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Cala a boca, Batista!

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Jô Soares – José Eugênio Soares – 16/01/1938 – 05/08/2022, 84 anos

Despedida do mestre de Satiricom | Que tal irmos além daquilo que todos os fuxicos já noticiaram e que a maioria das emissoras e redes omitiram? Esse é o verdadeiro sentido de μετάνοια, vocábulo transliterado aos caracteres latinos, metanoia, que traz a ideia essencial de pensar além, arrazoar, trazer as razões, evoluir o pensamento.

PALAVRA DO LEITOR: Envia-nos uma caríssima apoiadora da magistratura: “Obrigada por tantas informações e raciocínios coerentes, bem fundamentados, em profundo estudo e alto senso de observação. Ao acordar, abro sua página esperando por mensagens dessa natureza.” (Dra. Eliana Xavier Jaime, Juíza de Direito, Poder Judiciário, Anápolis – GO)

A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.

Art. 220 – Constituição Federal

CALA A BOCA, BATISTA!

PREÂMBULO

O presente arrazoado traz, além de fatos, vários questionamentos, inquietações e indagações importantes que envolvem o passamento desse incrível personagem que já se torna icônico na História do Brasil, juntamente com questões impactantes por ser ele uma pessoa pública tão influente.

Portanto, além dos fatos e verdades, as ponderações aqui contidas – que não serão veiculadas na maioria das emissoras, periódicos e “influencers” (mais preocupados com monetização do que realmente trazer algo novo e útil), não se pretende aplausos, apreciações ou prazeres sobre este arrazoado. Também não nos foi fácil ou prazeroso. A verdade nem sempre é fácil ou doce, mas é o melhor. Não precisa gostar. Não é para gostar. O propósito é exatamente o de prosseguir aos questionamentos assinalados, para que a verdade se estabeleça, pessoas sejam poupadas, salvas, curadas, e muitos despertem, para o bem maior da NAÇÃO BRASILEIRA, perante o cenário geopolítico, agendas globalistas e conflitos internacionais.

Não temos outras opções, a não ser duas: 1) CONTESTAR (mediante evidências e fatos que contrários ao aqui apresentado); ou, 2) CONSTATAR (as evidências e fatos aqui apresentados).

Em havendo algum equívoco (documental), obséquio nos avisar. Seremos os primeiros interessados em providenciar os devidos ajustes textuais. Não temos qualquer problema em mudar de opinião ou corrigir redação, desde que por meio de fatos e documentos, não por ideologias ou narrativas criadas.  

HISTÓRICO

  • 60 anos de carreira, com personagens históricos na TV brasileira.
  • Mais de 200 personagens.
  • 14.000 entrevistas.

Jô Soares – 16/01/1938 – 05/08/2022, 84 anos. Filho único do empresário paraibano Orlando Heitor Soares e de Mercedes Leal Soares, de registro, José Eugênio Soares, se tornou poliglota ao morar na Europa desde os 12 anos. Começou a vida no teatro, e desde então não saiu dos palcos.

Mesmo admitindo sofrer de Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), manias estranhas declaradas por ele mesmo, isso jamais lhe roubou a cena ou fantásticas capacidades.

Jô falava, com diferentes níveis de fluência, cinco idiomas: português, inglês, francês, italiano e espanhol, além de ter grandes conhecimentos de alemão. Sua cultura em todas as áreas era muito acima da média.

Eu não tenho medo da morte, tenho medo de ficar improdutivo. Só espero morrer ‘pá, acabou’. Fiquei com medo de ficar velho quando eu passei dos 40, depois dos 80 eu já estou acostumado.

Entrevista de Jô Soares a Marcelo Tas

Segundo noticiários, Jô Soares faleceu em 5 de agosto de 2022, no Hospital Sírio-Libanês, na cidade de São Paulo, onde estava internado desde o dia 28 de julho para tratar uma pneumonia (conforme publicado por Wikipedia + “natelinha.uol.com.br/televisao/2022/08/05/sbt-decide-reprisar-jo-soares-11-e-meia-em-homenagem-ao-apresentador-185587.php”, e diversos canais).

ESTÁVAMOS LÁ!

Ao azo de “Veni, vidi, vici”, estivemos no auditório de seu programa, no auge do talk show “Jô Soares Onze e Meia”. Segundo especialistas (F1, citados) foi uma das melhores entrevistas de Nelson Piquet (e Jô Soares), em 1992 (GP Total).

Na ocasião pudemos confirmar pessoalmente a genialidade do “monstro”, ambos! Em meio à recuperação do acidente que sofreu nas 500 milhas de Indianápolis (ainda nos causa arrepios a visão daquelas botas e acessórios para os membros que sofreram esmagamento – ele mesmo exibe uma foto horripilante dos pés fraturados), o tricampeão Nelson Piquet – cujo nome passava a batizar o Autódromo de Jacarepaguá -, vencedor nas temporadas de 1981, 1983 e 1987, foi o convidado do apresentador em 1992. O tema central acabou sendo a empresa do ex-piloto, a Autotrac, que iniciava sua trajetória no monitoramento de caminhões via satélite.

Como várias emissoras vão fazer homenagens e transmitir reprises, faremos algo parecido, mas ao mesmo tempo, talvez, muito diferente. Segue abaixo uma raridade aos fãs, tanto da F1 como do incrível Jô Soares – Vídeo completo da entrevista no programa Jô Soares Onze e Meia, em 1992, quando Nelson Piquet ainda estava se recuperando do terrível acidente que sofrera em Indianápolis. Estávamos lá, com ambos, “monstros”: (AGUARDANDO UPLOAD – INSTABILIDADE SISTÊMICA – PROSSIGA AO RESTANTE DA MATÉRIA ATÉ QUE A SITUAÇÃO SEJA NORMALIZADA).

A VERDADE DEFENDIDA POR JÔ SOARES ESTARIA SENDO VIOLADA?

Lamentamos a morte, assim como lamentamos também sobre o que ele defendia e lutava, por sinal, militando em uma de suas últimas aparições públicas. Estava em campanha por aquilo que produz danos irreversíveis e morte. VIDAS IMPORTAM, todas, sem palavrinhas entre uma e outra.

Por ser um dos maiores comunicadores do Brasil, ele bem poderia ter usado de sua influência para lutar pela verdade e vida, não por ideologias de vacineiros portadores da SCI – Síndrome de Conflito de Interesses (em latim, do grande Cícero, Qui Bono?).

Infelizmente, ratos possuem mais dignidade do que nós, e há mais defensores de animais do que de gente, pois existem protocolos rigorosíssimos que devem ser obedecidos para proteger cobaias. Todavia, não cumprem Nuremberg, Helsinki e obrigatoriedade do TCLE – Termo de Consentimento Livre e Esclarecido aos humanos. Violam o ordenamento jurídico internacional e nacional.

Não se pode prosseguir um protocolo para inovações ao tratamento de câncer, ou simples funcionamento de estabelecimento sem que tenha alvará e obediência a rigorosos quesitos de vigilância sanitária. No entanto, se rasga a Resolução MS-CNS 466/2012, ou se fecha os olhos ao que ali está escrito, quando, movidos por interesses maiores, praticam o contrário, não importando, nesse caso, implicações da saúde pública, quantas vidas sejam prejudicadas ou ceifadas. Autoridades, população e até mesmo médicos (com conflito de interesses e ideologias) ignoram e descumprem a Nota técnica nº 933/2021 – CGPNI/DEIDT/SVS/MS (pesquise, estude, surpreenda-se e oriente o próximo).

É abominável quem aceite e defenda (vizinhos, parentes, religiosos, artistas, associações de todos os tipos, estabelecimentos) aquilo que não tem testes concluídos de benefícios ou malefícios (daqui a dez anos, em idosos crianças, gestantes, além de colapsos imediatos em jovens), que também produz danos e morte.

Portanto, coagir pelo poder do Estado, por meio de seus agentes e decretos desprovidos de base legal e científica, a que o indivíduo se submeta a algo ainda não testado (ou mesmo que fosse) contra sua vontade É CRIME (inclusive no CPF dos responsáveis por ordens, encaminhamentos e orientações dessa natureza)!

Todos os óbitos surgem com explicações superficiais, e poucos farão o elo – nexo causal – entre cada morte e os agravos causados por Spike, mRNA, em qualquer idade, fragilidade, comorbidades, além de choques súbitos em jovens hígidos, invisíveis e silenciados.

Portador de inteligência singular, lamentável que tenha se inclinado aos experimentos por coação estatal, ao comunismo, anarquismo, subversão social típica ao berço e premissas socialistas (seus históricos e até mesmo repercussão de afetos o comprovam) e agendas da NOM.

Reiterando, lamentamos sua morte, assim como sua militância por aquilo que também produz morte. Lamentamos, inclusive, seus últimos apelos e apologias, em proselitismo durante sua própria “vacinação”, conforme fartamente disponível nos noticiários e redes sociais.

Depois da vigésima nona dose e uma estrelinha amarela no peito, com passagem de trem para Auschwitz, “para seu próprio bem e da humanidade” quem sabe comecem despertar os que dormem, de que nunca foi pela saúde; sempre foi por testes e exercícios de controle social, numa só tacada de engenharia, no mundo inteiro.

Poderia essa ter sido sua luta, pela verdade e ciência que salva vidas, não por ideologias, sendo alguém tão competente e influente, a todos os órfãos de expertise, domínio de palco, habilidades incríveis, até mesmo calando os próprios convidados quando lhe eram contrários, com indelicadeza, por vezes sutileza, com o beijo do gordo.

Foi casado oficialmente três vezes, além de afairs, namoros e relações estáveis, com Therezinha Millet Austregésilo (1959-1979, falecida em 2021 por complicações cardíacas acentuadas por Covid-19), Sylvia Bandeira (1980-1983), Claudia Raia, segundo ela mesma, bizarro por ser mais nova que o filho do namorado (1984-1986),  Mika Lins (1987), Flávia Junqueira Pedras (1987-1998), que hoje vive um relacionamento com a cantora Zélia Duncan, que também lamentou a morte do artista (imagem).

Apaixonada por um homem esteticamente fora dos padrões que eu estava acostumada. Tipo 30 anos mais velho do que eu. Eu era mais nova que o filho dele. Então, era bizarro.

Cláudia Raia

O Brasil perde um grande humorista, diretor, dramaturgo e escritor.

Capitão Gay, Tavares (do filho que fazia balé “tem pai que é cego”), Bo Francineide (atriz de pornochanchadas, com sua porno-mãe “eu saí de dentro dela”), dentre outros, estão em silêncio como o “Reizinho” imperialista socialite que acena com a mão para silêncio da banda.

Longe de nós qualquer desrespeito, pelo contrário, externamos nossos sentimentos a familiares e amigos. Mas há implicações quando se trata de celebridade e influenciador da sociedade, reconhecidamente um dos maiores comunicadores do Brasil, esse contexto é uma dessas implicações.

Muito acima de qualquer resguardo de sentimentos familiares, o que respeitamos profundamente, fato é que, após declarada “simples” pneumonia (Wikipedia), mesmo diante de falsos positivos e negativos de PCR, possível agravo decorrente de Covid-19 (afinal, há ou não diferença entre vacina e medicamento? É para imunizar ou amenizar?) muito embora “totalmente” vacinado (quando se pode garantir “totalmente” e quem é autoridade para dar essa garantia?), ou agravos das próprias substâncias experimentais, NOS IMPÕEM SILÊNCIO sobre o que foi o fator preponderante que evoluiu para óbito? Como assim?

Segundo assessoria de Jô e do Hospital Sírio-Libanês, em nota assinada pelo diretor de Governança Clínica Luiz Francisco Cardoso e o diretor Clínico, Ângelo Fernandez, a causa da morte não será divulgada a pedido da família, que solicitou discrição, a pedido do próprio Jô.

Em que pese os coquetéis que ele tomasse e seu prontuário médico não serem da nossa conta, a verdade dos fatos e fatores que impactam na saúde pública, esses são!

Um dos pais do “stand up” no Brasil, seguindo o humor de Jô, que fazia da tragédia, comédia, e de algumas comédias, tragédia: Seu primeiro papel foi “O Homem do Sputnik”, filme de Carlos Manga de 1958, irônico a seu último trabalho, em campanha pró-experimentos (a que insistem chamar de “vacina” e impor compulsoriedade a humanos) foi exatamente enaltecendo e fazendo apologia, como o homem da “Sputnik booster jabs et al” – “vacinas” e grande elenco. Mas nenhuma campanha para tratamento precoce dos contaminados, sequer para tratar das próprias vítimas “vacinas”, cuja ineficácia lhe faz, diariamente, contrair a doença.

Ainda sobre “vacinados” que contraem a doença, como tratar dessas pessoas? Se a “vacina” não imunizou, qual deve ser a prescrição para curar quem contrai a doença diariamente? Oração, reza, dança da chuva? Para toda doença, leve ou grave, há protocolo sobre qual deve ser a conduta clínica, obviamente com autonomia médica e liberdade do paciente de aceitar ou não. Mas o senhor Ministro da Saúde nada fala sobre isso? O que lhe impede de editar protocolo para tratamento precoce? Diz que isso é questão estatual, municipal, regional? É óbvio e ululante que cada local tem suas peculiaridades, adaptações e necessidades específicas, mas a autoridade máxima de saúde na esfera federal é ou não baliza e parâmetro para todos os demais níveis da federação?

Médicos da rede pública e privada podem permanecer reféns e oprimidos por superiores hierárquicos caso pratiquem a medicina como sabem que devem, e milhares estão doentes da mente, alma e corpo por essas opressões. Por conta disso, pacientes morrem, principalmente quando muitos médicos, afetados por esse sistema nefando, ficam em cima do muro, omissos ou do lado mais conveniente, sem opressão.

Portador de esterilidade ética e patriótica, ausência de intimidade com UTI e beira de leito, mas apenas “bon vivant”, desacostumado ao uso de skrubs, preferiu se conduzir por sua particular “Norma Regulamentadora”, em desfiles de terno e gravata, nada contra, desde que uma coisa não anulasse a outra, mormente inclinado a agradar interesses tendenciosos de gabinetes, associações, institutos e Big Pharma. Guerreiros médicos e profissionais de saúde usam pijamas de CTI, enquanto vossa excelência se delicia em pijamas de sofás e hotéis de luxo ao redor do mundo, inclusive quando contaminado, apesar de inoculado com a droga experimental da qual é garoto propaganda, como assessor da OCS – Organização Chinesa de Saúde.

Sim, doutor, tais comportamentos esboçam atitudes que nunca nos convenceram, nem nos seduziram, muito menos resolveram ou resolvem aquilo que lhe é de atribuição privativa (dever): a saúde de pessoas – que estão morrendo por falta de protocolo federal (responsabilidade de sua pasta, não do Presidente da República, nem do Congresso, nem mesmo do STF) para tratamento precoce de acometidos por Covid-19, sejam “vacinados” ou não.

Se o senhor tem dificuldades para estabelecer documento de sua exclusiva competência – não é o STF, nem o Presidente da República quem faz isso, caso não tenham lhe contado – para tratamento precoce, entretanto mostra-se ligeiro para sorrir ao mercado vacineiro, portanto vários pesos de sua compostura para mesma medida de necessidade, por qual motivo não pede para sair? A quem serve com essas práticas? Desenhando: se o senhor se recusa servir à saúde e ao patriotismo, serve a quais interesses? Saindo, poderá também preservar sua “biografia”, ou quiçá, juntar-se aos demais camaradas e generais do comité socialista Covid de SP, que se autoprescreve aquilo que demoniza e sonega à população! Junte-se a eles, oficialize de forma patente aquilo que já é latente, como outros amigos seus já fizeram, e lá estão – basta a qualquer um pesquisar quem são os membros de tal equipe! Fica a dica!

Quantos brilhantes, sensacionais e multifacetados Jô Soares serão necessários?

Tudo o que fiz e tudo o que faço sempre tem como base o humor. Desde que nasci, desde sempre.

Jô Soares

LIVROS

Em honra a seus títulos e publicações, recheado de humor e ironia fina, com tantas medidas restritivas, decretos absurdos, experimentos científicos aplicados sem Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, das “vacinas” gourmet, heterólogas ou homólogas, com variedade de escolha até à vigésima dose, nos remete a Sputnik, O Astronauta Sem Regime (1985). Aberrações mais que tragicômicas desde o Humor Nos Tempos do Collor (1992), ou A Copa Que Ninguém Viu e a Que Não Queremos Lembrar (1994). Para tamanha psicose coletiva, violação de direitos, corrupção de “vacineiros”, governantes, “$ientistas” e imprensa, levados pelo “Qui Bono”, e que não conseguem assinar termo de “isenção de conflito de interesses”, somente O Xangô de Baker Street (1995). Quem sabe ao se conseguir o milagre da quebra de sigilo bancário, telefônico e fiscal de certos criminosos, se descubra até mesmo O homem que matou Getúlio Vargas: Biografia de um anarquista (1998), que certamente revelarão, na mesma esteira os Assassinatos na (ou da) Academia Brasileira de Letras (2005). Somente assim ficará claro às famílias do Brasil, quais sejam mais As Esganadas (2011). Isso e muito mais em O livro de Jô: Uma autobiografia desautorizada – Volumes 1 e 2 (2017 e 2018).

HOMOSSEXUALIDADE

Durante uma entrevista ao programa Provocações, comandado por Marcelo Tas, Jô falou abertamente sobre os boatos de que era homossexual. Ele lembra que esse boato o cerca desde sempre, e que nunca ligou. Para Jô, as pessoas preferem acreditar que ele é gay. Sobre isso, disse Jô: “O fascínio sobre o rótulo é incrível. Você vai na farmácia sabendo que o genérico é igual ao outro, mas você quer o outro por causa do rótulo”.

AMOSTRA DE PROVAS DE SUAS MILITÂNCIAS PELAS PRÓPRIAS REPERCUSSÕES:

CAUSA MORTIS

Quem disse que foi pneumonia? Quem disse que não foi? Quem disse que foi Covid-19? Quem disse que não foi? Quem disse que foi por agravos às comorbidades já existentes (patologias preexistentes) causados por “vacina”? Quem disse que não foi? É interessante a partir de agora virem a público meros pitacos de celebridades e amigos, como se autoridade fossem. Surgem para calar a boca da sociedade, que tem direito a saber sobre aquilo que seja pertinente à saúde pública, principalmente em se tratando de personalidade pública, um dos maiores comunicadores e influenciadores do país. Esses tais, celebridades e amigos, começam fabricar seus pronunciamentos – tidos por incautos como certificado da verdade – aceitam o “cala a boca”, com subterfúgio de privacidade, falam, falam, mas não dizem nada, principalmente sobre o cerne da questão. São peritos em desviar o assunto e tergiversar sobre as indagações que não querem calar a respeito de alguém que não é qualquer cidadão, mas celebridade que influenciou o país a respeito de drogas com potencial de salvar ou matar. É idêntico ao médico que demoniza e sonega medicamento ao povo, mas que o prescreve a si mesmo, com a desculpa esfarrapada de “privacidade”. Privacidade não se enquadra nesses casos, cadeia, sim.

Retomando a “causa mortis”, se fosse apenas pneumonia, principalmente em pessoa pública tão famosa, influente e querida por milhares de fãs, não teriam motivo para exagerado mistério, nem para tamanha preocupação em segredo ou silenciar sobre as verdadeiras causas da morte, principalmente em tempos de guerra híbrida. É claro, qualquer laudo bem pago pode ser outro cala a boca ao povo seduzido por bon vivant, estrelas, “jornaZistas”, autoridades (principados e potestades em forma física) e Big Pharma.

Sua sátira crítica sobre políticos, governos, o sistema nacional e global é lição de extremo valor, que ressaltam como nunca. Se sonegam ao povo informações de importância à saúde pública, principalmente de celebridades e um dos maiores comunicadores do país, conforme o humor crítico muito bem ensinado por Jô, estão impondo silêncio sobre verdades ao povo, no mais triste, profundo e significativo bordão do Irmão Carmelo: “cala a boca, Batista!” (imagem). Talvez porque esse seja o Planeta dos Homens, em que impera outro bordão, do Macaco Sócrates (Orival Pessini), personagem intelectualizado do programa humorístico (1976 a 1982) com participação de textos do próprio Jô: “não precisa explicar, eu só queria entender!” (imagem).

CELEBREMOS A VIDA E HUMOR DE JÔ SOARES

A conjugação humana é um tanto diferente da divina, especialmente na ordem das pessoas. Jesus Cristo ensinou, referindo-se a Deus (Ele), o próximo (tu) e nossa própria pessoa (eu) que isso tem que ser revisto. A conjugação humana, em língua portuguesa, traz a ordem de pessoas: “eu, tu, Ele”, quando para nossa própria felicidade, razão de ser e existir deveria ser “Ele, tu, eu” | Em espanhol, ao trocadilho e sonoridade com Jô Soares, para celebrar a vida, dizemos: Yo, tú, él/ella/usted X Él, tú, yo ().    

Indo além, em homenagem à lembrança desse célebre comunicador e artista multifacetado, como muito bem dito por Flávia Pedra, devemos celebrar sua vida. Então, o fazemos com uma pérola rara do Jazz (House band), que poucos vão lembrar ou possuir para mostrar ao público.

No CD (imagem) da banda de palco “Jô Soares e O Sexteto – Ao Vivo no Tom Brasil” | Recorded live in November 17,18, 1999, at Tom Brasil, São Paulo, Brazil | Released, 2000:

  • Electric Bass – Bira
  • Electric Guitar – Carlos Tomati
  • Music Director – Ronaldo Viana
  • Percussion, Drum – Miltinho
  • Piano – Osmar Barutti
  • Saxophone, Flute – Derico Sciotti
  • Trumpet – Chiquinho Oliveira
  • Vocals, Bongos, Cornet, Producer – Jô Soares

Com vocês, Jô Soares e o Sexteto: “Um Croquete (versão de “One Meat Ball”)”:

Não sou médico. Mas todos temos como ajudar de alguma forma. Sou um simples rabiscador. O que posso fazer é isso, informar para salvar. E você, de que maneira pode contribuir? Espalhando a verdade e informando outros?

Provas documentais e fontes: Hospital Sírio-Libanês (nota assinada pelo diretor de Governança Clínica Luiz Francisco Cardoso e o diretor Clínico, Ângelo Fernandez) | Discogs | Assessoria do humorista | Redes sociais de familiares e amigos | Juliana Barbosa (Metrópoles – 05/08/2022 11:49,atualizado 05/08/2022 12:31) | Fernanda Soares (Publicado em 05/08/2022 às 6:54) | Rayane Domingos Publicado em 05/08/2022 às 6:55 | Jornal do Commercio, atualizado em 05/08/2022 às 13:32 | Diário Momento | Wikepidia. Para a maioria dos pontos tratados como indagações, deixamos para o livre arbítrio de cada indivíduo fazer suas próprias pesquisas, análises e constatações dos fatos.

• Δαn ßεrg •

Escritor e ensaísta, rabiscos, 10/07/2022 🇧🇷

Carpe diem, frui nocte! Non dvcor, dvco!

Adsumus!

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Dan Berg

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades sócio-políticas e econômicas da região.
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