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Aracaju: Prefeitura promove Semana Nacional de Controle e Combate à Leishmaniose

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A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), realiza, entre os dias 8 a 12 de agosto, a Semana Nacional de Controle e Combate à Leishmaniose, com o objetivo de informar e orientar os profissionais de saúde e a comunidade em geral sobre a doença.

“Durante toda a semana será divulgado material informativo nas redes sociais e, no dia 12, será finalizada as ações da Semana com o Dia D, das 8h às 12h, no Centro de Controle de Zoonoses [CCZ], com palestras temáticas sobre a leishmaniose canina; leishmaniose humana visceral, e entrega de panfletos. Serão realizados também testes rápidos para leishmaniose canina e oferecido brindes coleiras e certificados de coragem para os cães”, explica a gerente do CCZ, Marina Sena.

Os sinais e sintomas podem aparecer, em média, entre 2 a 6 meses, e o paciente manifesta, principalmente, febre prolongada e irregular (mais de 7 dias); falta de apetite e perda de peso; aumento de volume abdominal (pelo aumento do fígado e baço); anemia e fraqueza. Já no cão, o animal pode apresentar perda de pelos, descamação da pele, sobretudo no focinho, úlceras na pele, mais comum na orelha, na cauda e no focinho, emagrecimento, desânimo e alto crescimento das unhas.

No serviço de rotina, a Rede de Saúde do município oferece exames e tratamento específico para a Leishmaniose Visceral Humana. “A pessoa que apresentar esses sinais e sintomas, deve procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima. O combate ao vetor é a principal forma de prevenir a leishmaniose. Mantendo limpas as áreas próximas às residências, não acumular resíduos orgânicos, utilizar telas de proteção em janelas e portas, usar repelentes e vacinar os animais”, orienta a gerente.

A doença

A leishmaniose é uma doença parasitária infecciosa não contagiosa, causada pelo protozoário Leishmania chagasi, e transmitida através da picada de flebotomíneos infectados. Tem como fonte de infecção os reservatórios, que no ambiente urbano o principal é o cão, e no ambiente silvestre as raposas. Podendo se manifestar de duas formas: a Leishmaniose Tegumentar ou Cutânea e a Leishmaniose Visceral ou Calazar.

“A doença é de notificação compulsória, cujo diagnóstico e tratamento devem ser realizados precocemente para que ocorra redução das taxas de letalidade e grau de morbidade, bem como diminuição dos riscos de transmissão, mediante o controle do reservatório e agente transmissor. O profissional de saúde deve informar à SMS, ou a própria pessoa pode informar a suspeita da doença”, enfatiza.

Fonte: Prefeitura de Aracaju


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Wesley Lima

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades culturais, sócio-políticas e econômicas da região.
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