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Elizabeth

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PALAVRA DO LEITOR: Envia-nos uma caríssima apoiadora da magistratura: “Obrigada por tantas informações e raciocínios coerentes, bem fundamentados, em profundo estudo e alto senso de observação. Ao acordar, abro sua página esperando por mensagens dessa natureza.” (Dra. Eliana Xavier Jaime, Juíza de Direito, Poder Judiciário, Anápolis – GO)

O BOM HUMOR DA RAINHA: DO TIPO BRITÂNICO QUANDO O INTERLOCUTOR NÃO PERCEBE QUE FOI SATÍRICO!

Recomendamos | Existe atualização de outra matéria do mesmo autor para você degustar. Após ver todo este artigo, volte e clique aqui.


Tem muito mais abaixo:

Previsão do TEMPO ou previsão dos TEMPOS?

Elizabeth II – gentilmente se despede do Brazil antes de partir!

(Sim, Brazil com “z” – não é estrangeirismo! Conforme documentos oficiais, é o nome original pelo qual o mundo conheceu nossa nação, desde a origem, e assim ficou entre todos os povos)

QUE TAL MERGULHARMOS EM ÁGUAS UM POUCO MAIS PROFUNDAS, AO QUE POUCOS OU QUASE NINGUÉM FALOU? NÃO CUSTA TENTAR: SERÁ QUE CONSEGUIREMOS?

A RAINHA MAIS IDOSA, QUE REINOU POR MAIS TEMPO SOBRE O QUE FOI O MAIOR IMPÉRIO EM EXTENSÃO DE TERRAS DESCONTÍNUAS DO MUNDO – SUPERIOR AO PRÓPRIO IMPÉRIO ROMANO!


ISABEL II (ELIZABETH II) – A RAINHA MAIS IMPORTANTE E LONGEVA DO MUNDO SAÚDA A PÁTRIA AMADA, O QUE PARA ELA SIGNIFICOU O IMPÉRIO DO BRAZIL, PELOS 200 ANOS DE INDEPENDÊNCIA, E SE DESPEDE ONDE TUDO COMEÇOU, NA VELHA ESCÓCIA

Rainha da Inglaterra, Elizabeth II, ao lado do Príncipe Phillip, da então primeira-dama, Maria do Carmo de Abreu Sodré, e do governador à época, Abreu Sodré, durante visita ao Museu do Ipiranga, Zona Sul de São Paulo – SP

O Museu do Ipiranga nunca mais será o mesmo. Reinauguração ocorre após pronunciamento de Elizabeth, saudando o Brazil (sim, Brazil com “z”, veja matéria do autor sobre o tema) pelo bicentenário.

Ninguém precisa ser especialista em Monarquia Inglesa para se solidarizar à dor, também dos galeses, irlandeses, escoceses, gaélicos, celtas.

“Até hoje, é a única viagem de um monarca britânico à América do Sul e, só por isso, ela já é muito importante”

Fred Arruda, Embaixador do Brasil em Londres, referindo-se a 1968, quando Rainha da Inglaterra, Elizabeth II, visitou o Brasil.
Centro de São Paulo. Rainha Elizabeth II, juntamente com sua comitiva, passa com o carro oficial pelas ruas do Centro da Capital Paulista, ao deixar o Edifício Itália – 1968

THE BRITISH EMPIRE – O IMPÉRIO BRITÂNICO

O Império Britânico (em inglês: British Empire) FOI O MAIOR IMPÉRIO EM EXTENSÃO DE TERRAS DESCONTÍNUAS DO MUNDO.

O império era composto por domínios, colônias, protetorados, mandatos e territórios governados ou administrados pelo Reino Unido. Originou-se com as colônias ultramarinas e entrepostos estabelecidos pela Inglaterra no final do século XVI e início do século XVII.

No seu auge, FOI O MAIOR IMPÉRIO DA HISTÓRIA e, por mais de um século, foi a principal potência mundial.

A força da majestade chegou a outros povos e nações. A influência britânica recobriu muito dos passos de Roma, e foi além, atingindo Hispânia (Hispania Baetica), Lusitânia (Lusitania), Gália Narbonense (Gallia Narbonensis, província romana cuja etimologia persiste no nome medieval e moderno da Provença – “Provencia”), Gália Aquitânia (Gallia Aquitania), Gália Lugdunense (Gallia Lugdunensis), Gália Belga (Gallia Belgica), Britânia (Britannia), Germânia Inferior (Germania Inferior), Germânia Superior (Germania Superior), Récia (Raetia), Itália (Italia), Sicília (Sicilia), Panônia (Pannonia), Dalmácia (Dalmatia), Dácia (Dacia), Mésia Superior e Inferior (Moesia – Mísia), Trácia (Thracia), Macedônia (Macedonia), Acaia (Achaea), Ásia (Asia – principalmente Índia, no caso britânico), Bitínia e Ponto (Bithynia et Pontus: Ponto Galático, Ponto Polemoníaco e Ponto Capadócio), Galácia (Galatia), Lícia e Panfília (Lycia et Pamphilia), Pisídia (Pisidia), Cilícia e Chipre (Cilicia et Cyprus), Capadócia (Cappadocia), Arménia (Armenia), Síria (Syria), Judéia (Iudaea), depois Palestina (Palestina), Arábia Pétrea (Arabia Petraea), Egito (Aegyptus), Creta e Cirenaica (Creta et Cyrenaica), Numídia (Numidia), África Proconsular, Mauritânia Cesariense (Mauretania Cesariensis), Mauritânia Tingitana (Mauretania Tingitana); tudo isso já passou pelas mãos da Grande Britânia, perpassando pelas mais tardias Germânia, Lusitânia, Hispânia, Frância, Itália, e todos das províncias romanas, além da própria Grande Britânia (Britannia).

Talvez muito mais do que a maioria imagina. A imagem nos dá uma simples amostra:

Império Britânico – Note Ilhas Falkland (Malvinas) também em destaque – English: The territories that were at one time or another part of the British Empire. The United Kingdom and its accompanying British Overseas Territories are underlined in red. – Wikimedia Commons – 09/09/2022

Em 1920 o Império Britânico dominava cerca de 458 milhões de pessoas, um quarto da população do mundo na época, e abrangeu mais de 35 500 000 km2 (13 700 000 sq mi), quase 24% da área total da Terra. Como resultado, seu legado político, cultural e linguístico é generalizado.

No auge do seu poder, foi dito muitas vezes que “o sol nunca se põe no Império Britânico” devido à sua extensão ao redor do mundo garantir que o Sol sempre estivesse brilhando em pelo menos um de seus numerosos territórios.

INSIGHTS E RABISCOS – EM INGLÊS, EM RESPEITO AO HISTÓRICO – PORTUGUÊS NA SEQUÊNCIA | INSIGHTS AND SCRATCHES – IN ENGLISH, IN RESPECT OF HISTORY – PORTUGUESE IN SEQUENCE

Times prediction and weather forecasts. The crown is down. We realize that a new era really begins when Biden takes over as Head of State at one end of the world, and Charlie at the other.

And that, unfortunately, means much more than mere names changes.

Matrix and branch change the figure of the “Caput”, its main leaders, inaugurating a new era, opening wide and allowing the emergence of the bizarre hybrid by-product of dynastic republics with socialist monarchy.

These are times of transition and trivialization of regimes and systems of governments, values and principles of their people.

I hope to be wrong, but it seems to be the beginning of the neo-inquisitionist era, when very different from the laico State, it is the laicist State, in which the activism of persecution of faith and values gradually incorporates laws and government programs and makes it a true cult of the god-state, although citizens do not even notice the poison bait of individual and collective domination.

Are not the facts, textually and in practice, with millions persecuted, penalized, tortured and killed, from the first Soviet constitutions to their tentacles across the planet today? (Dimitry V. Pospielovsky. A History of Soviet Atheism in Theory, and Practice, and the Believer, vol 1: A History of Marxist-Leninist Atheism and Soviet Anti-Religious Policies, St Martin’s Press, New York, 1987).

In the Collective Stockholm Syndrome, people protest so that no one dares to stand up against or even speak ill of their state kidnappers who give them scientific experiments called vaccines and monthly rations, in addition to allowing them to breathe and have access to public places.

These are dark times, when the great pretend to be enemies, they theatrically stage punish the wrong, while the damage of cold, hunger and misery becomes very real for their own home; these are the times when Holodomor rhymes with “Holandomor”, and Ukraine’s zone with Amazon.

These are times when the world will bow before the nation that still has food, peace and prosperity, and this will only exist where the Head of State bows before the Emperor of the Universe.

When there are no more fuels or animals, diseases or medicines, lakes and seas, sands or stars, poor or rich, simple or learned, bosses or employees, politicians and parties, dictatorships, republics or monarchies, music or whoever listens to it, micro and macro; uniforms, gowns and scepters, kings and kingdoms, planes and planets, He will still be there! This is not the best place in the Universe, but it is the best way to get to the best place in the Universe.

And the Queen of the British, the greatest Queen in the world today, Elizabeth Alexandra Mary, Elizabeth II, had the opportunity to know this existence and stepped on this floor. Our regret to the dear brethren of the United Kingdom.

Fortunately, for most Britons as for many of us, hope goes beyond fragile and temporal earthly limits. Here is passage. Our homeland is different, our kingdom and priesthood, too. As Georg Friedrich Händel (Haendel), the greatest British naturalized composer, very well said: “King of kings and Lord of Lords… And He shall reign forever and ever! Hallelujah!”

In fact, on such profound issues, the master said, “Whether I was in my body or out of it when I wrote this, I don’t know. God knows!” (Georg Friedrich Handel or Handel [1685-1759], German composer naturalized British citizen in 1726. Phrase said by Handel to his chamberlain when he went to serve him hot chocolate and found him in tears at a certain moment in the composition of ‘Hallelujah Chorus’ by Messiah, in 1741 (Graf, Max. From Beethoven to Shostakovich – The Psychology of the Composing Process. Read Books, 2007. pp. 350-354).

(Δαn ßεrg, writer and essayist, 08/09/2022)

PORTUGUÊS:

Previsão de tempos e previsões do tempo. A coroa caiu. Percebemos que uma nova era realmente começa quando Biden assume o cargo de Chefe de Estado em um extremo do mundo e Charlie no outro.

E isso, infelizmente, significa muito mais do que meras mudanças de nomes.

Matriz e filial mudam a figura do “Caput”, seus principais dirigentes, inaugurando uma nova era, abrindo-se amplamente e permitindo o surgimento do bizarro subproduto híbrido das repúblicas dinásticas com a monarquia socialista.

São tempos de transição e banalização de regimes e sistemas de governos, valores e princípios de seus povos.

Espero estar errado, mas parece ser o início da era neo-inquisicionista, quando muito diferente do Estado laico, é o Estado laicista, em que o ativismo de perseguição à fé e aos valores incorpora gradualmente leis e programas de governo e o torna um verdadeiro culto do estado-deus, embora os cidadãos nem percebam a isca venenosa da dominação individual e coletiva.

Não são os fatos, textualmente e na prática, com milhões de perseguidos, penalizados, torturados e mortos, desde as primeiras constituições soviéticas até seus tentáculos em todo o planeta hoje? (Dimitry V. Pospielovsky. A History of Soviet Atheism in Theory, and Practice, and the Believer, vol 1: A History of Marxist-Leninist Atheism and Soviet Anti-Religious Policies, St Martin’s Press, New York, 1987).

Na Síndrome Coletiva de Estocolmo, as pessoas protestam para que ninguém se atreva a enfrentar ou mesmo falar mal de seus sequestradores estatais que lhes dão experimentos científicos chamados vacinas e rações mensais, além de permitir que respirem e tenham acesso a locais públicos.

São tempos sombrios, quando os grandes fingem ser inimigos, encenam punir o errado, enquanto o dano do frio, da fome e da miséria se torna muito real para sua própria casa; são tempos em que Holodomor rima com “Holandomor”, e a zona da Ucrânia com a Amazônia.

São tempos em que o mundo se dobrará perante a nação que ainda tenha alimento, paz e prosperidade, e tal somente existirá onde o Chefe de Estado se dobre perante o Imperador do Universo.

Quando não mais houver combustíveis ou animais, doenças ou remédios, enfermos ou médicos, professores ou alunos, lagos e mares, areias ou estrelas, pobres ou ricos, simples ou doutos, patrões ou empregados, políticos e partidos, ditaduras, repúblicas ou monarquias, música ou quem a ouça, micro e macro; uniformes, togas e cetros, reis e reinos, planos e planetas, Ele ainda estará lá! Este não é o melhor lugar do Universo, mas é a melhor maneira de se chegar ao melhor lugar do Universo.

E a Rainha dos Ingleses, a maior Rainha do mundo de hoje, Elizabeth Alexandra Mary, Elizabeth II, teve a oportunidade de conhecer tal existência e pisou nesse andar. Nosso pesar aos queridos irmãos do Reino Unido.

Felizmente, para a maioria dos britânicos como para muitos de nós, a esperança vai além dos limites terrenos frágeis e temporais. Aqui é passagem. Nossa pátria é diferente, nosso reino e sacerdócio também. Como Georg Friedrich Händel (Haendel), o maior compositor naturalizado britânico, muito bem disse: “Rei dos reis e Senhor dos senhores… E Ele reinará para sempre e sempre! Aleluia!”

De fato, sobre questões tão profundas, disse o mestre: “Se eu estava em meu corpo ou fora dele quando escrevi isso, não sei. Deus sabe!” (Georg Friedrich Händel ou Haendel [1685-1759], compositor alemão naturalizado cidadão britânico em 1726. Frase dita por Haendel a seu camareiro quando foi servir-lhe chocolate quente e o encontrou em prantos em certo momento da composição de ‘Hallelujah Chorus’ do Messias, em 1741 (Graf, Max. From Beethoven to Shostakovich – The Psychology of the Composing Process. Read Books, 2007. pp. 350-354).

Δαn ßεrg, escritor e ensaísta, 08/09/2022

A RAINHA QUE GENTILMENTE SE DESPEDE DO BRAZIL ANTES DE PARTIR

RAINHA ISABEL II – BREVES PORÉM IMPORTANTES FATOS:

  • Antecedida por George VI (Jorge VI) e precedida por Charles III (Carlos III).
  • Em 1952, após a morte do pai, Jorge VI, Isabel (Elizabeth II) foi coroada rainha do Reino Unido.
  • Em 1982, o Reino Unido entrou em guerra contra a Argentina pela soberania das Ilhas Malvinas.
  • A Rainha Isabel II teve que enfrentar problemas familiares que vão desde o divórcio do seu filho, Carlos, Príncipe de Gales, até o declínio de sua popularidade pela forma com que tratou publicamente a morte da ex-mulher de Charles, Lady Diana Spencer.
  • Nos assuntos exteriores teve que lidar com conflitos como o nacionalismo da Irlanda do Norte, obtendo sucesso com o final da violência em 2004, embora a rivalidade seja histórica.

MUITOS NOTICIARÃO O FATO, PELO QUE APROVEITAMOS APENAS DETALHES BÁSICOS COM PROPÓSITO DE VERSAR SOBRE OUTRAS ANÁLISES E HISTÓRICOS – AO NOTICIÁRIO, RECOMENDAMOS OS SÁBIOS E EXCELENTES EM REPORTAGEM – NÃO É NOSSO MISTER

Segundo nos reporta o excelente trabalho de Wesley Lima, Duna Press, Norway, a rainha Elizabeth, monarca mais antiga do Reino Unido e figura de proa por sete décadas, morreu em sua casa na Escócia aos 96 anos em 08/09/2022.

O filho mais velho de Elizabeth, Charles, de 73 anos, torna-se automaticamente rei do Reino Unido e chefe de estado de 14 outros reinos, incluindo Austrália, Canadá e Nova Zelândia. Sua esposa Camilla torna-se rainha consorte.

Assinatura da Rainha Elizabeth II – versão ampliada ao final

Seu último compromisso público foi em 06/09/2022, quando a rainha nomeou a nova primeira-ministra do Reino Unido, Liz Truss (Mary Elizabeth Truss), na residência da monarca no Castelo de Balmoral, em uma cerimônia a portas fechadas, sem a permissão de câmeras de TV.

Elizabet II foi também chefe da Commonwealth, uma grande organização governamental composta por 53 países independentes, sendo também a primeira monarca feminina soberana da Casa de Windsor, Governadora Suprema da Igreja da Inglaterra e Comandante Suprema das Forças Armadas do Reino Unido.

Membros da Commonwealth. Azul: Atuais membros; Laranja: Membros antigos; Verde: Membros suspensos – Public domain – Wikimedia Commons – 09/09/2022

Além de mais longeva e mais antiga do mundo, o que pouca gente sabe é que a rainha Elizabeth II também era chefe de Estado de um dos maiores reinos da terra, e no que tange a áreas dominadas e influências, ainda possui verdadeiro porte de império.

O que costumamos chamar de Reino Unido vai muito além de Inglaterra, Irlanda, Escócia e País de Gales.

Ainda que por meio de governos separados, várias nações possuem como chefe a Monarquia Britânica. Os Reinos da Comunidade de Nações compreendem (hoje, pois já foi maior do que o Império Romano no passado):

  • Antígua e Barbuda
  • Austrália
  • Bahamas
  • Barbados
  • Belize
  • Canadá
  • Granada
  • Jamaica
  • Nova Zelândia
  • Papua Nova Guiné
  • Ilhas Salomão
  • Santa Lúcia
  • São Cristóvão e Neves
  • São Vicente e Granadinas
  • Reino Unido
  • Tuvalu
  • E vários outros países e territórios, conquistados e perdidos ao longo dos tempos.
Dispersão da língua inglesa ao redor do mundo: a chamada anglofonia – Public domain – Wikimedia Commons – 09/09/2022

MONARCAS BRITÂNICOS

Houve 12 monarcas da Grã-Bretanha e do Reino Unido. O novo Reino da Grã-Bretanha foi formado em 1 de maio de 1707 com a união do Reino da Inglaterra e o Reino da Escócia, que estavam em união pessoal sob a Casa de Stuart desde 23 de março de 1603 com a ascensão de Jaime VI & I ao trono da Inglaterra. Em 1 de janeiro de 1801, a Grã-Bretanha se uniu ao Reino da Irlanda para formar o Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda. Depois de a maior parte da Irlanda ter deixado a união em 6 de dezembro de 1922, seu nome mudou em 1927 para Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte.

REIS DA GRÃ-BRETANHA

A partir de 1707, Ana uniu a Inglaterra e a Escócia em um único estado: o Reino da Grã-Bretanha.

DINASTIA DE STUART

  • Ana I – 1 de maio de 1707 – 1 de agosto de 1714 (7 anos e 92 dias)

DINASTIA DE HANÔVER

A sucessão de Hanôver foi o resultado do Decreto de Estabelecimento de 1701, aprovado pelo Parlamento da Inglaterra. Após a morte de Ana, que não deixou nenhum herdeiro vivo, Jorge Luís, filho de Sofia de Hanôver, neta de Jaime VI & I através de Isabel da Boémia, era o herdeiro protestante mais próximo do trono.

  • Jorge I – 1 de agosto de 1714 –  11 de junho de 1727 (12 anos e 314 dias)
  • Jorge II – 11 de junho de 1727 –  25 de outubro de 1760 (33 anos e 136 dias)
  • Jorge III – 25 de outubro de 1760 – 31 de dezembro de 1800 (59 anos e 96 dias)

REIS DO REINO UNIDO

A partir de 1801, Jorge III uniu a Irlanda ao Reino da Grã-Bretanha formando o Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda.

DINASTIA DE HANÔVER

  • Jorge III – 1 de janeiro de 1801 –  29 de janeiro de 1820  (59 anos e 96 dias)
  • Jorge IV – 9 de janeiro de 1820 – 26 de junho de 1830 – Príncipe-regente desde 1811 (10 anos e 148 dias)
  • Guilherme IV – 26 de junho de 1830 –  20 de junho de 1837 (6 anos e 359 dias)
  • Vitória – 20 de junho de 1837 –  22 de janeiro de 1901 (63 anos e 216 dias)

DINASTIA DE SAXE-COBURGO-GOTA

Eduardo VII, apesar de filho e herdeiro de Vitória, herdou os nomes e títulos de seu pai e é assim considerado como inaugurando uma nova casa real.

  • Eduardo VII – 22 de janeiro de 1901 – 6 de maio de 1910 (9 anos e 104 dias)
  • Jorge V – 6 de maio de 1910 – 17 de julho de 1917 (25 anos e 259 dias)

DINASTIA DE WINDSOR

O nome Windsor foi adotado em 1917, durante a Primeira Guerra Mundial. Foi alterado de Saxe-Coburgo-Gota por causa do sentimento antigermânico no Reino Unido durante a guerra.

  • Jorge V – 17 de julho de 1917 –  20 de janeiro de 1936  (25 anos e 259 dias)
  • Eduardo VIII – 20 de janeiro de 1936 – 11 de dezembro de 1936 (abdicou) (326 dias)
  • Jorge VI – 11 de dezembro de 1936 – 6 de fevereiro de 1952 (15 anos e 57 dias)
  • Isabel II – 6 de fevereiro de 1952 –  8 de setembro de 2022 (70 anos e 214 dias)
  • Carlos III – 8 de setembro de 2022 –  presente (0 dias, na publicação inicial desta matéria)
Durante a Segunda Guerra Mundial, o 8.º Exército foi formado por unidades de muitos países diferentes do Império Britânico e da Commonwealth | El Alamein 1942 – British infantry | This work created by the United Kingdom Government is in the public domain.

Declaração do Rei após a morte da Rainha

EM PORTUGUES, DO OFICIAL (Página da Casa Real) – tradução Δαn ßεrg:

A morte da minha amada Mãe, Sua Majestade a Rainha, é um momento de grande tristeza para mim e para todos os membros da minha família.

Lamentamos profundamente o falecimento de uma Soberana querida e de uma Mãe muito amada. Eu sei que sua perda será profundamente sentida em todo o país, nos Reinos e na Commonwealth, e por inúmeras pessoas ao redor do mundo.

Durante esse período de luto e mudança, minha família e eu seremos confortados e sustentados por conhecermos o respeito e profundo afeto em que a Rainha era tão amplamente mantida.

ORIGINAL – PÁGINA DA CASA REAL:

Statement from The King following the death of The Queen

The death of my beloved Mother, Her Majesty The Queen, is a moment of the greatest sadness for me and all members of my family.

We mourn profoundly the passing of a cherished Sovereign and a much-loved Mother.  I know her loss will be deeply felt throughout the country, the Realms and the Commonwealth, and by countless people around the world. 

During this period of mourning and change, my family and I will be comforted and sustained by our knowledge of the respect and deep affection in which The Queen was so widely held.

The Royal Household – Statement from The King following the death of The Queen – Published 8 September 2022 | Page: royal.uk/statement-king-following-death-queen

GOD SAVE THE QUEEN!

Fonte: The Royal Household | Imagem destacada: English: Royal Coat of Arms of the United Kingdom of Great Britain and Northern Ireland as used by Queen Elizabeth II from 1953 to the present (as used in all her realms except Scotland) | Ferguson, Niall (2004). Empire, The rise and demise of the British world order and the lessons for global power. [S.l.]: Basic Books. | Maddison 2001, pp. 98, 242 | Rein Taagepera (setembro de 1997). «Expansion and Contraction Patterns of Large Polities: Context for Russia». International Studies Quarterly. 41 (3): 502. doi:10.1111/0020-8833.00053. Consultado em 25 de agosto de 2016 | «The World Factbook — Central Intelligence Agency». http://www.cia.gov. Consultado em 10 de setembro de 2016. land: 148,94 million sq km” | Holden, Michael (8 de setembro de 2022). «Charles III, Britain’s conflicted new monarch». Reuters (em inglês). Consultado em 8 de setembro de 2022 | «Her Majesty The Queen». The British Monarchy.

• Δαn ßεrg •

Escritor e ensaísta, rabiscos, 08/09/2022

Carpe diem, frui nocte! Non dvcor, dvco!

Adsumus!

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Dan Berg

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades sócio-políticas e econômicas da região.
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