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O caso da criança grávida no Brasil

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É absolutamente traumática e será
preciso decidir com verdadeira misericórdia, Ana Campanholo.

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Nas palavras de Ana Campanholo: Aqui em Santa Catarina, conforme amplamente noticiado pela imprensa, há uma menina de 11 anos que está grávida de 29 semanas. Toda relação sexual com uma criança nesta idade é estupro presumido pela força da lei. Um caso triste e revoltante. A família da menina procura, desde a 20a semana, fazer um aborto.
Médicos e cientistas debatem se um bebê já está viável para sobreviver fora da barriga da mãe a partir da 20ª semana ou se isso só acontece a partir da 24ª semana. A ginecologista Cecilia Maria Roteli-Martins falou sobre isso: “a partir de 20 semanas, não se fala mais em aborto, mas prematuro. Um feto de 24 semanas é viável, embora seja extremamente prematuro”. Muitos afirmam ser uma questão de humanidade e direito abortar o bebê que está na barriga da
menina de 11 anos, pois essa gravidez e seu parto serão um grande trauma. Concordo que a situação é absolutamente traumática e será
preciso decidir com verdadeira misericórdia.
Eliminar o trauma do estupro e da gravidez será dificílimo, assim como apagar o trauma do parto.

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Paulo Fernando de Barros

Fundador e CEO em BAP Duna Gruppen, Paulo Fernando de Barros é editor responsável em Duna Press Jornal e Magazine.
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