hipertensos e de cessação do tabagismo.

O horário de funcionamento das UBSs é de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e das AMA/UBS Integradas é das 7h às 19h, inclusive aos sábados e feriados.

Fonte: Prefeitura de São Paulo


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Wesley Lima

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades culturais, sócio-políticas e econômicas da região.
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